SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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domingo, 3 de março de 2013

Uma longa jornada pelo mundo dos Beatles.


Não saberia quando iria poder realizar esse sonho de ir à Liverpool e poder, finalmente, conhecer tudo aquilo que estava relacionado aos Beatles, meus maiores ídolos na música, na poesia, no ativismos social e muito mais.
Com essa minha ida à Liverpool (2013), completei um ciclo de viagens que há muito tempo gostaria de ter feito: locais relacionados aos Beatles.

Isso mesmo... Entre New York (2006/07), Londres (2012) e Liverpool (2013), eu completei os principais locais relacionados à vida dos Beatles. 

Nessa postagem, apenas alguns desses locais mencionados devem aparecer. Então, vamos viajar ao longo de 06 anos de muita história – de New York à Liverpool, em intervalos que marcaram minha vida de várias formas, com momentos bons e ruins, mas assim seguiu a vida e eu... eu não desviei meu foco. Missão cumprida. Um beatlemaniaco que conseguiu realizar-se enquanto fã dessa banda.

Leiam as legendas as fotos.

Ao fundo a casa onde morou George Harrison em Liverpool. Essa foto foi tirada em 2013.

Placa que marca o local em Liverpool conhecido por Penny Lane e que é também o nome de uma das música dos Beatles. Foto de 2013.

Casa em Liverpool onde o John Lennon morou com sua tia Mimi. Aí, o John se reunia com o Paul para tocar violão e muito provavelmente esse seja o local onde sugiram muitas e muitas músicas da banda.

Strawberry Fields. Um orfanato do exército da salvação onde Lennon costumava passar várias horas quando ainda era  muito jovem. 

Em frente à casa onde morou o Paul McCartney. Nesse local, Paul, juntamente com o John escreveram, entre outras canções, Love me do. 

casa onde morou o Paul McCartney. Nesse local, Paul, juntamente com o John escreveram, entre outras canções, Love me do. 

Em frente ao The Beatles Story Exhibition. Não tenho como intuito passar detalhes de acesso ou coisas do tipo. É óbvio que esse "museu" foi construído já depois que os Beatles não existiam mais e nele é possível ver várias coisas relacionadas aos Beatles.

Estátua em frente ao The Cavern Club in Liverpool. Essa é uma representação do John Lennon. 

The Beatles Story Exhibition. 

Em frente ao The Cavern Club. Aqui os Beatles simplesmente tocaram mais de 200 vezes. Costumo dizer que aqui é o laboratório dos Beatles, pois acredito que os estilo e até mesmo os dotes musicais foram aperfeiçoados por aqui. 

Já dentro do the Cavern, em frente ao palco. Todos os dias, artistas sobem aqui para tocar por horas e horas. 
Lógico que esse ônibus é mais comercial do que qualquer outra coisa. Magical Mystery Tour é o nome de um dos álbuns dos Beatles, assim como o nome de uma das músicas, mas aqui não existe ligação direta com a banda.


Em frente a famosíssima faixa de pedestre, Abbey Road em Londres. Aqui os Beatles eternizaram  esse local depois de transformarem a imagem deles atravessando a mesma e colocarem na capa do álbum, também conhecido como Abbey Road. 


Em frente a famosíssima faixa de pedestre, Abbey Road em Londres. Aqui os Beatles eternizaram  esse local depois de transformarem a imagem deles atravessando a mesma e colocarem na capa do álbum, também conhecido como Abbey Road. 

Abbey Road Studios, onde os Beatles gravaram diversas músicas durante anos. Londres 2012. 
Em Londres, em frente ao Beatles Coffee Shop.
Em frente ao Dakota em Nova Iorque (New York). Aqui foi o exato local onde o John Lennon foi assassinado. Ele morava aqui com sua esposa, Yoko e o filho, Sean Lennon. Foto de 2007

No Imagine Mosaic. Monumento feito no Central Park em homenagem ao John Lennon. Foto de 2007.

