SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Escócia: Edimburgo I.



Castelo de Edimburgo. Vista da entrada. 

Resumidamente posso dizer que uma das mais belas cidades onde já estive se chama Edimburgo (Edinburgh) na Escócia. Inicialmente essa cidade não estava em meus planos durante meu segundo mochilão pela Europa.



A cidade encanta pela objetividade. Explicando melhor, quero dizer que conhecer Edimburgo é uma das tarefas mais fáceis, pois praticamente tudo é muito perto e é possível percorrer a cidade toda sem utilização de transporte. As galerias são gratuitas e a arquitetura é simplesmente sensacional.




Meu conhecimento sobre a Escócia era bem limitado e basicamente o que me encantava era a imagem passada pelo filme do ator australiano, Mel Gibson, “Coração Valente” (Braveheart), que conta a história, com algumas adaptações e alterações, de William Wallace e Robert the Bruce.



Não vou me alongar, até porque as imagens falam por elas mesmas. 



Dentro do Castelo de Edimburgo.


Tenho tanta história para contar sobre essa experiência, mas não vou poder dedicar muito tempo à escrita, por isso, resolvi escrever de forma muito superficial, mas com o objetivo de mostrar a pontinha do iceberg de forma a deixar o leitor com gosto de “quero mais”. 


Como dicas eu diria que a primeira coisa a ser feita é visitar o CASTELO DE EDIMBURGO. Depois de passar algumas horas visitando todas as partes desse belíssimo monumento, sugiro que o viajante vá direto pela Royal Mile, que é a avenida, digamos assim, que fica logo de frente ao castelo. Se você seguir direto, vai parar em frente ao palácio Holyroodhouse, residência oficial da Rainha Elizabeth na Escócia. No meio do caminho, você vai se deparar com “William Wallace”. 




Esse cara se veste do lendário William Wallace para arrecadar dinheiro para instituições de caridade. Já conseguir arrecadar mais 1 milhão de Libras Esterlinas. William Wallace, o verdadeiro, foi um líder escocês que batalhou pela independência do seu país, que na época era governado por Eduardo I da Inglaterra (Edward Longshanks). 


Em frente ao Monumento Scott.  É um monumento de estilo gótico de corte vitoriano erguido em homenagem ao autor escocês Walter Scott. Tive a sorte de ter esse cidadão escocês tocando exatamente nesse local, o que deixou a foto "um pouco mais com vida".

Uma boa opção para quem curte pubs é o Greyfriars Bobby Pub, onde está localizada a estátua em homenagem ao cachorro Greyfriars Bobby. Ele foi um cão da raça Skye Terrier que ficou conhecido em Edimburgo no século XIX por ter passado 14 anos guardando o túmulo de seu dono até sua própria morte em 14 de Janeiro de 1872. Um ano após sua morte, Lady Burdett-Coutts mandou erguer uma fonte e uma estátua em sua homenagem.



Essa é a estátua citada anteriormente. 
Túmulo do Greyfriars Bobby



Saint Giles Cathedral. 

Cemitério em Edimburgo. Dizem que muitas bruxas foram enterradas nesse local e tocando em suas paredes é possível ouvir seus gritos e gemidos. Por educação e para não decepcionar aqueles que dedicam um pouco do seu tempo para explicar essas coisas, temos que ir lá e fazer isso, não é?

Pelas ruas da Royal Mile.

Local onde a J.K. Rowling escreveu seus livros do Harry Potter. "Who cares?"


E aí, bateu aquela fome? Eu fiz questão de experimentar o café da manhã Escocês, que na verdade é quase a mesma coisa do Irlandês e Inglês. 


Scottish Breakfast.





E lógico, o Fish & Chips, ou seja, peixe com batatas, que é uma das comidas típicas daquela região, Reino Unido.



Fish & Chips.


Para terminar, eu dormi no meio da rua? Claro que não. Para todos aqueles que desejam ir à Edimburgo, recomendo o Castle Rock Hostel, um albergue que fica exatamente ao lado do Castelo de Edimburgo. Dividi o mesmo com dois americanos, um canadense e um neozelandês, prato cheio para quem tinha como objetivo praticar diferentes formas de se falar a língua inglesa. Gol de placa, eu diria! 


Vista do Castelo de Edimburgo para o Castle Rock Hostel. 


Prometo que escrevo uma segunda parte com mais calma. Mas por enquanto essa é minha Edimburgo. Digo minhas porque a visão dos locais por onde passamos depende e muito daquilo que visualizamos como interessante.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Abra a sua mente.




