SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

CAUSA NOBRE Por Erica Martin.




Até os 30 anos, a paranaense Alessandra Fontana, hoje com 36, trabalhava como jornalista. Durante um mestrado em relações internacionais, em Londres, começou a estudar países pobres e em desenvolvimento. Decidiu largar o jornalismo, permanecer no exterior e redirecionar a carreira. "Queria ajudar as pessoas de uma maneira bem prática", diz. 


Em 2007, ela começou a trabalhar no instituto anticorrupção Christian Michelsen, na Noruega. Na entidade, ela coordena um centro que fiscaliza como governos de nações pobres usam os envios financeiros de oito nações ricas. Caso a verba esteja sendo desviada, seu grupo age para conscientizar a população local de que existe um dinheiro que deveria estar chegando até ela.


O que move Alessandra é o propósito de ajudar. Quando volta para casa, na Noruega, traz histórias bonitas e tristes na bagagem. "Às vezes, retorno de alguns países tão desapontada que penso em desistir. Ao mesmo tempo, se não tiver ninguém que faça o que faço, nada vai mudar", completa. 

sábado, 9 de junho de 2012

A Ciência como Vocação.





Uma voz me chega de Seir, em Edom:
Sentinela, quanto durará ainda a noite?
Responde a sentinela:
Há-de chegar a manhã, mas ainda é noite.
Se queres perguntar, volta de novo.


O povo a quem isto foi dito perguntou e esperou durante mais de dois mil anos, e todos conhecemos o seu impressionante destino. Queremos daqui tirar uma lição: que não basta ficar à espera e almejar. Importa fazer algo mais. É necessário lançar-se ao trabalho e responder – como homem e de um modo profissional – à “exigência de cada dia”. Mas isto é simples e singelo, se cada qual encontrar o demónio que segura os cordelinhos da sua vida e lhe prestar obediência.

[Nota do Tradutor]


Este texto aparece no volume Max WEBER, Três tipos de poder e outros escritos, Tribuna da História, Lisboa, 2005. O leitor poderá aqui encontrar ainda: “O sentido da neutralidade axiológica das ciências sociológicas e económicas” (1917), “O Socialismo” (1918), “A política como vocação” (1919). – As obras de MaxWeber em alemão estão, em parte, disponíveis no seguinte electro-sítio: