SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quando for votar, deixe seu coração em casa e leve seu cérebro para as urnas.


Ao final desse texto, você poderá tirar suas próprias conclusões sobre seu título, afinal o leitor é livre e inteligente para saber que não quero nada mais do que mostrar meu ponto de vista. Trata-se apenas da visão de um jovem que não consegue compreender como que, mesmo depois de anos e mudanças de gerações, a formula para fazer política nunca mudou. 

É impressionante como a combinação política mais paixão não dá certo. E não sou eu quem está dizendo isso, a própria história se encarregou de mostrar que votar tendo paixão partidária, eu chamo de cegueira partidária, não resulta em bons frutos. Primeiro porque os políticos traem o povo e depois se destroem uns aos outros movidos não somente pela ganancia, mas também pela falta de escrúpulos.

Estamos nos aproximando de mais um ano de eleições municipais (ano de 2012) e esse será como todos os outros, a não ser que você esteja disposto a fazer diferente. A lógica é bem simples, apenas deixe-me explicar como tem funcionado ao longo dos anos e você, leitor, tirará as suas próprias conclusões. Alias esse é o objetivo desse texto: fazer você entender que você pode pensar por conta própria.  


Tudo na vida tem um proposito; um objetivo. E qual é o proposito de votar? Eleger nossos representantes, não é mesmo? Mas qual o proposito daqueles? Representar o povo mostrando competência e serviço. Trata-se de um processo eleitoral baseado na livre escolha; democracia. Isso você já sabe.


Temos que parar de pensar política de forma egoísta. Mesmo sabendo que mando no meu voto, preciso parar, pensar e refletir sobre as consequências do mesmo. Não é apenas eleger alguém e depois ficar alheio aos acontecimentos vindouros. Se você elegeu, cobre também. Dizem que brasileiro tem a memoria curto, mas eu não acredito que o povo que tem orgulho de ter Machado de Assis, Monteiro Lobato, Ayrton Senna, Aleijadinho, Pelé, Marta, vocês e eu como ícones de verdadeiros heróis aceitará esse título amargo por muito mais tempo. Precisamos mostrar aos mais velhos que estamos prontos para fazer desse país um mundo melhor com menos impunidade para quem não merece e mais justiça, segurança, saúde e educação de qualidade.

Podemos mudar o mundo, mas tudo isso só poderá acontecer se quando você for votar deixar sua emoção de lado e pensar no coletivo, analisando quais mudanças são necessárias e quem poderá te representar de forma efetiva dando-lhe voz e oportunidades para concretizar esse processo de mudança. 

Termino esse texto apenas assinando e agradecendo pela atenção dada até essa ultima linha. Se eu constatar que a mudança não vai vim mesmo, terei um novo nome para um novo conto que se chamará “os mendigos e os parasitas”.

Bruno Coriolano, uma gota no meio do oceano. 

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