SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

P/E/N/S/A/M/E/N/T/O/S.




''O seu núcleo mais profundo sempre foi puro, a pureza é inerente a você, ela não pode ser tirada. Para alcançar a pureza da mente, deve-se cultivar a consciência constante de estar atento o tempo todo. Deve-se permanecer sempre consciente de nossos pensamentos. Quem está viajando para a liberdade? O que já está livre. Apenas se livrar do conceito, "Eu sou o corpo, separado da fonte." Você volta para o que você sempre foi.''


Swami Rama

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rascunho livre: Um pouco de arte não mata ninguém.




Essa imagem é bem famosa para os estudantes de História, aquela disciplina adorável que nos ajuda a refletir sobre nosso passado. Seu nome é “La liberté guidant le peuple”, em português; A Liberdade guiando os povos.

Lembramo-nos da La liberté guidant le peuple quando nos referimos aos períodos de revoluções na França (bye bye Sarkozy) Napoleônica e na América durante o período de independência (bateu uma saudade de estudar História agora).

Com essa postagem só tenho uma pergunta a fazer: onde está a liberdade que não chegou ao Brasil? Será que ela morreu na guerra ou virou brasileira e se contentou em satisfazer o desejo dos estrangeiros dessa imagem? (nem todas são assim).

Termino a postagem com uma frase do Millôr Fernandes “Me arrancam tudo à força, e depois me chamam de contribuinte”.

Fonte: da minha cabeça doentia. 

domingo, 13 de maio de 2012

Moderação nas postagens na internet, please!




Futilidades na rede mundial.

A internet virou local sem lei. São fotos de pessoas desocupadas, que expõem suas intimidades e que depois reclamam por as terem divulgadas. As redes sociais são verdadeiras fontes de descarrego. Uso o termo “descarrego” e logo me lembro daquela situação, digamos... Íntima: defecar, descarregar. Isso mesmo; parece que as redes sócias, nas mãos de pessoas pobres de espírito, viraram um local onde se expressa todo tipo de pensamento, até mesmo aquele espontâneo, quando na verdade, deveríamos “selecionar” o conteúdo que vamos jogar na rede mundial.

Não é incomum nos depararmos com situações onde pessoas lamentam a morte de um amigo em uma postagem e minutos depois postam fotos da festa que foram na noite anterior. Não é contraditório???? A pessoa está infeliz ou feliz? vai saber!

Facebook já é local onde a futilidade ganha potência. O que um bobalhão espalha na rede, logo será visto novamente em alguns dias. Não existe nada de novo. É tudo velho de novo (até gostei dessa frase!). 

Como esse texto está muito pobre, me despeço agora antes que alguém me acuse de ser fútil por escrever essa bobagem.   



Brasil sil sil sil... Mais do mesmo.



Viver no Brasil é bem fácil: Você só precisa trabalhar duro e mais de 70% do que você consegue ganhar vai parar nas mãos das pessoas de colarinho branco. Essa imagem não é nada mais do que a tradução visual da realidade do trabalhador brasileiro. Enquanto você, trabalhador, fornece um bem maior – sua força de trabalho – outros, sem tanto esforço, ficam ricos à suas custas.

Bruno Coriolano.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[REFLEXÕES ILÓGICAS] CONTRADIÇÕES, PENSAMENTOS, VIDA REAL E METÁFORAS.

"Pronto, agora eu vou fazer um curso de datilografia, porque falar Português, nós já sabe."



Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.

Você já se sentiu assim: Você é mais um(a) sonhador(a) e consegue caminhar rumo à realização de todos os seus sonhos, seus objetivos e no meio do caminho tudo começa a dá errado. Não parece haver uma explicação para isso, mas nada acontece por acaso, a vida não prega peças, ela deixa tudo bem arquitetado e no momento certo, tudo que lhe foi dado é cobrado de volta.

