SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Escócia: Edimburgo I.



Castelo de Edimburgo. Vista da entrada. 

Resumidamente posso dizer que uma das mais belas cidades onde já estive se chama Edimburgo (Edinburgh) na Escócia. Inicialmente essa cidade não estava em meus planos durante meu segundo mochilão pela Europa.



A cidade encanta pela objetividade. Explicando melhor, quero dizer que conhecer Edimburgo é uma das tarefas mais fáceis, pois praticamente tudo é muito perto e é possível percorrer a cidade toda sem utilização de transporte. As galerias são gratuitas e a arquitetura é simplesmente sensacional.




Meu conhecimento sobre a Escócia era bem limitado e basicamente o que me encantava era a imagem passada pelo filme do ator australiano, Mel Gibson, “Coração Valente” (Braveheart), que conta a história, com algumas adaptações e alterações, de William Wallace e Robert the Bruce.



Não vou me alongar, até porque as imagens falam por elas mesmas. 



Dentro do Castelo de Edimburgo.


Tenho tanta história para contar sobre essa experiência, mas não vou poder dedicar muito tempo à escrita, por isso, resolvi escrever de forma muito superficial, mas com o objetivo de mostrar a pontinha do iceberg de forma a deixar o leitor com gosto de “quero mais”. 


Como dicas eu diria que a primeira coisa a ser feita é visitar o CASTELO DE EDIMBURGO. Depois de passar algumas horas visitando todas as partes desse belíssimo monumento, sugiro que o viajante vá direto pela Royal Mile, que é a avenida, digamos assim, que fica logo de frente ao castelo. Se você seguir direto, vai parar em frente ao palácio Holyroodhouse, residência oficial da Rainha Elizabeth na Escócia. No meio do caminho, você vai se deparar com “William Wallace”. 




Esse cara se veste do lendário William Wallace para arrecadar dinheiro para instituições de caridade. Já conseguir arrecadar mais 1 milhão de Libras Esterlinas. William Wallace, o verdadeiro, foi um líder escocês que batalhou pela independência do seu país, que na época era governado por Eduardo I da Inglaterra (Edward Longshanks). 


Em frente ao Monumento Scott.  É um monumento de estilo gótico de corte vitoriano erguido em homenagem ao autor escocês Walter Scott. Tive a sorte de ter esse cidadão escocês tocando exatamente nesse local, o que deixou a foto "um pouco mais com vida".

Uma boa opção para quem curte pubs é o Greyfriars Bobby Pub, onde está localizada a estátua em homenagem ao cachorro Greyfriars Bobby. Ele foi um cão da raça Skye Terrier que ficou conhecido em Edimburgo no século XIX por ter passado 14 anos guardando o túmulo de seu dono até sua própria morte em 14 de Janeiro de 1872. Um ano após sua morte, Lady Burdett-Coutts mandou erguer uma fonte e uma estátua em sua homenagem.



Essa é a estátua citada anteriormente. 
Túmulo do Greyfriars Bobby



Saint Giles Cathedral. 

Cemitério em Edimburgo. Dizem que muitas bruxas foram enterradas nesse local e tocando em suas paredes é possível ouvir seus gritos e gemidos. Por educação e para não decepcionar aqueles que dedicam um pouco do seu tempo para explicar essas coisas, temos que ir lá e fazer isso, não é?

Pelas ruas da Royal Mile.

Local onde a J.K. Rowling escreveu seus livros do Harry Potter. "Who cares?"


E aí, bateu aquela fome? Eu fiz questão de experimentar o café da manhã Escocês, que na verdade é quase a mesma coisa do Irlandês e Inglês. 


Scottish Breakfast.





E lógico, o Fish & Chips, ou seja, peixe com batatas, que é uma das comidas típicas daquela região, Reino Unido.



Fish & Chips.


Para terminar, eu dormi no meio da rua? Claro que não. Para todos aqueles que desejam ir à Edimburgo, recomendo o Castle Rock Hostel, um albergue que fica exatamente ao lado do Castelo de Edimburgo. Dividi o mesmo com dois americanos, um canadense e um neozelandês, prato cheio para quem tinha como objetivo praticar diferentes formas de se falar a língua inglesa. Gol de placa, eu diria! 


