SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

- [Portal da Língua Inglesa] -

Facebook Badge

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O Brasil achou o caminho para o desenvolvimento?




É meio maluco, é verdade, mas por meio de uma postagem semanal, vou tentar cooperar com o desenvolvimento do pensamento crítico nesse país (pelo menos aqui na rede mundial de computadores). Por menor que seja minha cooperação, já é alguma coisa, afinal, se não fizer nada mesmo, as chances de mudar algo passam de pouco para zero por cento. E quem pode participar? Qualquer animal racional.


Vou fazer isso abrindo as “portas” da percepção.


Abrindo a primeira porta: O Brasil achou o caminho para o desenvolvimento?



Espero que tenhamos um inicio interessante. Espero que comentem aqui no espaço destinado aos comentários no Facebook.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Novo índice global avalia a eficácia da educação


Existem duas formas de ler essa notícia: a primeira é para fazer críticas negativas e suar os dados para atingir o governo. A segunda é usar as informações para espalhar para o maior número de pessoas para que possamos procurar soluções para melhorar a educação nesse país.

Gostaria de ouvir sua opinião ao final desse artigo. O que achou desse índice global que avalia a eficácia da educação no mundo? E o que achou da posição do Brasil no mesmo?







Para quem gosta de dados educacionais, uma boa e uma má notícia. A boa: a Pearson, empresa especializada em soluções educacionais, lançou a The Learning Curve, plataforma que reúne uma série de dados educacionais internacionais com o objetivo de ajudar o setor público e a iniciativa privada a tomarem decisões. As informações, colhidas com o apoio da divisão de pesquisas da The Economist, são apresentadas por meio de um site, lançado hoje. Lá, é possível conferir um relatório consolidado do estudo, dados sobre quanto cada país tem se dedicado à educação, casos bem sucedidos – inclusive uma brasileira – e análises de especialistas. Além disso, os estudiosos propõe ainda um novo índice global capaz de medir a eficácia educacional dos países analisados.

Bom, agora a má notícia: nesse índice, chamado de Z-Score (pontuação Z, em livre tradução), o Brasil ficou em penúltimo lugar. Essa nova proposta de indicador global, que compara o desempenho de 39 países e de Hong Kong, se baseia nas notas do Pisa (Programa Internacional de Avaliação dos Alunos) e no cruzamento de outros dados estatísticos, como o valor investido em educação por cada país e os resultados colhidos. “É claro que a colocação do Brasil é muito ruim, mas o fato de o país ter dados confiáveis e comparáveis internacionalmente já é algo positivo”, diz Mekler Nunes, diretor superintendente de Educação Básica da Pearson. A título de curiosidade, as três primeiras posições não chegam a surpreender: elas são ocupadas por Finlândia, Coreia do Sul e Japão.
Conhecendo a plataforma

Por enquanto, a plataforma está disponível apenas em inglês, mas há a expectativa de que ela seja traduzida em breve. O relatório final em português, no entanto, será disponibilizado nos próximos dias. Assim que isso ocorrer, ele será anexado a essa matéria. O documento consolida as informações coletadas durante as pesquisas. Entre os tópicos que estão presentes no texto, há a qualidade do ensino e dicas para gestores públicos.

Além do report, é possível acessar a opção Data Bank (banco de dados, em livre tradução), que dá acesso a uma lista que apresenta dados educacionais dos países pesquisados, de 1990 (para aqueles que já tiveram dados coletados nesse ano) até 2011. Entre as mais de 30 informações disponíveis para análise estão as despesas públicas com a educação, salários mínimo e máximo dos professores e a idade de admissão na fase pré-primária dos alunos.

Outras ferramentas – disponíveis na opção Data Visualization Tools (ferramentas de visualização de dados) – possibilitam uma nova visão sobre esse conjunto de dados. O Heat Map (mapa de calor), por exemplo, funciona da seguinte maneira: um mapa mundi é apresentado na tela com uma linha do tempo acima; ao arrastá-la, as cores verdes ficarão mais fortes ou mais fracas sobre os países na medida em que o país melhora ou piora suas políticas de educação. No Brasil, a cor branca só começa a aparecer no final dos anos 90 e, a partir de 2005, o mapa começa a apresentar a cor verde, coincidindo com a consolidação das políticas educacionais brasileiras.

