SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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domingo, 27 de maio de 2012

COMENTÁRIOS DE UM PROFESSOR:







Hoje pelo Facebook (link) me deparo com um comentário de um professor de uma universidade federal do nordeste. O mesmo faz indagações sobre as bolsas para pesquisadores. Vejam o que o mesmo disse:


“Pegando carona no compartilhamento dos vergonhosos salários que o governo do PT reserve para os professores, o que dizer, então, das "bolsas" que o CNPq dá aos (eu cito) "pesquisadores que se destacam entre seus pares, valorizando sua produção cientifica". Com bolsas de R$ 1500,00 é que o país vai garantir seu lugar no mundo? Devemos rir ou chorar?”.



COMENTÁRIOS DE BRUNO CORIOLANO:

Devemos rir ou chorar? Quem disse que apenas jogar dinheiro na mão do povo vai melhorar a qualidade das pesquisas ou tornar nossos alunos melhores? Tenho acompanhado ultimamente pesquisas pífias e que não têm nenhuma relevância. O que estou querendo dizer aqui não é que esse valor é algo extraordinário ou satisfatório, mas acho que o valor deveria ser pago pela relevância da pesquisa: se for de boa qualidade, o pesquisador deveria receber incentivo extra, mas se for só mais uma pesquisa onde o investigador apenas almeja um diploma e acrescentar umas letrinhas a mais ao nome, deveria era mesmo pagar ao país por fazer isso. Devemos chorar ou rir? Fica a pergunta no ar. 

Não quero ser pessimamente mal interpretado, mas se for, eu pago minhas contas em dia e não devo mais nada a ninguém... Opinião por opinião, eu também tenho a minha.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pós-graduação obtida por brasileiros no Mercosul poderão ter reconhecimento automático.






A medida consta do Projeto de Lei 1981/2011, de autoria do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), que recebeu, nesta terça-feira (22), parecer favorável da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), durante reunião presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Os títulos de pós-graduação obtidos por brasileiros em instituições de ensino superior dos demais países do Mercosul - Argentina, Paraguai e Uruguai - poderão ter reconhecimento automático, para o exercício de atividades de docência e pesquisa. O parecer apresentado ontem é o primeiro passo da tramitação do projeto, que agora será analisado por duas comissões - Educação e Cultura, e Constituição, Justiça e Cidadania - e pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Em seguida, a proposta tramitará no Senado.

Como observou em seu voto favorável o relator ad hoc do projeto, deputado José Stedile (PSB-RS), a regulamentação atualmente em vigor do Acordo de Admissão de Títulos e Graus Universitários do Mercosul determina que apenas professores e pesquisadores estrangeiros que trabalham no Brasil têm reconhecimento automático dos diplomas obtidos nos demais países do bloco.

O projeto determina a aplicação do mesmo princípio para os brasileiros, que ainda hoje precisam submeter seus diplomas aos procedimentos estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

"A proposição estende esse reconhecimento, no Brasil, a brasileiros que tenham obtido diploma em outros países do Mercosul e acrescenta sua utilidade para fins de concursos públicos, equiparando tais certificados, para efeito de posicionamento na carreira e no salário do detentor, àqueles regularmente obtidos em instituição de ensino superior brasileira", afirmou Stedile.
(Agência Senado)



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Educação: Harvard e MIT anunciam cursos on-line gratuitos.

NOTA MINHA:

Boa notícia para aqueles que não têm medo de encarar desafios ainda maiores em suas carreiras. Já aviso que domínio completo do idioma de Shakespeare deve ser o requisito mínimo. Finalmente teremos uma maior valorização do ensino dessa língua aqui no Brasil. 


Por meio da parceria, chamada de EdX, serão oferecidos cursos e vídeos para estudantes de todo o mundo. Investimento será de 30 milhões de dólares



A Universidade Harvard e o MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos, anunciaram nesta quarta-feira a criação de uma plataforma on-line de educação que vai oferecer cursos gratuitos para estudantes de todo o mundo. Após concluir o curso, batizado EdX, o estudante poderá pagar uma taxa, cujo valor ainda não foi divulgado, para receber um certificado. A data de lançamento não foi divulgada, mas as instituições prometem colocar os cursos no ar no segundo semestre deste ano (outono no hemisfério norte).

Além de cursos personalizados, o software deve apresentar testes, vídeos de aulas e ferramentas que permitam a colaboração e integração dos alunos. As instituições pretendem investir 30 milhões de dólares no projeto, que não tem fins lucrativos. Eventualmente, outras universidades poderiam oferecer cursos usando suas marcas na EdX.

Drew Faust, reitora de Harvard, afirmou, durante coletiva de lançamento, que a intenção não é apenas tornar o conhecimento mais acessível, mas também saber mais sobre como os alunos aprendem e, assim, poder ensiná-los de forma mais eficaz. "Dois dos meus compromissos mais importantes como reitora são aumentar o acesso à educação e fortalecer ensino e aprendizagem", disse a reitora, segundo comunicado oficial de Harvard. "O EdX nos permitirá avançar em ambos, de forma como nunca imaginamos."

O software deve mostrar, por exemplo, quanto tempo os alunos gastam fazendo um exercício ou assistindo a um curto vídeo. Dessa forma, os professores saberiam quais as lições que requerem mais dedicação e um tempo de aprendizagem maior. Com milhares de alunos matriculados, um curso no EdX deve fornecer dados preciosos e estatisticamente significativos sobre educação.

"A educação on-line não é inimiga da educação presencial. Pelo contrário, é uma profunda e libertadora aliada", afirmou Alan Garber, provost de Harvard (cargo ligado à reitoria). "Nosso objetivo é educar 1 bilhão de pessoas", completou Anant Argawal, diretor do laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial do MIT.

Direto da fonte: