SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Um pouco de História e curiosidade: Vocês sabiam que o chá Inglês vem de Portugal?




A princesa portuguesa Catarina de Bragança foi a responsável pela introdução do Chá na Inglaterra. As histórias dos portugueses e do chá se cruzaram em 1560, quando os lusitanos chegaram ao Japão e se depararam com a cultura de utilizar os chás como bebidas sociais, o que ocorria por lá desde os primórdios da Dinastia Tang.
Catarina, princesa de Portugal, levou a ideia para o Reino Unido quando se casou com o rei Carlos II da Inglaterra. Lá começou a receber membros da realeza para as Tea Parties – as Festas do Chá. Até hoje o chá das cinco é oferecido nas casas inglesas.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

[leia] COMO ESCOLHER UMA BOA ESCOLA DE IDIOMAS


COMO ESCOLHER UMA BOA ESCOLA DE IDIOMAS

Muita gente me procura querendo saber se posso ajudar na escolha de uma boa escola de línguas. É sempre muito difícil responder isso porque na verdade aprender outra língua depende mais de você do que de um curso ou professor de línguas. O ideal seria que o aluno começasse a estudar por conta própria para que ele pudesse se conhecer melhor em relação a si e as formas que ele assimila o novo idioma.

Eu nunca freqüentei nenhuma escola de línguas. Comecei a estudar por conta própria e no inicio tinha que pedir dicionários emprestados por não ter um. Por isso me considero autodidata no assunto, apesar de ser graduado em Letras (Língua Inglesa). O que posso dizer é que estudar em um curso de línguas não é sinônimo de sucesso. Conheci e conheço muita gente que estuda ou estudou em escolas de renome e nem por isso elas conseguem manter uma simples conversa com um nativo de língua inglesa.

Não estou querendo dizer aqui que os cursos de línguas não servem para nada ou que não dão resultado. Só quero deixar claro é que se você que está lendo este artigo agora e não puder pagar por uma escola de idiomas badalada, você pode fazer isso por conta própria, em casa ou com ajuda de algum amigo, ou até mesmo, devido à facilidade de hoje em dia, com a internet, nos web sites especializados em língua inglesa.

Mas caso você não consiga estudar por conta própria por não ter disciplina ou amigos falantes do idioma, ou menos ainda, não possa fazer um intercâmbio, mas possa pagar por um curso de inglês, então seguem algumas dicas.

A primeira delas, mas não a mais importante se refere aos professores. Verifique a graduação dos mesmos, procure saber se eles têm certificados, formação acadêmica, anos de experiência, verifique também se eles têm experiência no exterior, pois isso conta muito. A vivência de uma língua em seu “habitat natural” torna o professor mais gabaritado para falar no assunto, torna a aula mais divertida devido às colocações feitas por ele e comparações entre a língua falada no país onde ele morou e aquela língua que está sendo ensinada em sala de aula.

Outra dica seria você tentar assistir a uma aula da turma que está se formando no curso, se eles não estiverem bem você fatalmente fará parte da estatística e logo perceberá que o curso não está cumprindo seu objetivo: o ensino e a fluência no idioma.

Observe se o Inglês é falado naturalmente dentro da escola. É inaceitável que a pessoa que venda o idioma não saiba se comunicar nele. Infelizmente é a realidade de muitas empresas, que para gastarem menos, colocam pessoas desqualificadas como atendentes. Muitas escolas vendem o curso, mas é necessário saber como é o ambiente de trabalho daquela escola, desde o atendimento na entrada e ao telefone até a sala de aula e da direção. É preciso saber também se a direção está sempre presente para facilitar o contato entre você e o responsável pela escola.

Procure saber de pessoas que fizeram o curso naquela escola, se elas gostaram e recomendam e se possível tente falar com elas em inglês, assim você poderá saber se ele realmente aprendeu algo.

Lembre-se que você é o responsável pelo seu aprendizado. Dedicação é a palavra de ordem. Isso me faz lembrar um pensamento do chinês Lao Tse que diz: um caminho de mil quilômetros começa com o primeiro passo. Muitos dão o primeiro passo, mas poucos completam os mil quilômetros.