Em Strawberry Fields. Lógico que não é a original, mas um local feito para o John Lennon, fazendo referencia ao original. Essa foto é de 2007. 

Ao fundo, o Dakota Building, local onde o John Lennon morava em New York quando foi assassinado. 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Conhecendo um pouco das lendas ou histórias dos lugares que já passei: Jack, o Estripador.

O Leste de Londres era um lugar muito pobre no fim do século 19. Nessa época, a região passou a abrigar irlandeses expatriados e judeus refugiados. Assim, o aumento da densidade populacional da área, somado a uma economia decrépita, fomentou o roubo, a violência e a prostituição. Em outubro de 1888, a London’s Metropolitan Police estimou a presença de 1,2 mil garotas de programa e a existência de 62 bordéis em Whitechapel.

Esse foi o cenário dos crimes atribuídos a um dos assassinos de apelido mais conhecido da história: Jack, o Estripador (em inglês, Jack The Ripper). Entre 1888 e 1891, onze mulheres, em sua maioria prostitutas, foram assassinadas na região. Os assassinatos ficaram conhecidos pela polícia como The Whitechapel Murders.

Canonical five.

Mas nem todos esses assassinatos são associados atualmente ao Estripador. As principais correntes de estudo entendem que pelo menos cinco dessas mortes tiveram o mesmo autor, cuja identidade ainda se desconhece. Essas cinco mulheres foram assassinadas com corte de faca no pescoço e tiveram órgãos retirados de seu corpo.
1.   Mary Ann Nichols (Sexta, 31 de agosto de 1888)
2.   Annie Chapman (Sábado, 8 de setembro de 1888)
3.   Elizabeth Stride (Domingo, 30 de setembro de 1888)
4.   Catharine Eddowes (Domingo, 30 de setembro de 1888, 45 minuto depois)
5.   Mary Jane Kelly (Sexta, 9 de novembro de 1888)


O mistério acerca do criminoso é tão grande, que se formou uma legião de pesquisadores do assunto. Eles têm até nome: Ripperologists. Devido às restrições tecnológicas da época e ao longo tempo de  investigação dos casos, grande parte das evidências originais dos crimes foram perdidas. Muito do que se escreve hoje sobre os assassinatos é baseado nas opiniões desses escritores, que pesquisaram o tema em diferentes momentos, alguns muitos anos depois.

Tour do Jack, o Estripador.


Conheça os locais e as histórias dos assassinatos em East london, guiado por especialistas no assunto. O melhor tour a pé sobre Jack The Ripper é o London Walks.

As cartas.


Após o segundo assassinato, a polícia e os jornais começaram a receber cartas pretensamente escritas pelo autor do crime. Quase todas (ou todas) não passaram de trote. Um jornalista, inclusive, confessou ter redigido a primeira carta na qual aparece o nome de Jack, The Ripper (Jack, o Estripador), datada de 25 de setembro de 1888. Uma carta, cujo título é From Hell (Do Inferno), é considerada uma das mais prováveis a ter sido enviada pelo próprio criminoso. Isso porque ela estava dentro de uma caixa que continha um rim. Supôs-se que o órgão pertencesse à terceira vítima, que teve um rim removido pelo assassino. Na época, porém, a quantidade de trotes era tão grande, que se imaginou que um estudante de medicina pudesse ter redigido a missiva.
Os suspeitos.

Mais de 2 mil pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimento, mais de 300 delas foram efetivamente investigadas e cerca de 80, presas. A concentração dos assassinatos nos fins de semana, todos em ruas próximas, indicou para muitos que o serial killer trabalhava durante a semana e vivia nas redondezas. Também se suspeitou que o criminoso fosse um médico, pois teria que possuir algum conhecimento cirúrgico para realizar a remoção de órgãos internos. Mais tarde, concluiu-se, no entanto, que as extrações não haviam sido realizadas de forma tão acurada, ou pela falta de tempo para a operação, ou pela imperícia do contraventor. Assim, ampliou-se o escopo das buscas.

