SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Será que Jesus morreu com 42 anos?




Os evangelhos oficiais de Marcos, Lucas, Mateus e João, os evangelhos apócrifos, as cartas de São Paulo - cronologicamente, o primeiro documento sobre a vida de Jesus -, o trabalho do historiador coetâneo Flávio Josefo e os papiros do Mar Morto são alguns dos textos que podem ser pesquisados para compor esse quebra-cabeças entre o mito e a história que forma a vida de Cristo.

       
O catedrático de Filologia Grega da UCM, Antonio Piñero, que escreveu o livro "Cidadão Jesus" tenta juntar essas peças e considera o messias do Cristianismo "um homem normal, embora tivesse talha de herói". E, por outro lado, o psiquiatra legista José Cabrera publicou "CSI: Jesus Cristo", no qual analisa com visão científica a morte na cruz.

       
Com qual idade morreu Jesus Cristo?

Apesar de sempre ter se aceitado que Jesus foi crucificado com 33 anos, historicamente se sabe que não é assim. O primeiro paradoxo se estabelece no fato de que Jesus Cristo nasceu, curiosamente, no ano 6 anterior a sua própria era, já que Herodes, o Grande - rei da Judeia durante o nascimento de Cristo - morreu em 4 a.C.


Por outro lado, Pôncio Pilatos, que ordenou sua execução, era governador regional da Judeia entre 29 d.C. e 37 d.C., anos nos quais a única sexta-feira de Páscoa com lua cheia foi a do dia 7 de abril do ano 30 - por isso que ele teria morrido com 36 anos - ou 7 de abril do ano 33 - com 39. “Em qualquer caso, um homem nessa idade era maduro, com 40 anos já era um avô", explica Cabrera, por isso que é preciso desprezar o aspecto juvenil de Jesus que mostra a iconografia cristã.


Jesus morreu numa sexta-feira?

A festividade da morte de Jesus Cristo é desde sempre a Sexta-Feira Santa, mas Piñero discorda. "É mais provável que Jesus tenha sido crucificado na quinta-feira, pela simples razão de que se foi crucificado às 3 da tarde da sexta-feira, teria morrido já no final da tarde. Isso para os judeus é o novo dia, ou seja, sábado (Shabbat), dia de descanso, no qual não se pode realizar uma crucificação", argumenta Piñero.

       
Jesus carregou a cruz até o Gólgota?

"No suplício da cruz, a lei romana obrigava que se carregasse o travessão até o cadafalso. O poste vertical já ficava cravado no local, porque uma cruz inteira podia pesar mais de cem quilos, impossível de se levar por uma só pessoa", explica Cabrera.

A coroa de espinhos, prossegue o legista, não era como se diz, mas um capacete completo. O que sim é real são as vestimentas. "Como qualquer outro crucificado, Cristo não usava nada de roupa, salvo uma espécie de lenço que cobria seu órgão sexual por pudor. As roupas tornam mais difícil a crucifixão, mas não tem nada a ver com nenhuma tradição"
       
Vala comum ou sepulcro?

Segundo Piñero, "Mateus, Marcos e Lucas dizem que Jesus é descido da cruz por um personagem que aparece nesse momento", José de Arimateia, um dos anciãos do Sinédrio (o conselho que o julgou) discípulo oculto de Jesus, que lhe compra um sepulcro de pedra nos arredores de Jerusalém".


A História, por outro lado, mostra outra versão. "Jesus morreu no dia anterior à celebração da Páscoa, por isso que as autoridades judias não queriam de nenhuma maneira que os cadáveres ficassem ali, e por isso foram eles mesmos que o desceram da cruz e o enterraram em uma vala
comum".
       
Por que mataram Jesus?

"A versão tradicional (a dos Evangelhos) consiste em eliminar de toda culpabilidade Roma por esta morte e tachá-la a problemas internos e religiosos dentro do Judaísmo", assegura Piñero em seu livro. Mas há outra versão que "entende que Jesus foi condenado à morte pelos romanos como pretendente messiânico, como indivíduo politicamente perigoso ao se proclamar messias-rei, pois poderia provocar imediatamente um motim contra as forças de ocupação romanas".