Além de conferir estatísticas boas e ruins, o usuário terá acesso a alguns textos sobre grandes iniciativas educacionais que deram certo, como a cidade de Nova Orleans, nos EUA, que precisou reconstruir todo seus sistema de ensino depois do furacão Katrina (confira matéria do Porvir sobre o assunto). Entre os projetos de sucesso também temos um do Brasil, representado pelas Escolas do Amanhã, no Rio de Janeiro, que lutou contra a violência para dar continuidade ao processo de aprendizagem. Esses textos podem ser encontrados através do botão Case Studies (estudos de caso).

Para que se faça uma comparação ainda mais profunda entre os países, basta acessar a opção Country Profiles (perfis dos países). Dentro dele, haverá um mapa. Ao escolher um país, o usuário poderá ter acesso a informações como índices de desenvolvimento humano, número de homicídios por 100 mil pessoas e até número de professores por aluno. No Brasil, por exemplo, no ensino fundamental 1 são mais de 22 alunos por professor – a título de comparação, essa taxa é de 11,25 em Portugal; 12,03 no Catar; 20,92 na Coreia do Sul; 23,01 no Chile; 36,03 na Nigéria; e 40,20 na Índia.

sábado, 24 de novembro de 2012

SONHOS- O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER




Esse texto e vídeo não são obras desse blog, mas estão sendo transmitidos porque acredito que vale à pena assistir ao vídeo e ler o texto. Se você, assim como eu, se encontra desmotivado, se sente fraco fazendo aquilo que sempre batalhou para fazer na vida, mas não encontra mais forças para continuar, recomendo ver essa postagem até o seu final. E sim, esse é um resumo de uma história que ainda não acabou.



Constantemente buscamos estas respostas, o problema é que quase sempre nos colocamos como crianças indefesas, transferindo ao mundo a responsabilidade por nossas conquistas ou pela inercia de nossas vidas.

Este vídeo mostra exatamente isso, o resumo de uma história que ainda não acabou. De uma criança "pobre" que começou do zero, que foi conquistando seu espaço aos poucos. EXPERIMENTANDO, FAZENDO, APRENDENDO. Um empreendedor de sucesso que vem conquistando seus próprios sonhos, desenhando seus próprios MOTIVOS para uma vida digna de ser contada.

Deivison Pedroza, autor deste vídeo, presidente da VERDE GHAIA e do Instituto Oksigeno, apresenta aqui atores reais, pessoas reais, e o resumo de uma história real que ainda não acabou.

Para quem encontra-se hoje, DESMOTIVADO, DESNORTEADO e INSEGURO com sua vida, assista este vídeo e mude seu destino.

domingo, 18 de novembro de 2012

Como será seu futuro?




Como será seu futuro? Não tem ideia? Que tal começar retirando tudo que te atrapalha? Eu acredito que você não quer viver uma vida sem nenhuma qualidade. Aconselho a tentar traçar metas.

Certa vez encontrei um homem que me fez a mesma pergunta que abre esse tópico. Confesso que não soube responder como imaginaria meu futuro. Ainda hoje não sei, mas já descobri o que não quero para mim.


ü  Não quero uma vida merda presa à dívidas e cobranças de nenhum tipo.
ü  Não quero envelhecer e ficar me lamentando a vida inteira por não ter feito o que eu queria fazer.
ü  Não quero ficar torcendo pelo insucesso dos outros. Prefiro usar o mesmo tempo para crescer profissional e pessoalmente.
ü  Não quero me apoiar no sucesso dos outros.
ü  Quero conservar meus amigos, não criar mais inimigos.
ü  Quero pais.


OM MUNI MUNI MAHA MUNI SHAKYAMUNI SOHA

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Essa história é assim: rápida e verdadeira.





Um dia um moleque se depara com uma cambada de desocupados caminhando pelas ruas de uma cidade pequena gritando e cantando hinos que rementem ao contato direto com a natureza por meio de frases que lembram índios, animais e acidentes geográficos.


Aventura Sênior em Martins no Rio Grande do Norte (1998)

“Uma aberração!”, pensou o moleque com uma bola debaixo do braço, falando isso enquanto a cambada ainda insistia em berrar “Rataplan do arrebol, Escoteiros vede a luz! Rataplan! Olhai o sol. Do Brasil que nos conduz...”.




Acampamento dos Escoteiros em União - AEU em Apodi RN.


Sem perceber, aquele moleque se tornou Mochileiro naquele dia.

A ideia de sair da rotina, esquecer o contato com o mundo de concretos surgiu nessa época. Eu criticava aquilo que vim a me tornar: Um aventureiro que não quer saber de se tornar mais um bandido de terno e gravata. 




Aventura sênior em Apodi.


