SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

- [Portal da Língua Inglesa] -

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domingo, 28 de outubro de 2012

Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.



“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. (Amyr Klink)

Experimente ouvir coisas novas.

Para quem me conhece sabe que sou um eterno procurador daquilo que nem sei se existe. Na música, então... Sou aquele tipo de cara que escuta “quase tudo”. Digo quase tudo porque algumas coisas, escutamos involuntariamente como músicas de candidatos e forró ruim.

Vasculhando pela net, encontrei essa banda argentina: Rocanrolando. A sonoridade não é lá essas coisas, mas a descoberta do novo é muito legal. Espero que alguém veja esse vídeo e curta esse estilo de música.







E já que estamos falando de Argentina, encontrei também esse americano que postou um vídeo no YouTube imitando a forma como os argentinos, digamos de Buenos Aires, falam.



sábado, 27 de outubro de 2012

Conheça os costumes da Espanha.




O festival de Las Fallas, em Valência, reúne tudo que um grande festival deve ter: música, fogos de artifícios, fogueiras festivas, arte e festa a noite toda! Em março, os bairros da cidade constroem imensas esculturas de papel machê (as tais fallas) para competir pelo posto de mais impressionante. A vencedora vai para o Museo Fallero. As demais são incendiadas, acompanhadas de um verdadeiro show de pirotecnia.

Fonte: Lonely Planet Brasil Via Facebook.

Imagine there's no Heaven...





Sem muitas palavras, pois o mais importante aqui é o vídeo. Essa música, “imagine” de John Lennon, foi tocada no encerramento das OLIMPÍADAS DE LONDRES. Que momento incrível! É uma pena que o eterno Beatle não esteja vivo para ver o que prepararam para ele nesse dia. Reparem que no final da apresentação o apresentador da BBC fica emocionado.

Sim, John, “vamos imaginar um mundo onde as pessoas possam viver em paz”. Você não era o único sonhador nesse mundo. 



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

{destinos} Praga: The Cavemen.




Ao visitar Praga conheça o The Cavemen, mas não se assuste! O restaurante, no melhor estilo das cavernas, recebe os pedidos por mimica ou desenho e para chamar o garçom, bata a caneca na mesa!



Fonte: STB via Facebook. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Abra a sua mente.




Umas das coisas que venho aprendendo no meio do mundo é que somos seres diferentes. Mas essa diferença não nos torna pessoas melhores ou piores, apenas diferentes, o que é bom.

Aprender a conviver com as diferenças é algo importante, principalmente se falando em tempos de globalização.

Viajar não apenas nos proporciona momentos de lazer, mas também de aprendizado. Ao termos contato com outros povos, aprendemos que nem todos pensam como nós e que agem de forma diferente também.

A dica é: Aceite o diferente e entenda que você pode aprender muito com os outros. Todos nós temos gosto e vontades diferentes. Traga sempre na sua bagagem mais conhecimento e faça uso do mesmo na sua vida. Aprender é muito mais do que um ato simples de ler; é vivenciar. 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Fale a língua dos nativos. Parte I.




Essa postagem precisará de uma irmã gêmea. No futuro, pretendo escrever a segunda parte.

Uma dica muito interessante para aqueles que viajem a outro país, mas não aproveitam a experiência para se comunicar e aprender um pouco mais.

Já ouvi relatos de pessoas que passaram um tempo longe não voltaram falando nada da língua daquele local. Pior, conheço pessoas que foram morar fora por um longo tempo, só para aprender a língua, e acabam nem aprendendo nada ou voltaram pior do que foram. Mas o porquê disso? Bem, normalmente, elas se envolvem muito com brasileiros lá fora (ou pessoas da mesma nação), que também não querem falar a língua, e acabam naufragando junto. Tenho um exemplo vindo de Atlantic City, New Jersey. Um colega de trabalho não falava quase nada em inglês, por quê? Ele era da Costa Rica e já morava no país há 25 anos, mas pelo simples fato de só falar em espanhol com a sua comunidade, não aprendeu nada. Até para pegar melhores posições de emprego, fica mais complicado.  

Essa dica abrange até a questão de aproveitar melhor a experiência. De que vale você sair pelo mundo e nem ter contato direto com a cultura? Falando ou tentando falar o idioma local, você pode se aproximar mais dos nativos e consequentemente aprender mais, mas ficar se comunicando apenas com bazucas... A coisa não anda.

Então a dica é: quando estiver em outro país, tente falar a língua dos nativos, mesmo cometendo erros. Mas é lógico que você não vai aprender a língua dos nativos do nada. O ideal é, juntamente com o planejamento da viagem, incluir algumas horas de estudo do idioma (antes de viajar). Garanto que se você tentar e não se comunicar bem, pelo menos vai muita história engraçada para contar depois.