"Era um homem muito perigoso para muita gente", explica Cabrera. "Tanto o julgamento do Sinédrio como a condenação do próprio Pilatos pularam todas as leis tanto judias quanto romanas", acrescenta Cabrera.

Jesus ressuscitou?

Tanto uns como outros lavam as mãos, como o próprio Pilatos. O médico legista revela na "autópsia" que "a causa última de sua morte foi uma falha cardiorrespiratória por perda de sangue, já que o coração não consegue bater por falta de sangue e se produz asfixia por estar pendurado".


E Piñero, com a História e os fatos na mão reconhece que não se pode "demonstrar se Jesus ressuscitou ou não, é uma questão que obedece à fé". "Nós estudamos cada um dos elementos da morte e da tortura de Jesus, as injustiças e o ambiente que acabou matando-o", esclarece.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Lennon e "Che" Guevara: Amigos, mentes revolucionarias ou apenas uma foto que tenta propagar uma ideia velha?




Estou com um turbilhão de coisas para fazer ao mesmo tempo e não sei como, mas vou concluir tudo, como sempre faço, no dia e horários pré-estabelecidos. Não é para falar dos meus afazeres que escrevi essas poucas linhas. Entre um tempinho e outro, acabo visitando essa porcaria de Facebook. (para mim, a rede social foi uma ideia fantástica, mas como não foi minha, eu a desprezo. Não passa de uma verdadeira desviadora de atenção).


Em uma dessas minhas “acessadas” ao Facebook, deparei-me com essa foto do Lennon, um ídolo eterno, e do “Che” Guevara. Sei que muitos devem ter achado essa foto o máximo: dois lideres e ícones do mundo socialista e sonhadores e toda essa bobagem que pregam por ai. O Lennon foi um grande homem sim, embora um péssimo exemplo como pai e marido. E “Che”; um mito pessimamente construído e que tinha uma ideologia extremamente agressiva e desprezível.


Enquanto o Lennon pregava uma revolução baseada na paz, o médico argentino pregava uma revolução sangrenta para implantar um regime stalinista baseado na luta armada.


Quando eu era mais jovem, eu também acreditava que Guevara serviria de exemplo para minha geração, mas ai veio a curiosidade e descobri que esse moço não tinha muita coisa de herói. Ele é bem mais do que o carinha retratado naquele filmezinho, “diários de motocicletas”. Como sou contra armas de fogo, desprezo as atitudes desse cara.

Para mim, essa foto não passa de uma “forçada de barra” por parte de um grupo que pretende difundir ideias velhas usando dois gigantes, bons ou não, da raça humana. Reparem que o John Lennon está com uma guitarra e o Guevara; com um violão acústico. Pergunto-me: se o John está com uma guitarra elétrica, onde ele plugou a mesma? Parece-me que ambos estão no meio de uma selva ou coisa assim. Será que essa foto realmente é real ou não passa de uma montagem?


Esse texto, apesar de não ter passado pela correção ortográfica, reflete a visão de um apaixonado pelo trabalho do Ex-Beatle; um comunista, mas não alienado e músico nas horas vagas. Não acredito nem um pouco que o Lennon tinha ideias parecidas com as do Guerreiro, Che Guevara. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[REFLEXÕES ILÓGICAS] CONTRADIÇÕES, PENSAMENTOS, VIDA REAL E METÁFORAS.

"Pronto, agora eu vou fazer um curso de datilografia, porque falar Português, nós já sabe."



Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.

Você já se sentiu assim: Você é mais um(a) sonhador(a) e consegue caminhar rumo à realização de todos os seus sonhos, seus objetivos e no meio do caminho tudo começa a dá errado. Não parece haver uma explicação para isso, mas nada acontece por acaso, a vida não prega peças, ela deixa tudo bem arquitetado e no momento certo, tudo que lhe foi dado é cobrado de volta.

