SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Mais um gol de placa do Romário. Dessa vez contra a corrupção na CBF/FIFA.



Ele foi o maior jogador de futebol que vi jogar. Não vi o Zico, nem o bobalhão do Pelé, Michael Laudrup e Zidane foram gênios, mas não chegam nem perto do peixe, e quando vi o Maradona jogar (copas de 1990 e 1994) ele não deu o mesmo show que o baixinho deu.

Mas não é de futebol que venho falar nessa postagem. O ex-jogador de futebol, Romário de Souza Faria, agora deputado Romário Faria, merece ter esse vídeo divulgado aos quatro cantos desse país, e se legendado, os quatro cantos desse planeta. Isso sim é cidadão. Muitos, eu fui um, achavam que o Romário iria se envolver em política apenas para ser mais um. Engano meu. Como é bom estar errado! Nesse vídeo, sem medo, o baixinho dá um show de bola ao questionar Ricardo Teixeira e ao secretario da FIFA.

Notem que o brasileiro é bicho corrupto mesmo. Vejam o que o deputado, que presidia a casa no dia, diz. Reparem na reação (vozes) do público que assistia à sessão.

Muito bem Romário. Você acabou de ganhar mais um olho atento ao seu trabalho como deputado. Gol de placa.  

Sobre a CBF. Nunca vi uma instituição tão fraca em termos de tomada de decisão. Até hoje existe falta de informações claras sobre quem foi o campeão brasileiro de 1987 – Flamengo ou Sport Recife. As meninas de futebol nem liga para jogarem no país têm. Espero que durante essa copa no Brasil ou eu esteja morando fora do país ou vivendo em uma cidade com praia para que eu possa passar um momento de lazer durante as partidas desse campeonato.

Sobre a FIFA. A meu ver, uma instituição que cuida de tudo, menos futebol. Como pode a maior instituição do mundo não conseguir organizar um mundial de clubes de vergonha? Foi preciso incorporar a Copa Toyota de clubes do Japão para poder reconhecer um time campeão no mundo? Mera formalidade. O interesse da FIFA é financeiro. 

sábado, 18 de outubro de 2008

ESTÁ AUMENTANDO O NÚMERO DE IDIOTAS NO MUNDO?


Se você é um daqueles que se assusta com textos longos, tchau! Essa postagem, definitivamente, não é para pessoas como você. Você não vai ler; direito seu.  

Com o perdão daqueles mais sensíveis à crueza da questão-título, respondo diretamente à pergunta. E a resposta é, ao mesmo tempo: sim e não! Explico um pouco melhor aqui abaixo.

Sim, infelizmente pode-se constatar empiricamente – mas isto poderia ser confirmado por alguma investigação “científica” – que está aumentando, para cifras nunca antes registradas nos meios de comunicação, o número de imbecis, idiotas ou simples energúmenos, cujas opiniões, elucubrações ou meras manifestações de “pensamento” conseguem ser captadas por esses meios de comunicação, encontrando assim um eco mais amplo nos veículos impressos e audiovisuais.

Por outro lado, nunca foi tão volumosa a produção científica ou a simples escolarização de massas antes excluídas do acesso à educação (de qualquer nível e qualidade). Com isso, a cultura científica se dissemina em meios antes entregues às mais variadas influências “culturais”, desde o curandeirismo shamânico até o fundamentalismo religioso pretendidamente “cientista”. Assim, a humanidade “progride”, ainda que isto possa ser descrito como sendo uma “fatalidade natural” do acúmulo do conhecimento científico e que esse saber esteja em muito poucas mãos (e cérebros).

Com esses dois processos se desenvolvendo simultaneamente, a resposta à pergunta central é, portanto, dupla e contraditória: nunca foi tão grande o número de pessoas partilhando de um mesmo conjunto de explicações simplistas – e basicamente erradas, quando não idiotas – sobre as complexidades do mundo e da vida, ao mesmo tempo em que aumenta gradativamente o número daquelas capazes de galgar as escarpas ásperas da ciência e de adotar explicações racionais, a fortiori racionalistas, para esses mesmos problemas. Uma coisa não exclui a outra, portanto.