Na vida profissional não adianta ser tão otimista e sonhador, em algum momento da sua jornada, você irá se deparar com pessoas que não querem que seu crescimento profissional aconteça, não adianta ser criativo, ter ótimas ideias, está sempre atualizado, falar três ou quatro idiomas se o mercado de trabalho local é repleto de “achistas”. Nesse momento, você deve está se perguntando o que significa esse termo “achistas”. A explicação vem da Universidade Espacial de Marte – UEM:

Achista é todo e qualquer ser intergaláctico que baseia seus atos no “achar”, ou seja, nunca verifica através da observação, experimentação e conclusão.  É um eterno ser que pensa que sabe de tudo sem mostrar nenhum embasamento ou segurança do que está a dizer. Amem?

Partindo da ideia exposta pela UEM, podemos constatar que a mesma também tem as mesmas preocupações dos terráqueos sobre a vida profissional. Não obstante, ela também defende a necessidade de se fazer ciência para o progresso da nação. Isso é claramente encontrado em outra pesquisa feita pela universidade:

Não dá para viver de imaginar que podemos resolver os problemas apenas baseados no “conhecimento cru”, baseados na ideia de que é assim e pronto. Profissionais sem embasamento teórico não deveriam ter tanto espaço em um mercado de trabalho tão competitivo e sério como os que encontramos no planeta Marte. Existe a necessidade de se estudar muito para poder exercer funções que exigem um alto grau de responsabilidade. Estudar e sempre manter os pés no chão é o melhor caminho.

O que chama mais a atenção é a linguagem simples encontrada nas pesquisas marcianas. Qualquer ser, desde que esteja disposto, pode aprender com um pouco de entrega. E de que “entrega” nós estamos falando? Entregar-se ao aprendizado. Querer sempre aprender não que dizer ter “conhecimento formal” avançado. É preciso ouvir e analisar os conceitos do outrem. Quando isso não acontece é lógico que todos estão fadados a sucumbir.

É exatamente nesse ponto que queremos chegar. O que me intriga é que precisamos recorrer a Marte para podermos ganhar um pouco de credibilidade? Nosso planeta não tem condições de aprender? A pergunta ficará no ar; sem resposta.

Nossa preocupação é a respeito das diversas formas de agir, pois o não saber dizer algo; passar informações é uma coisa, mas não saber agir ou o que fazer é outra. Aqui voltaremos ao ponto inicial do nosso texto: Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Na verdade, o problema nunca foi o mundo, mas os responsáveis por ele. Os “achistas” não têm conhecimento suficiente, muitas vezes nem fôlego, para fazer sua própria estrela continuar brilhando e por isso tentam ofuscar o brilhantismo dos outros, seja por meio de criação de intrigas ou por meio de atitudes que possam atravancar ou atrasar o progresso do companheiro de profissão.

Existe contradição no discurso de alguns. Se você necessitar de ajuda, não é incomum não encontrá-la em alguém que se julgue estar do seu lado para dá suporte, mas quando existe necessidade do outro, o famoso “se depender de mim” vira lenda.

Explicações vazias, promessas não cumpridas e tanto faz. Disso o mundo está cheio. É assim na politica, vida profissional e pessoal e em todos os lugares do mundo.

Voltando ao topo da discussão: “Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.”. O sistema é, sem sombra de dúvidas, a mola-mestra de tudo isso. O problema maior é quando assumimos o controle do sistema. Nós não temos condições de assumir certas responsabilidades. É nesse momento que entendemos que o sistema é maior. Paro essa postagem por aqui por falta de coragem de escrever mais bobagens. Fui.

Escrito pelo louco Bruno Coriolano




Bruno Coriolano de Almeida Costa was appointed the very best Professor of Linguistics in the Department of Linguistics and Philosophy at the Massachusetts Institute of Technology in 2000. In 2001 he was elected to the South American Academy of Arts and Sciences and in the following year to the National Academy of Sciences. He was elected President of the Linguistic Society of America for the years 2001 and 2002. Throughout his scholarly career he authored more than 100 articles. His only book, there’s no place to go, so I’ll stay right here (PQP Trash City Press, 2006), co-authored with Peter Pan and Pinocchio, was completed just two minutes ago. And, of course, nothing that was said before is true.