O Casebook, um site dedicado inteiramente aos assassinatos, apresenta uma votação de seus leitores sobre quem é o suspeito mais provável de ter cometido os crimes. James Maybrick, Francis Tumblety e Walter Sickert são os três principais.

Leia no site original aqui (link). 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Crônica: Os ingleses são pontuais mesmo ou isso é uma fama que não condiz com a realidade?

Imagem da internet (Parlamento Britânico). 

Lendo uma matéria do blog do Marcelo Duarte, Guia do curioso [link], lembrei-me de uma cena que vai ficar guardada na minha memoria para sempre: eu atrasei um voo em Londres. Se quiserem eu digo mais o dia e local. Isso mesmo; foi bem recente. Era noite do dia 24 de janeiro desse ano quando eu já estava pronto para entrar na ultima aeronave daquele dia, e um comissário de bordo viu meu bilhete e disse que eu não poderia embarcar porque meu ticket deveria ter sido trocando no check-in. “Check-in? Nem fiz isso quando cheguei ao aeroporto Gatwick”.

Bem, para resumir tudo: eu cheguei ao aeroporto por volta das 5 horas da tarde e meu voo estava marcado para 9h21m (no momento só lembro mais ou menos desse horário), e ninguém me avisou que eu teria que trocar de bilhete por não fazer parte da Comunidade Europeia (por não ser cidadão europeu; entenderam?). O pior de tudo é que o problema não foi de comunicação (falo inglês e não tenho problemas com o sotaque britânico, apesar de ter tido formação em inglês mais puxado para o americano). Foi falta de informações mais claras, eu acho, dos trabalhadores do aeroporto mesmo, ou pelo menos, foi isso que um dos funcionários falou depois.

Percebendo que minha batalha era contra o tempo, mobilizei um aeroporto todo, pois já não teria voo naquele dia para nenhum local na Europa e eu teria outro voo (ah, Meu Deus!!) às 4 horas da manhã do dia seguinte para Frankfurt, Alemanha. Bem, não sei nem o nome da senhorinha, mas mesmo de salto alto (high Heels) ela saiu correndo comigo para podermos (re)fazer todo o procedimento correto de check-in e troca de bilhete. Lembro-me dela com um telefone na mão pedindo para segurarem o voo por mais alguns minutos e explicando, mesmo que às pressas, o que estava ocorrendo. Bem, no final deu certo, mas poderia ter sido bem menos estressante. Entrei no avião quando as portas já estavam sendo fechadas. Só agradeço pelo acontecido por ter história para contar, mas outra dessas não sei se aguento. (Risos)

Se os ingleses são pontuais ou não, não quero nem saber, só sei que atrasaram um avião por minha causa. Termino essa postagem com o mesmo comentário que deixei no blog do Marcelo: “Eu já atrasei um voo em Londres. Se são pontuais ao não, esse atraso salvou minha vida, caso contrário, eu teria perdido outro voo saindo de Dublin às 4 da manhã do dia seguinte. Detalhe, esse voo que estou falando era o ultimo do dia no Gatwick. Oh, sorte tive naquele dia, isso sim!”. 


Se fosse escolher alguma trilha sonora para o episódio, eu diria, em francês ruim, “Non... rien de rien... Non... je NE regrette rien. Ni Le bien qu'on ma fait, Ni Le mal - tout ça m'est bien égal!”.



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Crônicas londrinas: Abbey Road, o templo dos Beatles e outras referências da banda em Londres.


Faixa de pedestres de Abbey Road 

Para todo beatlemaniaco, Londres é a segunda Meca. Por quê? Porque é lá que você encontra a Abbey Road. Pois é, foi no Abbey Road Studio onde os Beatles gravaram a maior parte de suas canções.
O primeiro single de sucesso da banda, I wanna hold your hand, foi escrito em Londres, na residência da então namorada do Paul, Jane Asher. O filme “a hard day’s night” foi filmado na estação Marylebone, em Londres.