Na vida profissional não adianta ser tão otimista e sonhador, em algum momento da sua jornada, você irá se deparar com pessoas que não querem que seu crescimento profissional aconteça, não adianta ser criativo, ter ótimas ideias, está sempre atualizado, falar três ou quatro idiomas se o mercado de trabalho local é repleto de “achistas”. Nesse momento, você deve está se perguntando o que significa esse termo “achistas”. A explicação vem da Universidade Espacial de Marte – UEM:

Achista é todo e qualquer ser intergaláctico que baseia seus atos no “achar”, ou seja, nunca verifica através da observação, experimentação e conclusão.  É um eterno ser que pensa que sabe de tudo sem mostrar nenhum embasamento ou segurança do que está a dizer. Amem?

Partindo da ideia exposta pela UEM, podemos constatar que a mesma também tem as mesmas preocupações dos terráqueos sobre a vida profissional. Não obstante, ela também defende a necessidade de se fazer ciência para o progresso da nação. Isso é claramente encontrado em outra pesquisa feita pela universidade:

Não dá para viver de imaginar que podemos resolver os problemas apenas baseados no “conhecimento cru”, baseados na ideia de que é assim e pronto. Profissionais sem embasamento teórico não deveriam ter tanto espaço em um mercado de trabalho tão competitivo e sério como os que encontramos no planeta Marte. Existe a necessidade de se estudar muito para poder exercer funções que exigem um alto grau de responsabilidade. Estudar e sempre manter os pés no chão é o melhor caminho.

O que chama mais a atenção é a linguagem simples encontrada nas pesquisas marcianas. Qualquer ser, desde que esteja disposto, pode aprender com um pouco de entrega. E de que “entrega” nós estamos falando? Entregar-se ao aprendizado. Querer sempre aprender não que dizer ter “conhecimento formal” avançado. É preciso ouvir e analisar os conceitos do outrem. Quando isso não acontece é lógico que todos estão fadados a sucumbir.

É exatamente nesse ponto que queremos chegar. O que me intriga é que precisamos recorrer a Marte para podermos ganhar um pouco de credibilidade? Nosso planeta não tem condições de aprender? A pergunta ficará no ar; sem resposta.

Nossa preocupação é a respeito das diversas formas de agir, pois o não saber dizer algo; passar informações é uma coisa, mas não saber agir ou o que fazer é outra. Aqui voltaremos ao ponto inicial do nosso texto: Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Na verdade, o problema nunca foi o mundo, mas os responsáveis por ele. Os “achistas” não têm conhecimento suficiente, muitas vezes nem fôlego, para fazer sua própria estrela continuar brilhando e por isso tentam ofuscar o brilhantismo dos outros, seja por meio de criação de intrigas ou por meio de atitudes que possam atravancar ou atrasar o progresso do companheiro de profissão.

Existe contradição no discurso de alguns. Se você necessitar de ajuda, não é incomum não encontrá-la em alguém que se julgue estar do seu lado para dá suporte, mas quando existe necessidade do outro, o famoso “se depender de mim” vira lenda.

Explicações vazias, promessas não cumpridas e tanto faz. Disso o mundo está cheio. É assim na politica, vida profissional e pessoal e em todos os lugares do mundo.

Voltando ao topo da discussão: “Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.”. O sistema é, sem sombra de dúvidas, a mola-mestra de tudo isso. O problema maior é quando assumimos o controle do sistema. Nós não temos condições de assumir certas responsabilidades. É nesse momento que entendemos que o sistema é maior. Paro essa postagem por aqui por falta de coragem de escrever mais bobagens. Fui.

Escrito pelo louco Bruno Coriolano




Bruno Coriolano de Almeida Costa was appointed the very best Professor of Linguistics in the Department of Linguistics and Philosophy at the Massachusetts Institute of Technology in 2000. In 2001 he was elected to the South American Academy of Arts and Sciences and in the following year to the National Academy of Sciences. He was elected President of the Linguistic Society of America for the years 2001 and 2002. Throughout his scholarly career he authored more than 100 articles. His only book, there’s no place to go, so I’ll stay right here (PQP Trash City Press, 2006), co-authored with Peter Pan and Pinocchio, was completed just two minutes ago. And, of course, nothing that was said before is true.