SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

VIAJANDO PELO MUNDO: AS EXPERIÊNCIAS DOS OUTROS...

O destino do meu intercâmbio, Nova Zelândia – Porque escolher a NZ.





Na nova fase da série “O destino do meu intercâmbio” vamos conhecer outro promissor destino para os brasileiros que querem aprender ou aprimorar o english, a Nova Zelândia. Quem embarca nessa com a turma do E-Dublin é o estudante brasileiro Vandeilson Santi que já viveu essa experiência por um ano na terra dos Kiwis!!!! Let´s enjoy New Zealand folks!!!


By Wandeilson Santi
New Zealand, ou, em maori AOTEAROA!!



 A Nova Zelândia é o país da Oceania com pouco mais de 4,4 milhões de habitantes. A capital é Wellington, mas a maior cidade é Auckland.

O clima é temperado, quem gosta de frio deve ir para a ilha sul; quem curte mais uma praia fique na norte! Temperaturas não passam de 30°C no verão na ilha norte e inverno na ilha sul chega aà 0°C!

Venta bastante! Acukland leva o apelido de City of Sails apesar de não ser tão forte por lá, é perfeito para velejar! Situada a 1500Km marítimos da Austrália! (já sabemos aonde ir nas primeiras férias hein! )

Turismo de aventura é a principal atividade econômica deste país!

Moeda: Dollar Neozelandes, o DNZ$;

A arte e a cultura Maori é um ponto forte. Você ouvirá muito sobre a cultura maori na NZ, é interessante dar uma lida sobre o assunto pois ela é bem forte e respeitada por lá, vale a pena conhecê-la!

Famosa para muitos pelo: pássaro kiwi; seleção de rúgbi All Black; foi cenário para a trilogia do Senhor dos Anéis e alguns outros filmes gravados lá; o bungee jump de Queenstown; a forte e respeitada cultura maori e por ter muitas ovelhas e kiwi (fruta).

Esportes praticados lá: rugby, cricket, surf, futebol, golf, netball, mergulho e caça submarina, tênis, softball, velejar, montanhismo, ciclismo, kite surf, caminhadas, canoagem, wind surf, vôo livre…etc!

Curiosidade: Um nativo neozelandês é chamado de Kiwi também!

Porque escolher a Nova Zelândia, tecnicamente falando! (como diz minha mãe: “filho pra que tão longe?! Não tem um lugarzinho mais perto não?!”).

Direto ao ponto levei em consideração todos esses tópicos abaixo na hora de decidir para onde ir:

Ø  Estudante com curso superior ou igual à 6 meses com comprovação do nível de inglês (IELTS) tem direito de trabalho de 20 horas semana (nova regra desde Abril 2012);
Ø  Alto nível de educação;
Ø  Apesar de estar crescendo, NZ é desenvolvida e avançada;
Ø  É um país com uma cultura de certa forma jovem, bastante estudantes e mochileiros e algumas cidades agitadas (e várias opções mais calmas e aconchegantes, no meu caso não era o que procurava…mas enfim) e muitas coisas pra se fazer;
Ø  A beleza natural incrível e exuberante do país garante um ambiente agradável para os estudos;
Ø  Há várias opções de cursos; os de inglês, profissionalizantes, técnicos, graduações, pós-graduações e etc… E pode ser combinados com passeios e tours de aventura;
Ø  Os neozelandeses são hospitaleiros;
Ø  NZ é um país turístico e cosmopolitano, de grande diversidade étnica (e sim tem bastante brasileiro);
Ø  NZ possui um ambiente seguro e aprazível para se viver e estudar (inclusive a policia não anda armada no país)
Ø  Boas condições de moradia;
Ø  Custos de educação e de vida são razoavelmente bons e competitivos comparados a outros destinos;
Ø  O clima é temperado como falei antes, com mudanças sazonais (de certa forma parecido com o ????  nas estações);
Ø  Outro ponto considerável é que a moeda é  mais compatível com a nossa em vista de outros destinos (hoje dollar NZ= R$1,54 média);
Ø  País totalmente turístico e adaptado para isso;
Ø  Já esteve dentre as 10 melhores cidades do mundo para se morar (Auckland);
Ø  Valorizam a cultura, esportes, meio ambiente, segurança.


sábado, 26 de maio de 2012

CRÔNICAS IRLANDESAS #1: UM PAÍS QUE ENCANTA LOGO DE CARA!


AUTOR DO TEXTO: Bruno Coriolano.
TEMPO ESTIMADO PARA A LEITURA: 7 minutos. 

TEMPO TOTAL DO VÍDEO: 9m e 22s







Recentemente resolvi colocar a mochila nas costas e me mandar para Europa com a intensão de aprender um pouco mais sobre o Velho Mundo, para ser mais preciso; sobre os países que falam o inglês como língua estrangeira ou como língua franca. Todos dizem que naquele continente as pessoas são conhecidas por estudarem diversos idiomas ao mesmo tempo. Algo facilmente explicado devido, entre outras coisas, ao fato da acessibilidade e mobilidade para praticar e vivenciar o idioma estudado.


Imagem: Bruno Coriolano_Dublin_Ireland.


Entre os países que visitei, está a Irlanda. Todos sabem algo sobre a Ilha Esmeralda, como é conhecida por muitos. São coisas como a banda U2, a cerveja preta, Guinness, referências à cor verde (Saint Patrick’s day), Pubs, escritores Oscar Wilde e James Joyce entre outras coisas. Seja lá o que for, sabemos algo sobre a Irlanda.