Vasculhando na internet, descubro essas imagens do tempo de escoteiro. Não tinha nenhuma, pois tinha essa ideia de não marcar momentos com imagens e sim com palavras, mas essas únicas fotos estão agora eternizadas na rede mundial de computadores. 



Acampamento em PIPA, Natal RN.



Desse tempo fica o aprendizado com o diferente e a situação adversa. Aprendi muito a valorizar aquilo que tenho e a esquecer, ainda que momentaneamente, aquilo que não tenho, tirar da minha cabeça essa ambição desenfreada de acumular posses e capital à troco de nada. Pena que nem todos mantiveram o espírito! Alguns resolveram seguir por outros caminhos, para mim, o sonhe NUNCA ACABOU!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Aprendendo inglês por meio das charges.




Nessa imagem de Adams, do Daily Telegraph, O atual presidente e candidato a reeleição, Barack Obama, aparece vestido de super-homem (superman). Acredito que a ideia surgiu devido a mensagem que o mesmo ofereceu ao povo americano na campanha de 2008 (yes, we can). Para quem não lembra, Obama surgiu como uma espécie de salvador da pátria, uma vez que o país, durante os governos Bush, já apresentava os primeiros sinais de decadência.

Aqui o cartunista considera a possibilidade de o presidente perder seu emprego como líder da nação devido aos resultados das ultimas pesquisas. Podemos ler “superman carrer’s rethink...”

Se você tem que rethink (repensar), nesse caso a carreira, pode ser sinal de perigo eminente, no caso do Obama, a perda da eleição.

Na imagem, uma foto de Michelle Obama, uma edição da revista TIME com Osama Bin Laden na capa... Tudo junto em uma caixa, deixando a entender que o presidente já está se preparando para repensar sua carreira. Será que isso vai mesmo acontecer? Só poderemos saber dia 6 de novembro. 

“La muerte esta tan segura de alcanzarte, que te da toda una vida de ventaja”.





Que tal celebrar a morte com flores e muita festa? Se isso para nós parece estranho, no México, ao contrário, ninguém fica triste no Dia de Finados. Os mexicanos brincam com a morte e transformam todos os símbolos tradicionalmente associados com ela em motivo de riso e diversão. Começando com a comida. De todas as iguarias que são preparadas especialmente para a ocasião, a mais apreciada são pequenas caveiras sorridentes feitas de açúcar ou de chocolate, decoradas com lantejoulas e marcadas com o nome dos parentes falecidos de cada família. Aliás, as caveiras estão por toda a parte, exibindo seus enormes sorrisos e sombreros enfeitados com flores e plumas.

E se, nos povoados, o povo dança e canta nas ruas, nas cidades a festa é transferida para os cemitérios mesmo. É onde os amigos se encontram para passar o dia comendo, bebendo e cantando em homenagem aos seus “muertitos”. A alegria e irreverência, no entanto, não tiram o caráter religioso do Dia de Muertos. “Em poucos lugares do mundo se pode viver um espetáculo parecido ao que acontece durante as grande festas religiosas do México”, afirma o escritor Otávio Paz, em seu livro Labirinto da Solidão. E o Dia de Muertos é, sem dúvida, a maior celebração religiosa desse povo festeiro.

As manifestações populares que acontecem nos dias 1 e 2 de novembro são o resultado de uma forma de sincretismo, que mistura elementos do catolicismo popular, com rituais antiqüíssimos, típicos dos povos que habitavam o México milênios antes da chegada dos espanhóis: os olmecas, os teotihuacanos, os maias, os zapotecas, os mixtecos, os toltecas e os mexicanos.


Visões do paraíso.

Os mexicanos da época pré-hispânica se consideravam imortais. Para eles, a morte era apenas um jeito diferente de viver. “Os antigos diziam que os homens, quando morriam, não desapareciam, mas começavam a viver de novo, como se despertassem de um sonho, transformados em espíritos ou em deuses”, conta o historiador Bernadino de Sahagun, no clássico História Geral das coisas da Nova Espanha. Esses espíritos imortais habitavam um mundo paralelo ao dos vivos e, em muitos aspectos semelhante a ele.


A noção de que existe um mundo “do outro lado”, reservado para os mortos é compartilhada por quase todas as tradições religiosas. De modo geral, pegar o melhor ou o pior lugar é uma questão de mérito e das boas ações que praticamos em vida. O que torna tão original o pensamento dos antigos povos mexicanos, é que essa escolha está relacionada com a causa física da morte de cada um. Daí existirem nesse mundo espiritual vários paraísos. Um deles, por exemplo, correspondia ao deus Tláloc e chamava-se Tlalocan. Ali eram recebidos os que morriam afogados ou por qualquer outra razão que se relacionasse à água. Contava-se que haviam muitas árvores e alimento abundante para a alegria de seus habitantes.