ABBEY ROAD. 


3 Abbey Road, St Johns Wood, NW8 9AY. Esse talvez seja o endereço Beatle mais famoso. Os quatro atravessaram a faixa de pedestres da rua onde se localizava o estúdio Abbey Road para a capa do álbum homônimo. Paul McCartney, que resolveu caminhar com os pés descalços, foi alvo de boataria após a sessão de fotos. Foi naquela época que surgiu o rumor de que ele estaria morto, e aquele seria um sósia mandando uma mensagem para os fãs do grupo.


Estação de St. John’s Wood

Você pode aproveitar para tomar um café no Beatles Coffee Shop na estação de St. John’s Wood, em Finchley Road, NW8 6EB. O dono do lugar, Richard Porter, é o guia da Beatles Walk e, se estiver por lá, pode prover uma conversa bem agradável e nostálgica sobre a década de 60.



Beatles Coffee Shop 

 Aproveitei para comprar uma agenda com a capa dos Beatles por cinco Libras. Antes de efetuar a compra, fiquei em dúvida se levaria a agenda ou um baralho com fotos do quarteto de Liverpool, hoje, pensando bem, deveria ter comprado os dois. DROGA. MALDITA DÚVIDA!

Crônicas Londrinas: Westminster Abbey.




Sabem aquelas sensações que você tem quando olha para o lado e se depara com uma paisagem que parece ser bem familiar? Então, foi exatamente isso que senti quando me deparei com a imagem que serve de plano de fundo dessa fotografia. Estou me referindo a Westminster Abbey (Abadia de Westminster), mas se você não sacou do que estou falando é só lembrar-se do casamento do príncipe William com Kate Middleton (Abril de 2011). Foi realizado aqui.

INFORMAÇÕES:

LIBRAS:

Um dos grandes problemas que encontrei em Londres deve ser o mesmo de vários turistas que usam uma “moeda menos em conta”. Pois é, depois de trocar Euros por Libras (Pounds, em inglês) minha vida nunca mais foi a mesma. É tudo muito caro na Inglaterra. Paguei até para entrar no banheiro. Sem mencionar, mas assim já procedendo, que comprei um hot dog por três Libras. O assustador era que pelo tamanho e sabor, eu não daria mais que 50 Pence. Um roubo.  

Para visitar a Westminster Abbey, um adulto paga 16 Pounds. Tudo bem que é uma vez na vida que você tem a oportunidade de entrar em uma abadia como essa; estilo gótico e tal, mas não sei se vale 16 libras. Eu não corri o risco, fiquei muito satisfeito em apenas tirar uma foto em frente.  

TRANSPORTE:

A melhor forma de visitar Londres é pelo metrô, Tube ou Underground como eles chamam por lá (nos EUA se diz, Subway). Uma boa dica é comprar um Day tripper ou return ticket que custa 6 libras e você pode fazer uso do mesmo durante 24 horas.


Para chegar até a Westminster Abbey, você pega a estação Westminster. Para quem já tem costume de usar metrô, em Londres ele é uma mãe. Acreditem, bem mais fácil do que o de Madrid (essa é outra História). Tudo bem informado para que qualquer um saiba como se virar.


UM POUCO DA HISTÓRIA DA ABADIA DE WESTMINSTER*
*[Retirado da internet.]

Em 616 D.C. um pescador do Rio Tâmisa teve, supostamente, uma visão de São Pedro e celebrou um culto no mesmo local onde a Abadia seria fundada mais tarde. Na década de 970 D.C., uma comunidade de Monges Beneditinos instalou-se no na região. Mas a igreja de pedra propriamente dita só foi construída entre 1045 e 1050, pelo Rei Eduardo. Mais tarde, em 1308, um trono em homenagem ao Rei Eduardo foi colocado no interior da Abadia. Desde então, a cerimônia de coroação do Rei acontece diante do trono.