Umas das coisas que venho aprendendo no meio do mundo é que somos seres diferentes. Mas essa diferença não nos torna pessoas melhores ou piores, apenas diferentes, o que é bom.

Aprender a conviver com as diferenças é algo importante, principalmente se falando em tempos de globalização.

Viajar não apenas nos proporciona momentos de lazer, mas também de aprendizado. Ao termos contato com outros povos, aprendemos que nem todos pensam como nós e que agem de forma diferente também.

A dica é: Aceite o diferente e entenda que você pode aprender muito com os outros. Todos nós temos gosto e vontades diferentes. Traga sempre na sua bagagem mais conhecimento e faça uso do mesmo na sua vida. Aprender é muito mais do que um ato simples de ler; é vivenciar. 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Fale a língua dos nativos. Parte I.




Essa postagem precisará de uma irmã gêmea. No futuro, pretendo escrever a segunda parte.

Uma dica muito interessante para aqueles que viajem a outro país, mas não aproveitam a experiência para se comunicar e aprender um pouco mais.

Já ouvi relatos de pessoas que passaram um tempo longe não voltaram falando nada da língua daquele local. Pior, conheço pessoas que foram morar fora por um longo tempo, só para aprender a língua, e acabam nem aprendendo nada ou voltaram pior do que foram. Mas o porquê disso? Bem, normalmente, elas se envolvem muito com brasileiros lá fora (ou pessoas da mesma nação), que também não querem falar a língua, e acabam naufragando junto. Tenho um exemplo vindo de Atlantic City, New Jersey. Um colega de trabalho não falava quase nada em inglês, por quê? Ele era da Costa Rica e já morava no país há 25 anos, mas pelo simples fato de só falar em espanhol com a sua comunidade, não aprendeu nada. Até para pegar melhores posições de emprego, fica mais complicado.  

Essa dica abrange até a questão de aproveitar melhor a experiência. De que vale você sair pelo mundo e nem ter contato direto com a cultura? Falando ou tentando falar o idioma local, você pode se aproximar mais dos nativos e consequentemente aprender mais, mas ficar se comunicando apenas com bazucas... A coisa não anda.

Então a dica é: quando estiver em outro país, tente falar a língua dos nativos, mesmo cometendo erros. Mas é lógico que você não vai aprender a língua dos nativos do nada. O ideal é, juntamente com o planejamento da viagem, incluir algumas horas de estudo do idioma (antes de viajar). Garanto que se você tentar e não se comunicar bem, pelo menos vai muita história engraçada para contar depois.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Experimentando a culinária local: uma viagem dentro da outra.



Sabe aquela sensação que você tem quando sente o cheiro de algo ou come determinado tipo de comida e lembra-se de algum momento especifico? Pois bem, a dica de hoje é sobre esse tipo de sensação.


Muitas vezes, quando viajamos, planejamos economizar o máximo para podermos fazer outras extravagancias. Já ouvi e li relatos de companheiros e viajantes que costumam levar comida (pipoca de plástico, barras de cereal e chocolate etc) em suas mochilas para comer e “enganar” a fome só para economizar. Tudo bem que sair gastando dinheiro de forma irresponsável e sem planejamento não é lá uma ideia legal, mas o legal de conhecer lugares é também “viajar” na culinária local – uma viagem dentro da outra.


Já pensou em ir até Lisboa e não tomar um bom vinho português ou comer os pasteis de Belém? Ou em Londres e não comer o tradicional Fish and chips? Ou mesmo não comer uma pizza feita com massa italiana enquanto estiver em Roma? Não tem sentindo algum não conhecer o que os nativos fazem por meio de seus hábitos culinários.  Sair do país para comer churrasco em restaurante brasileiro? Olha, acho que isso não é uma boa...


ENTÃO A DICA É ESSA: Comer os pratos típicos dos países que visitou ou vai visitar. Mas não comente de outros países, mas culinária local, como os pratos típicos da Bahia, por exemplo. Somente assim você irá sentir aquela saudade quando sentir sabor parecido com a comida que experimentou. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cuidado com comentários e certas atitudes enquanto estiver em outro país. (Parte I)


Vou trazer uma dica toda semana para pessoas que gostam de viajar. Não apenas dicas sobre outros países, mas também sobre o nosso. 






Um ponto bastante importante a ser observado quando viajamos para outro país, é lembrar que estamos, mesmo com a globalização, em território alheio, ou seja, em outro domino.