Vista do Castelo de Edimburgo para o Castle Rock Hostel. 


Prometo que escrevo uma segunda parte com mais calma. Mas por enquanto essa é minha Edimburgo. Digo minhas porque a visão dos locais por onde passamos depende e muito daquilo que visualizamos como interessante.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Volta ao Mundo - Primeiro passo.




Muitos viajantes já sonharam em dar a volta ao mundo pelo menos uma vez, entretanto, esse desejo é um pouco caro e exige dedicação, e com isso, muitos acabam desistindo. Eu AINDA não realizei esse sonho, mas já dei inicio as minhas pesquisas e de como colocar em prática. O objetivo desse post é de ajudar aos viajantes mostrando as opções de como dar o pontapé inicial nessa mega e emocionante empreitada!

Pelas minhas pesquisas você tem duas formas de dar a Volta ao Mundo:

Por conta própria: Foi o que fizeram nossos amigos do twitter @4cantos_mundo.

 

Sem sombra de dúvidas, essa é a opção mais cara, mas te proporciona total liberdade. Você tem a possibilidade de escolher quantos destinos quer visitar, quantos dias vai ficar em cada lugar e quanto tempo vai durar a sua viagem.

 

Nossos amigos @4cantos_mundo viajaram por mais de um ano, foram para onde desejavam sem nenhum tipo de limitação. Para vocês terem uma ideia, eles viajaram durante 480 dias e passaram por 37 países do nosso mundão que Deus criou!

 

Gostou dessa opção? Então começa a se preparar desde já! Você tem muita coisa para planejar, dinheiro pra guardar e escolher as cidades que deseja conhecer!

 

Para saber tudo de como dar a Voltar ao Mundo por conta própria dê uma passada no Blog do Quatro Cantos do Mundo, tem tudo detalhadinho para você não se perder antes de embarcar nessa aventura.

 

Pelas redes de companhias aéreas filiadas:

 

Através dessas alianças fica muito mais fácil e barato dar a volta ao mundo, mas, diferente da primeira opção, não tem tanta liberdade. Você já sai do seu destino inicial com todas as passagens na mão, sendo que, a sua viagem pode durar no mínimo 10 dias e no máximo um ano. A sua data de ida tem que ser exata, no entanto, pagando algumas taxas você pode trocar as datas das passagens durante a viagem. Utilizando essa alternativa, o preço sai em média entre 7 mil a 12 mil reais. Nada caro quando se diz respeito em dar uma volta ao mundo.

 

As viagens feitas através dessas redes devem começar e terminar no mesmo país, não precisando necessariamente, ser na mesma cidade. Todas essas alianças possuem algum tipo de regra que difere uma da outra, e com isso, devemos ficar muito atentos quando escolher alguma delas para viajar.

 

Dependendo da rede de sua escolha existem algumas regras a serem cumpridas, vamos falar um pouco de cada uma. No momento, só conheço três alianças que lhe proporcionam essa incrível experiência:

 

StarAliance – A maior de todas as alianças, voa para mais de 180 países com 1.160 destinos. Entre as companhias membros estão: Lufthansa, Scandinavian Airlines, Singapore Airlines, South African Airways, Spanair, TAM, TAP Portugal, Turkish Airlines, United e US Airways.


O calculo de tarifas é feito em milhas e o máximo que pode ser voado são 39 mil milhas. É a mais cara das três, mas a possibilidade de destinos é muito maior. Foi à única que consegui fechar um roteiro simulado pela internet. Preço: quase 12 mil reais.

 

OneWorld – Voa para mais de 750 destinos entre os quase 150 países que opera. Conta com uma boa rede de companhias aéreas, tais como: Lan Chile, Ibéria, AmericanAirlines, Mexicana, Qantas, entre outras. Tentei fazer uma simulação, mas não consegui fechar nenhum roteiro. Uma amiga tentou e conseguiu, o preço de sua volta ao mundo ficou por 8 mil reais. Melhorou hein?!

 

Skyteam – A mais nova com o planejador Road The World, conta com 15 companhias aéreas membros voando para 173 países e cerca de 900 destinos. Entre as companhias membros estão a Air France, KLM, Delta e Air Europa. Outra que trabalha com tarifas de milhagens, e o máximo permitido por ela também são as 39 mil milhas. Uma diferença dessa aliança é na diminuição das restrições de viagem, você pode ir e voltar sem nenhum impedimento, diferentemente das alianças acima, pois só permitem seguir uma linha de viagem.