É claro, que sempre haviam os casos em que a causa da morte refletia a vida. Os guerreiros, por exemplo, iam para um lugar especial, assim como os prisioneiros de guerra, que costumavam ser oferecidos em sacrifício para alimentar com seu sangue o deus-sol Tonatiuh. Essa distinção também era reservada às mulheres que morriam de parto, chamadas cihuateteos.

Quem morresse de causas naturais tinha lugar reservado em Mictlán, o reino de Mictlanteculi e Mictlancihualt , senhor e senhora dos mortos. Contava-se que, quando o sol se punha na terra, nascia em Mictlán. Estava longe de ser um local de castigo, mas o caminho até lá era cheio de perigos. Rios profundos, altíssimas montanhas e animais selvagens aguardavam os viajantes. Para que pudessem vencer tantos obstáculos, as pessoas eram enterradas com facas de obsidiana, oferendas e comida e bebida para a viagem.

Os mortos-crianças iam para Chichihualcuahtli, onde o leite para alimentar os pequenos escorria das árvores. Esse cuidado típico de mãe parecia natural para esses povos que acreditavam que gerar a vida e tirá-la eram dois atributos do feminino e, de fato, muitas deusas-mães povoavam seu universo espiritual.

A Mãe-Morte.

“A representação da morte no México é sorridente”, ensina o escritor Fernando Salazar Bañol, “ chama-se Coatlicue, ou Mãe-Morte e também é conhecida como a deusa da terra. É ela que gera todas as coisas e também as devora”. Essa idéia nasce da observação dos ciclos da Natureza, onde tudo está sempre nascendo, morrendo e renascendo. Cecílio A. Robelo, em seu Diccionario Náhuatl conta que a lua enviou um recado aos homens por intermédio de uma lebre: “Assim como eu morro e renasço todos os dias, vocês também vão morrer para renascer depois”.

Por isso, até hoje, os mexicanos se sentem à vontade para brincar com ela. “A morte não tem nada de terrível. No México, ela é feita de açúcar e distribuída para as crianças”, conclui Fernando Salazar.

A hora da festa.


Essa familiaridade está tão arraigada na alma mexicana que, ainda hoje, existe uma idéia muito forte de que os mortos têm licença para visitar seus parentes do mundo dos vivos, na época de Finados. No dia primeiro, Dia de Todos os Santos, também chamado Dia dos Santos Inocentes, os visitantes são os mortos-crianças. Os mortos adultos só aparecem no dia seguinte.


Para recebê-los, as casas são enfeitadas com cempasúchitl, uma flor amarela, típica do Dia de los Muertos. No lugar mais importante da casa, um altar é preparado em três andares, simbolizando a Santíssima Trindade, ou o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Nele, além da figura do santo da devoção da família e de imagens de Jesus Cristo, colocam-se fotos, água, frutas e os pratos de comida favoritos do ancestral que se quer honrar.

O banquete é preparado com um cuidado respeitoso. Não podem faltar receitas mexicanas tradicionais, como a calabaza de tacha, um doce de abóbora feito com açúcar e canela, o famoso pan de muertos, uma torta com decorações que imitam ossos e as caveiras de açúcar, que as crianças adoram.

O altar é todo enfeitado com papel picado de cor preta, símbolo do luto cristão e laranja, a cor do luto azteca. E, por toda parte, velas, muitas velas para ajudar os espíritos a encontrarem seu lugar.

Tudo tem que estar pronto até dia 31 de outubro, à meia-noite. A família reza junta e, em seguida, convida os ancestrais a participarem da festa. As velas são acesas e o ambiente é purificado, queimando-se uma resina aromática, o copal. Ninguém toca na comida. Os mortos devem ser os primeiros a se servir. Apenas no dia seguinte os vivos voltam para se reunir aos parentes falecidos e, juntos, saborearem o banquete. É hora de comer e beber ao som da música favorita dos que já partiram.

O ritual se repete no dia 2, para os mortos adultos. Hoje, nas cidades, em vez de fazer uma festa em casa, as pessoas preferem levar a refeição para os cemitérios, onde passam o dia lavando os túmulos e decorando-os com muitas flores. Lá eles rezam, choram, cantam e, eventualmente, se embriagam, porque, afinal a morte é um fenômeno inseparável da vida. E, para os mexicanos, a melhor forma de enfrentá-la, é rir e brincar com ela.
Jose Guadalupe Posada (1852-1913)