Regras se aplicam em todos os locais e contextos, e elas, as regras, foram feitas para serem seguidas. Talvez o brasileiro tenha essa ideia de que tudo é permitido e que sempre existe um jeitinho para resolver certos problemas. Essa é uma visão falsa e perigosa.


Quando estamos em outras terras, precisamos lembrar que brincadeiras e gozações podem pegar mal e nos colocar em situações complicadas.


Nem todos os povos são como nós brasileiros. Muitos deles, mesmo sabendo de problemas existentes em seus países, não costumam expor da mesma forma que fazemos. Por exemplo, estando eu nesse momento escrevendo no Brasil, fica muito fácil fazer qualquer piada sobre Hitler ou a Rainha Elizabeth, mas fazer o mesmo em território alemão ou inglês pode trazer complicações até diplomáticas ou pior, caso faça algum comentários ofensivo sobre Allah ou Maomé, em terras muçulmanas. Nesse caso, você pode, literalmente, perder a cabeça.


A dica é: Cuidado com comentários sobre povos ou problemas sociais enquanto estiver em outro país. Mesmo que tenham fundamentos, críticas e comentários pode estragar sua experiência internacional. Fazer uso do bom senso e tentar vivenciar outras culturas exige uma dose refinada de diplomacia.

domingo, 21 de outubro de 2012

O que eu vi da vida em minhas andanças: Transportes alternativos para desafogar o transito e promover bem-estar.




Sempre digo isso: em país de primeiro mundo, as pessoas não precisam de carro próprio o tempo todo, poluindo o ambiente e gastando com manutenção e gastando com combustível. Bons transportes públicos melhoram e facilitam a vida das pessoas.  

O que apresento aqui é uma ideia para os pais que gostam de bicicletas. A ideia é “made in USA”, mas pode se espalhar muito facilmente. Já ouviram falar em qualidade de vida? Pois é, além da utilidade, tal bicicleta pode também ajudar no controle do peso.

Em Londres, existem ciclovias muito bem estruturadas e organizadas (fui testemunha ocular). Uma cidade que pretende ser sede de JOGOS OLÍMPICOS ou COPA DO MUNDO, deve sim pensar em alternativas como essas: ciclovias.

Ao invés de ficar perdendo tempo com novelas e com a dieta de 6 milhões do Ronald pançudo, poderíamos pensar em formas de facilitar a vida das pessoas. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

VIAJANDO PELO MUNDO: AS EXPERIÊNCIAS DOS OUTROS...

O destino do meu intercâmbio, Nova Zelândia – Porque escolher a NZ.





Na nova fase da série “O destino do meu intercâmbio” vamos conhecer outro promissor destino para os brasileiros que querem aprender ou aprimorar o english, a Nova Zelândia. Quem embarca nessa com a turma do E-Dublin é o estudante brasileiro Vandeilson Santi que já viveu essa experiência por um ano na terra dos Kiwis!!!! Let´s enjoy New Zealand folks!!!


By Wandeilson Santi
New Zealand, ou, em maori AOTEAROA!!



 A Nova Zelândia é o país da Oceania com pouco mais de 4,4 milhões de habitantes. A capital é Wellington, mas a maior cidade é Auckland.

O clima é temperado, quem gosta de frio deve ir para a ilha sul; quem curte mais uma praia fique na norte! Temperaturas não passam de 30°C no verão na ilha norte e inverno na ilha sul chega aà 0°C!

Venta bastante! Acukland leva o apelido de City of Sails apesar de não ser tão forte por lá, é perfeito para velejar! Situada a 1500Km marítimos da Austrália! (já sabemos aonde ir nas primeiras férias hein! )

Turismo de aventura é a principal atividade econômica deste país!

Moeda: Dollar Neozelandes, o DNZ$;

A arte e a cultura Maori é um ponto forte. Você ouvirá muito sobre a cultura maori na NZ, é interessante dar uma lida sobre o assunto pois ela é bem forte e respeitada por lá, vale a pena conhecê-la!

Famosa para muitos pelo: pássaro kiwi; seleção de rúgbi All Black; foi cenário para a trilogia do Senhor dos Anéis e alguns outros filmes gravados lá; o bungee jump de Queenstown; a forte e respeitada cultura maori e por ter muitas ovelhas e kiwi (fruta).

Esportes praticados lá: rugby, cricket, surf, futebol, golf, netball, mergulho e caça submarina, tênis, softball, velejar, montanhismo, ciclismo, kite surf, caminhadas, canoagem, wind surf, vôo livre…etc!