 

Essa dica é somente o início de uma mega e longa jornada, não importa de qual forma irá dar a volta ao mundo, você terá muito trabalho antes de colocar o pé na estrada!





E ai, tem coragem de embarcar nessa?

Já deu a volta ao mundo? Conte para nós!



FONTE: ROTEIRO SEM DINHEIRO >> LINK <<

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Desconecte-se do mundo real e veja a vida com outra perspectiva.



Existem aqueles dias que paramos e nos perguntamos: será que vale a pena? O que estou fazendo nesse imenso universo? Estou com vontade de comer uma pizza e não posso porque tenho que fazer dieta. Quero viajar, mas não posso porque não estou de férias. Quero ver TV, mas não tem nada interessante na programação. Redes sócias são "a morte da criatividade".

Não, esse não é mais um tópico sobre reclamação ou sobre períodos de crises existencialistas. Estou aqui abrindo uma reflexão, rápida e sorrateira, sobre a vida. É normal se sentir oprimido pelo mundo e se sentir entediado. Nesse momento estou apenas empurrando meus dedos sobre o teclado sem ter um tema definido para escrever. Como essa semana tive um tempo mais livre, resolvi apenas escrever e vou publicar sem fazer correção; é um momento de liberdade que há tempos não tinha. Se não posso viajar propriamente, posso imaginar como seriam os lugares; fechar meus olhos e quando os abrir está onde eu quiser. Vou fazer uma viagem ao redor do mundo em menos de dez minutos.

Vejam vocês que eu estou nesse momento no alto de um edifício enorme em Buenos Aires. Está frio e a cidade está apenas acordando. Os Hermanos estão apenas acordando para o trabalho nesse momento. Tudo parece tranquilo e logo posso tomar um café aqui mesmo. Melhor, vou imaginar outro local que já estive e tomar um café do jeito que eu quiser.




Abro meus olhos e estou em Lisboa. Vou tomar meu café da manhã agora, melhor dizendo; vou tomar meu pequeno almoço em qualquer viela da cidade. Pode até ser em Belém. Sei lá, de repente um bom vinho do porto e de sobremesa um pastel de nata (opa, é pecado chamar de nata; é de Belém).





Que saber de uma coisa? Cansei dos lisboetas. Eu posso fazer isso. Embora o ambiente estivesse muito agradável ao som de Jorge Palma, excelente artista português, eu gostaria de viver mais aventuras. Se eu vim do sul da América para o país mais próximo do velho mundo em um piscar de olhos, posso ir para Pequim (esses chineses já estão cheios de zero hora, querem que chamem a capital de Beijing).





Aqui na china, eu estou caminhando pelas ruas no meio desse povo que parece não se interessar em fazer amizades; são muito mais frios do que os alemães (agora os alemães me degolam). Ah, não. Aqui tá muito sem graça. Muita gente e pouco espaço até para respirar. Estou caindo fora daqui!  




Já é quase meio dia e vou ter um pouco de paz interior em algum lugar no Tibet. Nossa! Aqui está muito monótono, vou sair antes de perder meu juízo por completo. Fui...

Agora sim, estou em Las Vegas, América, local onde os sonhos... Opa. Só tem ladrão passando por aqui. O local está cheio de gente mafiosa. Vou voltar para lugar de onde eu não deveria ter saído: da minha cama.



Estão vendo, em todos os lugares do mundo, o mundo pode ser um pouco entediante? Isso tudo depende do seu ponto de vista. Life is not that good, right? Take a second look! 





sexta-feira, 18 de maio de 2012

Crônica: Os ingleses são pontuais mesmo ou isso é uma fama que não condiz com a realidade?

Imagem da internet (Parlamento Britânico). 