Portanto complete os mil quilômetros e seja persistente que você alcançará seu objetivo e fará a escolha certa. Falar outro idioma é descobrir um novo universo cheio novidades e com a ampliação dos seus saberes e visão de mundo mais aguçada.
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BRUNO CORIOLANO já foi professor em diversos cursos de Idiomas na cidade de Mossoró- RN. Conhece várias metodologias e abordagens (Skill, Wizard, CCAA, NEEL, UERN, UFERSA e SENAC). Tem experiência profissional nos Estados Unidos da América, onde residiu nas cidades de Antlantic City e Brigantine Beach, ambas no estado de New Jersey. É graduado em Língua Inglesa e Literatura Inglesa e Americana pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte- UERN, onde foi monitor de Inglês e Especialista em Ensino de Língua Inglesa pela FVJ.

Artigo da próxima semana: Quanto tempo é necessário para aprender Inglês? Por Bruno Coriolano.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

[ INGLÊS ] "vô bem ali! Já já eu volto"


Imagine que você esteja com um grupo de pessoas e tenha que sair! No entanto, você não quer dizer a ninguém aonde você vai. Em português a conversa se desenrola mais ou menos assim:


- Vô dá uma saidinha, tá?
- Aonde você vai?
- Ah... Vô bem ali! Já eu volto!

Eu sei que este "vô bem ali! Já eu volto!" pode ser substituído por qualquer outra coisa, menos para o local aonde você realmente vai.

Tipo, o sujeito pode dizer:


- Ah... Vô ali no mercado/ na padaria!
- Ah... Vô ali na casa do Fulano rapidinho.
- Ah... Vô ali na esquina vê um negócio rapidinho...
- Vô resolver uma parada ali rapidinho...

Enfim, o camarada está mesmo a fim de dar uma fugida, escapar da situação...
Em português não temos bem uma expressão para isto; logo, geralmente, caímos no "vou bem ali; já eu volto!"
Bem, na língua inglesa quando a situação exige eles tem uma expressão para isto.
O mini-diálogo que escrevi acima seria traduzido assim em inglês:
I'm going out for a while, ok?
- Where you going?
- I'm just going to see a man about a dog.
Viu só? Para não revelar o local para onde se vai eles dizem "I'm going to see a man about a dog". Traduzida ao pé da letra a expressão não faz o menor sentido:
"vou ver um homem a respeito de um cachorro" (isto é, vou ali falar com um cara a respeito de um cachorro). Quer uma maneira mais discreta de mandar o outro calar a boca e se importar com a vida dele? (rsrsrsrsrsrs)

Esta expressão apresenta variantes:
I'm going to see a man about a horse (nesta troca-se o cachorro pelo cavalo). A variante mais engraçada (pelo menos para mim) é quando eles invertem o "man" pelo "dog" e dizem "I'm going to see a dog about a man".


(Aprenda outra expressão com a palavra dog clicando aqui)

Na Inglaterra esta expressão é usada como uma forma "delicada" de dizer que você está se retirando da companhia das demais pessoas apenas para dar um pulinho ao banheiro.

Neste caso, você simplesmente olha para as pessoas e diz,

"Excuse me. I've got to see a man about a dog. I'll be back in a while, ok?"

ou,


"I won't be long. I'm just going to see a man about a dog.



"Basta dizer isto e todo mundo vai entender o recado!


Mas lembre-se com o sentido de ir ao toilet só é usado na Inglaterra.
Nos Estados Unidos usa-se com o sentido de não revelar o local para onde você vai. Para encerrar mais um exemplo,

- Are you and your wife coming out tonight? (Você e sua esposa vão sair com a gente hoje?)
- Uhhhh, I'm going to see a man about a dog. (Não a gente vai fazer outro negócio aí...)

É isto aí por hoje! Agora vocês me dêem licença que I have to see a man about a dog. Bye...