Para quem já teve contato com outras culturas não é difícil perceber que a receptividade do povo irlandês é bem diferente; eles são atenciosos, prestativos e pacientes. Para entrar no país, as regras são as mesmas da Comunidade Europeia: Um turista pode ficar até 90 dias no país sem a necessidade de obtenção de visto. Uma coisa boa para os estudantes estrangeiros e que eles podem trabalhar até 20 horas semanais durante o período de aulas e 40 horas durante as férias para ajudar nos custos.




Ao chegar ao aeroporto, você já se depara com algo que chama a atenção de qualquer estudante de Línguas: todas as sinalizações estão escritas em inglês, língua oficial, e em Gaélico Irlandês, também conhecido como “Irish”, segunda língua oficial do país. Embora pouco, ou quase, não falada, essa segunda língua está presente na cultura irlandesa. O turista não escutará os nativos se comunicando nesse idioma, pois a língua inglesa é usada por (quase) toda a população. Segundo informações obtidas com um taxista, com quem aproveitei para perguntar tudo que tive direito, o Gaélico (Irish) é tido como algo que mantem as raízes e o orgulho daquele povo. Embora seja ensinado nas escolas, quase ninguém fala mais o idioma.


É bastante comum encontrar poloneses vivendo principalmente em Dublin, capital da República da Irlanda (lembro aqui que existem duas “Irlandas”). Dos imigrantes, esse povo é maioria, seguido dos brasileiros, que são muitos espalhados pela capital, estejam eles trabalhando, estudando ou à turismo.




Na Irlanda é possível comer quase igual ao Brasil, pois é fácil de encontrar produtos de várias partes do mundo em supermercados irlandeses. Por falar neles, a maioria oferece produtos com suas próprias marcas, o que deixa o custo mais barato. O prato mais tradicional do país é o guisado irlandês (Irish Stew); trata-se de um guisado muito conhecido por lá que leva batata, carne de carneiro e outros ingredientes à época. Outra refeição muito famosa; acredito ser a mais conhecida também, é o café de manhã (Irish Breakfast), servido com torradas, carne de porco, ovos, feijão doce, bacon, salsichas e alguns ingredientes que podem variar de acordo com a região.  Pode parecer estranho ao primeiro contato, mas vale à pena experimentar.


Lembro aqui que na Irlanda dirige-se usando a mão inglesa, ou seja, do lado inverso ao nosso. Sabendo que isso pode causar alguma confusão para turistas desacostumados, as ruas são bem sinalizadas com dizeres tipo “olha para o lado direto” sempre que for atravessar. Como o espaço é curto, em próximo artigo falaremos de temas como religião, celebrações, misticíssimos e algumas curiosidades sobre aquele país. Até a próxima.


Deixo aqui a dica desse vídeo muito bem feito sobre Dublin:



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Texto publicado no caderno DOMINGO do Jornal de Fato. Dia 27 de Maio de 12.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Não deixe sua expectativa te pirar!


Esse texto de Danilo España (Você/SA) é muito bom e nos ajuda a refletir sobre nossas próprias expectativas na vida pessoal e no ambiente de trabalho. Nunca esperar demais e exigir o que é seu de direito são duas ações que podemos tomar para fazer com que nossas expectativas nunca nos tornem pessoas frustradas. Recomendo e leitura do mesmo com muita calma e sem pressa para termina-la. #ficaDica





A nossa motivação pode ser diretamente relacionada às expectativas que criamos diante das situações do dia-a-dia. Isso pode até parecer algo óbvio, porém atentar-se ao que nossa mente está criando é crucial para evitar frustrações mesmo quando o resultado final ainda é positivo.

No ambiente de trabalho, por exemplo, as expectativas em relação à empresa que se trabalha têm que ser do tamanho da realidade que ela vive no momento. Quantas vezes já tivemos a expectativa de receber um super-reconhecimento, juntamente com aquela sensação de merecer ser aplaudido e até presenteado por tamanho esforço para cumprir uma tarefa ou função, mas no final somos tratados como se não tivéssemos feito mais que a obrigação. A sensação é péssima e a motivação vai por água a baixo.

Mas veja bem, não estamos falando de sonhos, objetivos ou projetos, estamos tratando do que esperar quando efetuamos algum trabalho específico. E é aí que o bom senso deve entrar em ação, para mediar o eminente conflito entre uma expectativa e a avaliação do resultado final.

Ter a clara noção e ciência dos nossos méritos define o grau de expectativa que devemos ter ao desempenharmos uma ação. A partir daí surgem três condutas que podemos adotar:

A primeira é não esperar demais, assim a chance de frustração diminui, e qualquer surpresa positiva, por menor que seja se torna bem vinda. Porém cuidado com o pessimismo e conformismo, pois diminuir a expectativa é um tipo de posicionamento que também diminui a ansiedade e o estresse.

A segunda conduta a ser tomada se trata de exigir o que é seu de direito e cobrar as honras de seu mérito, seja ética ou financeiramente. Isso trará o devido respeito pelo seu trabalho e desempenho.

E ainda existe a terceira possibilidade que é comumente adotada quando esperarmos demais, como se fosse uma espécie de fé, que pode até funcionar, mas caso não funcione só não vale se decepcionar, pois sabemos muito bem dos altos riscos desse jogo. Seja qual for a sua expectativa, cobre principalmente de si mesmo pra que ela seja apenas justa!



“Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão suas palavras, Vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos. Vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos. Vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter. Vigie seu caráter, porque ele se tornará seu destino.”