Lendo uma matéria do blog do Marcelo Duarte, Guia do curioso [link], lembrei-me de uma cena que vai ficar guardada na minha memoria para sempre: eu atrasei um voo em Londres. Se quiserem eu digo mais o dia e local. Isso mesmo; foi bem recente. Era noite do dia 24 de janeiro desse ano quando eu já estava pronto para entrar na ultima aeronave daquele dia, e um comissário de bordo viu meu bilhete e disse que eu não poderia embarcar porque meu ticket deveria ter sido trocando no check-in. “Check-in? Nem fiz isso quando cheguei ao aeroporto Gatwick”.

Bem, para resumir tudo: eu cheguei ao aeroporto por volta das 5 horas da tarde e meu voo estava marcado para 9h21m (no momento só lembro mais ou menos desse horário), e ninguém me avisou que eu teria que trocar de bilhete por não fazer parte da Comunidade Europeia (por não ser cidadão europeu; entenderam?). O pior de tudo é que o problema não foi de comunicação (falo inglês e não tenho problemas com o sotaque britânico, apesar de ter tido formação em inglês mais puxado para o americano). Foi falta de informações mais claras, eu acho, dos trabalhadores do aeroporto mesmo, ou pelo menos, foi isso que um dos funcionários falou depois.

Percebendo que minha batalha era contra o tempo, mobilizei um aeroporto todo, pois já não teria voo naquele dia para nenhum local na Europa e eu teria outro voo (ah, Meu Deus!!) às 4 horas da manhã do dia seguinte para Frankfurt, Alemanha. Bem, não sei nem o nome da senhorinha, mas mesmo de salto alto (high Heels) ela saiu correndo comigo para podermos (re)fazer todo o procedimento correto de check-in e troca de bilhete. Lembro-me dela com um telefone na mão pedindo para segurarem o voo por mais alguns minutos e explicando, mesmo que às pressas, o que estava ocorrendo. Bem, no final deu certo, mas poderia ter sido bem menos estressante. Entrei no avião quando as portas já estavam sendo fechadas. Só agradeço pelo acontecido por ter história para contar, mas outra dessas não sei se aguento. (Risos)

Se os ingleses são pontuais ou não, não quero nem saber, só sei que atrasaram um avião por minha causa. Termino essa postagem com o mesmo comentário que deixei no blog do Marcelo: “Eu já atrasei um voo em Londres. Se são pontuais ao não, esse atraso salvou minha vida, caso contrário, eu teria perdido outro voo saindo de Dublin às 4 da manhã do dia seguinte. Detalhe, esse voo que estou falando era o ultimo do dia no Gatwick. Oh, sorte tive naquele dia, isso sim!”. 


Se fosse escolher alguma trilha sonora para o episódio, eu diria, em francês ruim, “Non... rien de rien... Non... je NE regrette rien. Ni Le bien qu'on ma fait, Ni Le mal - tout ça m'est bien égal!”.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

LUGARES PARA CONHECER: LIVERPOOL.



Quando se ouve falar da cidade britânica de Liverpool, a primeira imagem que passa pela cabeça de qualquer pessoa é a dos Beatles fazendo sucesso nos anos 1960. O futebol local também é conhecido no mundo inteiro e o clássico Liverpool FC versus Everton FC é um dos mais disputados de toda a Europa. Liverpool está localizada no condado de Merseyside, no noroeste da Inglaterra, a 290 km de Londres, a capital do país. A cidade também é famosa por ser uma das principais zonas industriais inglesas e a zona portuária, pela importância do valor histórico, já foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO – Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura. As docas são de extrema importância para a história deste lugar.

Cavern Club. 

A principal atração turística de Liverpool está na famosa Matthew Street. Trata-se do Cavern Club, o bar onde John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e o então baterista Pete Best – substituído posteriormente por Ringo Starr – começaram a carreira artística. Foi nesse local que a banda foi apresentada a Brian Epstein, que se tornou depois o empresário dos Beatles. Existe outro bar semelhante na mesma rua, famoso pela estátua de John Lennon no lado de fora: o Cavern Pub. Já dá para perceber que quem passa pela Matthew Street volta automaticamente para o início dos anos 1960. Vale a pena conhecer esses bares, facilmente reconhecíveis graças à fachada de tijolinhos. Como muita gente já deve saber, a Inglaterra é a terra dos Pubs. Não deixe de visitar também o Grapes Pub, localizado próximo ao reduto dos Beatles e um dos melhores bares da cidade para curtir um happy hour.