Curiosidade: Um nativo neozelandês é chamado de Kiwi também!

Porque escolher a Nova Zelândia, tecnicamente falando! (como diz minha mãe: “filho pra que tão longe?! Não tem um lugarzinho mais perto não?!”).

Direto ao ponto levei em consideração todos esses tópicos abaixo na hora de decidir para onde ir:

Ø  Estudante com curso superior ou igual à 6 meses com comprovação do nível de inglês (IELTS) tem direito de trabalho de 20 horas semana (nova regra desde Abril 2012);
Ø  Alto nível de educação;
Ø  Apesar de estar crescendo, NZ é desenvolvida e avançada;
Ø  É um país com uma cultura de certa forma jovem, bastante estudantes e mochileiros e algumas cidades agitadas (e várias opções mais calmas e aconchegantes, no meu caso não era o que procurava…mas enfim) e muitas coisas pra se fazer;
Ø  A beleza natural incrível e exuberante do país garante um ambiente agradável para os estudos;
Ø  Há várias opções de cursos; os de inglês, profissionalizantes, técnicos, graduações, pós-graduações e etc… E pode ser combinados com passeios e tours de aventura;
Ø  Os neozelandeses são hospitaleiros;
Ø  NZ é um país turístico e cosmopolitano, de grande diversidade étnica (e sim tem bastante brasileiro);
Ø  NZ possui um ambiente seguro e aprazível para se viver e estudar (inclusive a policia não anda armada no país)
Ø  Boas condições de moradia;
Ø  Custos de educação e de vida são razoavelmente bons e competitivos comparados a outros destinos;
Ø  O clima é temperado como falei antes, com mudanças sazonais (de certa forma parecido com o ????  nas estações);
Ø  Outro ponto considerável é que a moeda é  mais compatível com a nossa em vista de outros destinos (hoje dollar NZ= R$1,54 média);
Ø  País totalmente turístico e adaptado para isso;
Ø  Já esteve dentre as 10 melhores cidades do mundo para se morar (Auckland);
Ø  Valorizam a cultura, esportes, meio ambiente, segurança.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

“When in Rome, do as the Romans do”.



O motivo de escrever essa postagem é bem simples: para que a mesma sirva de conselho ao mesmo tempo em que critico pessoas que não sabem tirar o melhor proveito em viagens ao exterior.

Sempre vejo pessoas que viajam pelo mundo e, em minha opinião ácida, não sabem aproveitar o momento para aprender e ter contato com as pessoas nativas.  

São desde estudantes que fazem intercambio cultural em outras nações à pessoas que viajam de férias. Se misturar e aprender um pouco da cultura local é o que há de melhor. Nada como se comunicar na língua nativa e comer a comida local para depois poder saber se  a viagem valeu mesmo. Portanto, ao viajar, nada de comer em restaurantes brasileiros e sair por ai falando português. Aproveitem para vivenciar a nova cultura e aprender, pois a bagagem cultural é o que você vai levar para o resto da vida.

Existe um velho ditado em inglês que diz “when in Rome, do as the Romans do” (quando estiver em Roma, faça como os romanos fazem).


terça-feira, 22 de maio de 2012

Quando eu quase desisti.

Compartilho aqui um texto bem estimulante onde podemos aprender o valor de termos uma boa equipe para nos prover suporte no momento que precisamos. Indico o mesmo para líderes que querem mostrar o valor de trabalhar em boas equipes e/ou para aqueles que querem seguir um bom exemplo e encontrar motivação em momentos difíceis.


Quando eu quase desisti

Crédito: Ilustração: Lula Palomanes

Antes de abandonar um desafio, faça uma pausa para refletir e converse com um amigo que saiba te escutar.

Recentemente fiz uma viagem aventura. Com meus amigos Júlio e Décio fui de moto até Cuzco, no Peru, onde encontramos nossas mulheres para visitar Machu Picchu. Percorremos mais de 5 000 quilômetros em sete dias. Foi uma das experiências mais emocionantes, e duras, que tive em toda a vida. Houve momentos mágicos, como a entrada na região amazônica e a travessia dos Andes. Houve um momento difícil, em que quase desisti.

Em Mato Grosso, já com algumas dores no corpo, comecei uma manhã enfrentando um infernal trânsito de caminhões, com a meta de viajar mais de 900 quilômetros naquele dia, sob um sol de 40 graus. Para piorar, perdi uma das malas, que, com um pequeno defeito na presilha, saiu quicando pelo asfalto quase provocando um acidente. Assustado, na primeira parada informei a meus amigos que iria só até Cuiabá, despacharia a moto para São Paulo e voltaria de avião.

