SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

How long is forever? // Quanto tempo é pra sempre?


Alice: How long is forever?
White Rabbit: Sometimes, just one second.
(Lewis Carroll, Alice in Wonderland)
Traduzindo…
Alice: Quanto tempo é pra sempre?
Coelho Branco: Às vezes, somente um segundo.
(Lewis Carroll, Alice no país das Maravilhas)

Existem momentos que queremos congelar para que possamos aproveitar ainda mais, mas não é possível. Por isso deixo sempre algo gravado para voltar quando sentir saudades. Como estou sem criatividade para postar algo de futuro... 







sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Sobre ideias.



drawng hands


Uma ideia não nasce do nada, ela tem um motivo, uma razão. Vivemos em mundo onde a informação e os consumismos desenfreados tomaram de conta das nossas vidas. Encontrar pessoas que pensam à frente de seu tempo ficou mais difícil, coisa rara esses dias. Dias líquidos.

Mesmo com muita gente olhando na mesma direção, ainda podemos nos deparar, ainda que raramente, com aqueles que não observam os acontecimentos da vida com uma perspectiva igualmente simplória.

Esses são os que pensam fora da caixa, ou seja, enxergam o que os outros seres comuns não conseguem imaginar. As ideias, como já diria alguém, “estão no chão, você tropeça e acha a solução”.

Quando lutamos por uma ideia diferente daquilo que as pessoas imaginam ser o correto, somos perseguidos, mas quando alcançamos nossos objetivos, somos reconhecidos. Nenhum grande feito da humanidade começou sem antes ter sido considerado uma péssima ideia. Sabemos que o que move o mundo são as ideias.

Portanto, se tens uma boa imaginação e muita vontade para colocar suas ideias em prática, não ouçam os que não sabem lançar bons frutos. Esses são os destruidores de gênios. Se homens como Steve Jobs tivessem desistido de suas ideias, quando ainda estavam na garagem, o mundo não teria conhecido as maravilhas que vieram a se tornar seus pensamentos: A Apple. Seja um eterno idealista. 




ESSE TEXTO NÃO PASSOU POR NENHUMA CORREÇÃO ORTOGRÁFICA.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os Países Mais Estressados do Mundo.





Estava lendo na internet, coisa que procuro fazer sempre para me manter informado, e encontrei um texto de Cristian Barbosa. O mesmo é sobre a questão relativa ao estresse que todos nós estamos sujeitos a sofrer devido ao trabalho: se estamos em tempos bons, ficamos estressados por que temos que produzir mais; se estamos em tempos de crise, temos que trabalhar para não perder o emprego.  Tomei a liberdade de modificar apenas a imagem, mas o texto segue na integra. A leitura do mesmo pode te deixar um pouco mais inteligente. #FicaDica.

TEXTO:


Quando a economia vai bem, as pessoas ficam estressadas porque trabalham demais e tentam aproveitar todas as oportunidades que o mercado pode oferecer. Quando a economia vai mal, as pessoas também ficam estressadas, pois trabalham com medo de perderem seus empregos e às vezes dobram sua carga de trabalho para fazer um pé de meia para tempos difíceis.

Nas empresas, o urgente virou o padrão. Em muitas organizações, se alguém trabalha por longas horas, vive resolvendo “urgências”, se está sempre correndo de um lado para o outro, essa é uma pessoa “produtiva, eficiente”, que alguns líderes e a equipe valorizam. Agora, se alguém faz tudo certinho, sai no horário e não tem urgências, essa pessoa não fez nada além de sua obrigação. E isso só reforça a cultura do estresse em todos os lugares.