Estátua de Lennon no Cavern Pub em Liverpool. 


Liverpool é uma cidade movida pela guitarra e, portanto, uma dica valiosa para qualquer visitante é conhecer a loja Microzine, na Bold Street. Neste local, é possível encontrar vários artefatos relacionados aos Beatles, como camisetas estampadas com capas de discos e reproduções de relíquias usadas pelos quatro rapazes. Ainda na mesma rua, você encontrará a Hairy Records, uma loja de discos muito antigos e raros. Os mais fanáticos pelos Beatles certamente adorarão conhecer uma das melhores coleções de vinil do noroeste da Inglaterra, que inclui discos raríssimos de George e Ringo em carreira solo. A média de preços gira em torno de cinco libras.


The Liver Building. 

Strawberry Fields em Liverpool. 


O principal símbolo arquitetônico da cidade é o Liver Building, localizado na região portuária, também conhecida como Albert Docks. Outros prédios históricos que sobreviveram aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial também são cartões postais, como a imponente prefeitura. Esta zona de Liverpool não fica muito longe da Matthew Street e adjacências. Dá para percorrer todos esses lugares a pé num único dia.







Para saber quase tudo sobre Beatles: http://www.musictrekker.com/oldies/beatles/beatles.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Trinity College em Dublin (Irlanda).

O Trinity College é uma universidade em Dublin, fundada em 1592 pela Rainha Isabel I do Reino Unido, no local onde se situava um antigo mosteiro agostiniano. É a única faculdade constituinte da Universidade de Dublin, a mais antiga da Irlanda, com quem forma a instituição educacional de maior prestígio no país. O campus ocupa 190 000 metros quadrados e atrai muitos turistas pelos seus interessantes edifícios, tanto os antigos quanto os modernos, situados em volta de espaços relvados amplos e de dois campos de desporto.



Trinity College em Dublin (Irlanda).



As maiores atrações são a Old Library, biblioteca com 200.000 volumes decorada com bustos de eruditos e a harpa mais antiga da Irlanda e o Book of Kells, manuscrito riquíssimo.



Trinity College em Dublin (Irlanda).


Numerosas figuras irlandesas estudaram no Trinity College.

Fonte: Wikipédia.



Trinity College em Dublin (Irlanda).



Segundo informações, para estudar na Trinity College você só precisa de uma única coisa. A exigência é mínima: você só precisa ser um gênio. Fácil, não é? A pontuação máxima possível para entrar na universidade é de 500 pontos e a pontuação mínima para entrar; 450 pontos, ou seja. A pontuação máxima que o candidato pode atingir é de 500 pontos e a universidade exige a pontuação mínima de 450 para a última vaga.




Trinity College em Dublin (Irlanda).





CURIOSIDADE:


Vejam esse vídeo que mostra que no filme Star Wars, a biblioteca do Trinity College serviu como modelo para sala dos arquivos de uma dos episódios da saga. 



IRLANDA DOS GRANDES ESCRITORES: JAMES JOYCE.

A estátua de James Joyce fica bem pertinho do Spire, na North Earl Street





Terra de muitos escritores como Jonathan Swift (1667-1745) - Autor de Gullivers Travels; Bram Stoker (1847 - 1912) - Autor do Drácula; Oscar Wilde (1854-1900) - Autor de the Picture of Dorian Gray. São somente alguns dos muitos nomes ligados a Dublin. Não podemos deixar de fora dessa lista o grande escritor James Joyce (1882 - 1941) - Autor de Ulysses (há uma piada na Irlanda de que todos são muito orgulhosos de Ulysses, mas é raríssimo encontrar um irlandês que tenha lido toda a obra). Todo dia 16 de junho, chamado de Bloomsday, há diversos eventos por toda a cidade para homenagear o autor.

Fiz questão de procurar a estátua desse grande nome da literatura mundial. Li seu livro de contos, the Dubliners e logo me tornei um fã. Vida longa a literatura irlandesa.

EM POUCAS PALAVRAS, QUEM FOI JAMES JOYCE?

James Augustine Aloysius Joyce nasceu em 1882, em Dublin (Irlanda), de pais católicos. Em 1902, segue para Paris para estudar medicina, mas abandona o curso para dedicar-se ao ensino da língua inglesa e à literatura.