Era meu limite e, para mim, já tinha sido uma vitória. Foi quando senti o valor da equipe. "Vamos respeitar sua escolha", disse Júlio. "Mas primeiro vamos almoçar, depois você decide." E durante o almoço, um pouco mais relaxado, a conversa foi sobre o valor do companheirismo, a força que o grupo emana, a coesão proporcionada pelos objetivos comuns, tudo isso fluindo naturalmente das histórias de vida de cada um.

Ao fim da refeição, respondendo ao olhar interessado de meus amigos, eu disse: "Vamos em frente pessoal". A viagem foi maravilhosa, principalmente pelo prazer da aventura associado ao aprendizado relacionado às dificuldades, mas confesso que aquele episódio ajudou a tornar a experiência ainda mais rica. Se eu não passasse por um momento tão duro, acho que não teria valido tanto a pena.

Isso me fez recordar vários momentos da vida, igualmente difíceis, que exigiram doses extras de energia, e que, por isso mesmo, foram marcantes e colaboraram para a construção de meu caráter. Você fez vestibular? Batalhou para conseguir um emprego? Abriu seu próprio negócio? Faliu? Casou? Montou sua primeira casa? Em todos esses eventos com certeza há momentos de dúvida e pensamentos de desistência.

Mas não dá para desistir de viver. Em todos esses momentos ter uma equipe de verdade a seu lado pode ser determinante. Que equipe? Ora, a que você constrói enquanto caminha pela longa estrada da vida família, amigos, companheiro(a). Não desista de nada já. Primeiro tenha um almoço descontraído e troque uma ideia com alguém que saiba ouvir.

sábado, 12 de maio de 2012

Dicas para os MOCHILEIROS de primeira viagem. PARTE I


Mochilar não é só colocar uma mochila nas costas e sair por aí sem destino, sem saber onde ficar etc. de uma coisa eu tenho certeza, é preciso planejar a viagem (se possível com um bom tempo de antecedência) e pesquisar (aprender) muito sobre os destinos que pretende visitar. Quanto maior for o seu conhecimento sobre os destinos (língua, clima, tipos de comida...), melhor será sua viagem. 

Suguem algumas dicas que todo mochileiro daria para aqueles que pretendem sair por ai e desbravar novas fronteiras; encarar novos desafios.

Em primeiro lugar organize a sua viagem. Crie uma lista dos destinos que pretende conhecer e pesquise: 

Quais são as principais rotas e meios de transporte para se chegar aos destinos escolhidos. É importante saber que tipo de clima você pode encontrar para está sempre preparado com um casaco para clima frio, por exemplo. Para deixam sua viagem mais rica, tente pesquisar além do "convencional"; além dos cartões postais. Procure aprender também sobre a cultura, a história, a política, a geografia e a economia de cada local. Se for para outro país é importantíssimo saber falar pelo menos algo na língua local.

• Quais são os principais tipos de hospedagem nos locais por onde pretende passar e seus valores. Muitos gostam de mais conforto, então a dica é procurar um hotel com muita antecedência para evitar um gasto desnecessário de tempo procurando local para ficar.

• Quais são os "principais pontos turísticos" e se eles são de fácil acesso ou necessitam da contratação de serviços de guias (para os que gostam e precisam de um). 

É muito importante lembrar que você está visitando um local onde você não é um “nativo”, lembre-se de respeitar as regras de boas maneiras e tente entender que alguns comentários fora de hora podem estraga sua viagem.

Viajar é viver e aprender. A cada nova jornada, o homem cresce ainda mais. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Menos dívida, Mais dinheiro Faça escolhas mais simples e baratas para ter dinheiro para curtir a vida.



Casa própria. Por darem tanta importância a esse sonho, inúmeros brasileiros se precipitam e assinam um contrato de financiamento bem antes de conquistar reais condições de quitá-lo com tranquilidade. Pagam uma montanha de juros por isso. Assumem prestações que tornam a maior parte do orçamento inflexível. Falta dinheiro para o lazer e para os planos de curto e médio prazo.

Não há verba para se educar e aumentar sua renda. Poupar? Nem pensar. Com um orçamento apertado por uma pesada prestação, qualquer imprevisto leva esses brasileiros a contraírem pequenas dívidas. Férias? Carro? Só financiados. A casa está a caminho de se tornar própria, mas todo o consumo é dependente do dinheiro de bancos ou financeiras, deteriorado por juros, que diminuem o poder de compra.