Por volta de 1500, o templo foi modificado e então se tornou uma construção em estilo gótico, como conhecemos hoje. Outras reformas aconteceram: Henrique VII construiu uma capela dedicada à Virgem Maria, em 1503, enquanto as duas torres foram erguidas entre 1722 e 1745. Além disso, na metade de 1500, o Estado separou a Igreja da Inglaterra da Igreja Católica, confiscando a Abadia dos Beneditinos. A posse do local foi devolvida aos monges pela Rainha Maria I, e mais tarde tomada novamente, por Isabel I, que a transformou na Colegiada de São Pedro, já no Século XVIII. Nesta Igreja foi traduzida parte da Bíblia Rei James.


Crônicas londrinas: Big Ben... (?)




Talvez o ápice dessa viagem épica desbravando o Velho Continente por conta própria e levando como bagagem apenas uma mochila com o notebook e a língua inglesa como instrumento de comunicação tenha sido Londres. A cidade sempre me facionou e a cultura inglesa sempre foi algo com presença marcante em minha vida: Beatles, Oasis, Pink Floyd só para citar alguns dos itens presentes.

Essa postagem será curta e no futuro detalharei mais sobre essa cidade. No momento, só quero esclarecer um pequeno equivoco sobre o famoso cartão postal: o  Big Ben. Leiam...  

Sobre o Big Ben:

O Big Ben, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Britânico, nem a sua torre. É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e foi instalado durante a gestão de Sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. O nome do relógio é Tower Clock, e da torre, Clock Tower (Torre do Relógio).


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

I went to the woods...




"I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life, and see if I could not learn what it had to teach, and not, when I came to die, discover that I had not lived."

Não imaginava que poderia um dia ir à Inglaterra, mas depois que você estabelece um objetivo, o universo todo conspira para que você o alcance. Londres é uma cidade que impõe respeito. O desejo de ir a Londres, capital da Inglaterra, começou assim: Há muito tempo fui convidado por uma ex-coordenadora para ser interprete em uma negociação em uma escola de idiomas onde trabalhava. Era o acerto de aulas particulares que um americano deveria ministrar para ela. Aceitei o convite e depois que terminei meu trabalho fiquei conversando informalmente com esse “professor”. Depois de uma longa conversa ele perguntou se eu já conhecia os Estados Unidos e respondi que sim. Eu tinha acabado de voltar para o Brasil e falei das minhas impressões sobre aquele país e destaquei New York (Nova Iorque) como uma cidade que, para mim, era a capital mundial. Na mesma hora ele me interrompeu e disse:

-- A capital do mundo é Londres. Lá tem gente de todos os lugares do planeta. Você deveria ir um dia para Londres e vai entender o que estou dizendo... Blah, Blah, Blah...


Como se qualquer pudesse ir a Londres na hora que bem entendesse! Não prolonguei essa conversa e depois que nos despedimos fiquei pensando se seria tão diferente Londres de New York.

Compartilho agora, não as emoções ou minhas impressões das duas cidades, mas imagens feitas por minha pessoa:

New York:




Londres:






Sex Pistols, Beatles, Pink Floyd, Oasis, a pontualidade britânica, são só algumas das coisas que admiro na terra dos anglo-saxões. Juntei lazer e trabalho nessa viagem a Londres. Tive a chance de conhecer um pouco da cultura do país ao mesmo tempo em que praticava a língua. Foi uma longa jornada, mas consegui ter uma ideia de tudo, do sotaque, da comida, do clima... O país de Shakespeare é, sem dúvidas, fascinante. Amadureci muito com essa experiência que vou levar para minha vida profissional. Só não achei muito fácil atravessar as ruas, pois como a mão na Inglaterra é diferente (mão inglesa) eu me confundia. Valeu a pena. Comprei as passagens de ultima hora, quando ainda estava em Dublin (Irlanda). Custaram exatos 370,00 Euros, mas valeu cada centavo. Só não sei se conseguiria viver por lá. Tudo é bem caro e a moeda usada não é o Euro, mas sim a Libra (Pound, em inglês).