Com a morte da mãe, em 1903, retorna a Dublin. Exerce a crítica literária por um tempo; logo se muda para Zurique (Suíça) e, em seguida, para Trieste (parte do Império Austro-Húngaro, hoje Itália), onde dá aulas de inglês. Em 1906, vai para Roma, onde também trabalha como professor.


Em 1907, publica seu primeiro livro, Música de Câmara (poemas). A coletânea de contos Dublinenses sai em 1914, causando revolta nos círculos conservadores, por sua descrição sem sentimentalismo das pequenas e grandes misérias da vida na Irlanda.


Seu primeiro romance, o autobiográfico Retrato do Artista Quando Jovem aparece em 1916. Mas Joyce só alcança fama internacional em 1922, com a publicação de Ulisses, citado habitualmente como um dos dois ou três maiores romances do século 20.


Cercado pela família e pequeno círculo de amigos, Joyce trabalha por 17 anos em seu último livro, Finnegans Wake (1939), uma grande comédia escrita em linguagem toda própria. Ulisses é o livro do dia: 24 horas na vida de um homem comum. Finnegans Wake é o da noite: as camadas mais fundas da consciência recriadas numa profusão de línguas.


Depois de viver 20 anos em Paris, quando os alemães invadem a França no início da Segunda Guerra Mundial, Joyce se refugia em Zurique, onde morre, em 1941.

Fonte do texto sobre a vida de Joyce (aqui).

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Crônicas portuguesas: Belém.


Quando estava em Lisboa, tirei um dia para visitar um dos principais monumentos da cidade. Estou falando da Torre de Belém. Um dos grandes problemas de viajar sozinho é a dificuldade de tirar fotos.

Em Portugal, o povo parece ser mais avesso a fazer amizade. São pessoas muito frias e ao saberem que estão prestes a prestar um favor a brasileiro, logo se distanciam. Claro que isso não acontece 100% do tempo, mas em 99,9%. Uma solução encontrada por mim foi falar inglês o tempo todo. Nesse dia, acabei conhecendo Peter, um australiano que mora em New York há anos. Para minha sorte, ele também estava a passeio e também estava sentindo a mesma dificuldade que eu: Não tinha quem tirar fotos para ele.

Foi um dia bastante corrido e que ainda tive tempo de visitar o Mosteiro dos Jerônimos e Monumento ao Descobrimento e, claro, comer o famoso pastel de Belém.

Convido a todos para visitar essa parte rica em história da cidade e freguesia de Lisboa através dessas imagens.



Torre de Belém.


A Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do Rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983 foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.

Para ler mais sobre a Torre de Belém e sua história e características, clique aqui>>



Monumento aos Descobrimentos.


O Monumento aos Descobrimentos, popularmente conhecido como Padrão dos Descobrimentos, localiza-se na freguesia de Belém, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

Em posição destacada na margem direita do Rio Tejo, o monumento foi erguido para homenagear os elementos envolvidos no processo dos Descobrimentos portugueses. Para saber mais sobre o mesmo, clique aqui>>



Em frente ao Mosteiro do Jerônimos. 


O Mosteiro dos Jerônimos (mais) é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitetura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.

Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo (português de Portugal), nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755, mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.

Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa. Leia mais em>>>



Em frente ao túmulo de Luís de Camões. 


Em 1880, as ossadas de Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões foram trasladadas para o Mosteiro dos Jerónimos. Os seus túmulos, da autoria do escultor Costa Mota tio, encontram-se no subcoro da igreja. Vasco da Gama (do lado norte) e Luís de Camões (do lado sul) foram os dois representantes máximos da epopeia lusíada, que mereceram a honra de repousar ao lado de reis.



Pastel de Belém.


Os pastéis de nata são uma das mais populares especialidades da doçaria portuguesa. Embora se possam saborear pastéis de nata em muitos cafés e pastelarias, a receita original é um segredo exclusivo da Fábrica dos Pastéis de Belém, em Lisboa. Aí, tradicionalmente, os pastéis de Belém comem-se ainda quentes, polvilhados de canela e açúcar em pó.

Aproveitei para tirar uma foto da fábrica dos pasteis de Belém. 




Boa tarde para todos. Até a próxima.