O que nos falta é a percepção de que a ingênua escolha de se endividar excessivamente para pagar a casa própria faz com que seu consumo cotidiano deixe de ser próprio. Uma vez dentro da ciranda das dívidas, esse brasileiro só consegue consumir se tiver um banco disposto a lhe alugar dinheiro a juros nada convenientes. Não é raro deparar com a absurda proposta de dividir compras de supermercado em 12 prestações.

Se desmembrarmos o orçamento da classe média entre consumo, impostos e custo financeiro, teremos aproximadamente um terço da renda para cada um desses itens. Em outras palavras, apenas um terço do suado dinheirinho do trabalho realmente se transforma em aquisição de bem-estar. O restante é dividindo entre um governo ganancioso e incompetente e bancos competentes em entender e explorar esse jogo.

Existe receita para tornar seu consumo mais eficiente. Prefira uma vida simples, para que mais dinheiro sobre para suas escolhas de bem-estar. Enquanto não tiver ao menos 40% do valor do imóvel que deseja comprar, trabalhe bastante, estude para aumentar sua renda e viva em um imóvel alugado, mais modesto do que aquele que você compraria. Poupe um pouco e gaste seu dinheiro com prazer.

A hora de comprar chegará quando, ao fazer as contas, você perceber que pode quitar seu imóvel em um prazo de até 15 anos. Depois disso, você terá que gastar com reformas. Discipline-se para acumular dinheiro antes de realizar seus sonhos cotidianos de consumo. Evitando dívidas e compras a prazo, você pagará menos juros e comprará mais bens e serviços, dando mais produtividade a seu dinheiro.É um ganho considerável.

Artigos - Gustavo Cerbasi. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

MARAVILHAS DO RIO GRANDE DO NORTE: MARTINS.





As maravilhas do mundo estão bem próximas. Não é preciso ir muito longe para visitar lugares interessantes e aprender um pouco sobre a história do povo local e da região.

FOTO DA INTERNET: Casa de Pedra em Martins-RN. 



Nessa postagem apresentamos a cidade de Martins no Rio Grande do Norte. Martins é aquela cidadezinha típica do interior onde todos se conhecem. A mesma, com muito orgulho, preserva sua história por meio de museus, lugares interessantes e memoriais.


Para todos que desejam passar um bom final de semana, eu recomendo Martins no Rio Grande do Norte.


INFORMAÇÕES SOBRE A CIDADE:
·       

Lugares para comer:

Para quem quer comer uma pizza excelente, recomendo a PIZZARIA FAMÍLIA. O atendimento é muito bom e a comida muito saborosa. Não posso deixar de mencionar a simpatia e atenção dos funcionários.
Telefones: (84) 3391 – 2251 (fixo). (84) 8707 – 7428 (telefone móvel).
·         

Guias turísticos:


Marquinhos de Gilvan
(Guia Regional credenciado pela EMBRATUR)
Rua Presidente Getúlio Vargas, 228
Martins-RN
Fone: (84) 3391-2184
Cel: 88033062
Ou
Rua Pacífico de Medeiros, 1134
Bairro Barro Vermelho
Natal-RN
Fone: (84) 3201-5011 / (84) 3201-5313
Cel: 88033062
E-mail: marquinhosguia@bol.com.br


Darildo
Rua Desemb. Sinval Moreira Dias - Centro
Fone: 99680254
E-mail: darildoguia@hotmail.com

Alex
Rua Francisco Martins Roriz, 43 - Centro
Fone: (84) 3391-2635
Celular: 99062833
E-mail: alex_guiatur@hotmail.com
·         


Sites com informações sobre Martins:

Martins:

Júnior Marcelino. 

Praticamente tudo sobre a cidade e o povo de Martins. Site completo mantido pelo Júnior Marcelino, um senhor muito simpático e de uma sabedoria incrível.


Memorial Manoel Lino de Paiva: (VÍDEOS)


Memorial Manoel Lino de Paiva. 

Localizado no Sítio Serra Nova em Martins/RN, O Memorial Manoel Lino de Paiva preserva a casa onde viveu o Herói Combatente que perdeu sua vida defendendo a sua pátria na Segunda Guerra Mundial. 


Não vou dá mais detalhes, pois estragaria a emoção de conhecer o local por si próprio. Vejam agora os dois vídeos que essa pequena estadia em Martins rederam: 

MARTINS:


MAMORIAL MANOEL LINO DE PAIVA: