SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012

RELIGIÃO ou ESTADO: quem é o opressor mesmo?



Você só vai a um culto ou missa vivenciar uma crença quando quer; mas tem que ser politicamente certinho no bar da esquina, no restaurante, no salão de cabeleireiro, no aniversário da sobrinha de quatro anos, na escola, no cursinho, na faculdade, no trabalho.

Pode passar a vida inteira ignorando os seus pecados; mas ai de você ignorar as cotas raciais, os direitos dos homossexuais, as exigências feministas, a deusa Gaia existente em cada matagal ou a santidade do Chico Buarque (ß Bundão).

Só se confessa quando quer; mas não pode esconder do Estado onde mora, que tem uma arma, que tem uma empresa e que não estava a fim de votar no pleito passado.

Só paga dízimo quando quer; mas ai daquele que não fizer Declaração de Renda.

RELIGIÃO ou ESTADO: quem é o opressor mesmo?

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

RELIGIÃO: VERDADES INCONVENIENTES: CONHECEIS A VERDADE E ELA VOS LIBERTARÁ.





Nesse texto sobre religião, seguem algumas dúvidas que assombram o cristianismo. Deixo claro que minha intenção não é influenciar, mas sim fazer os leitores refletirem sobre alguns fatos que merecem consideração, e tentarei fazer isso de modo mais imparcial possível. TODO ESSE TEXTO FOI RETIRADO DO BLOG: AS CRÔNICAS DE VON SERRAN.


A primeira grande questão na qual os convido, seria sobre o fato de o Deus cristão ser diferente dos demais. Vamos começar pelo cristianismo e islamismo (as duas maiores religiões do mundo) para comparar. Segundo a bíblia essas duas nações são divididas em dois patriarcas – Dos judeus descendentes de Isaque filho de Abraão e Sara, e Ismael que descende os árabes, filho também de Abraão e Agar, escrava de Sara (Gen. 21:1- 3).

Assim sendo, os dois descendem do mesmo pai, e, portanto, em tese adoram o mesmo Deus. O fato de um chamar Alá e o outro Jeová fica nos critérios regionalistas do idioma, ou seja, Good morning e bom dia são a mesma coisa, porém com pronuncia diferente. Pesquisadores fizeram um estudo de DNA e comprovaram que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia.

 A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4.000 anos.


Já no budismo não se nega a existência de Deus, ele apenas enfatiza que o homem é responsável pelo seu futuro pelo que age no presente. Ou seja, se Deus te deu uma cabeça e braços, pense e trabalhe. No hinduísmo, existe uma pluralidade de Deuses, porém nos Vedas, Brahma é um dividido em outros (lembram do pai, filho e espírito santo?).

 Assim, se começarmos a refletir, não chegaremos à conclusão que o que difere um Deus de outro são as culturas humanas, com suas características, influenciando o modo de pensar na divindade no ambiente em que essa cultura é dissipada?


ESSA É UMA QUESTÃO. VAMOS PARA OUTRA.

Já se perguntou se alguma vez, você aprendeu uma coisa corretamente?


Um fato que poucos conhecem, são das políticas por trás das grandes decisões do cristianismo. Os cristãos deixaram de ser perseguidos em 313 e apenas 12 anos depois seus bispos foram convocados para o Concílio de Nicéia, primeiro passo dado para a criação do Novo Testamento.



Na reunião, os evangelhos de Marcos, Lucas, Mateus e João foram escolhidos para narrar a biografia de Jesus por uma razão simples: expressavam a visão dominante na Igreja. E todos os demais foram considerados apócrifos, falsos e perigosos para o estabelecimento do novo livro.




Começou, então, a perseguição a todos que ousavam discordar da recém-formulada Escritura Sagrada. Os gnósticos, docetas, ebionitas e ofitas foram acusados de heresia. Os que insistiam em desrespeitar o cânon eram punidos com a excomunhão ou a morte. Dezenas de livros – ou centenas, já que ninguém sabe ao certo quantos eram – foram destruídos ou queimados.




Nag Hammadi foi um deles, encontrado em um vaso de uma caverna egípcia conseguiu escapar da destruição. Possui a mesma idade histórica, e autenticidade dos evangelhos do novo testamento. Assim a bíblia que você lê hoje, foi uma compilação política para que a igreja existisse como ela é hoje, um Vaticano que explorou ouro das nações pobres, que apoiou a caça às bruxas, que nega o celibato a padres, por não querer sustentar famílias em vez de indivíduos sozinhos.



Nos outros evangelhos como os apócrifos, existem relatos que as pessoas não conhecem da bíblia comum, alguns relatam sobre as experiências de cristo dos 10 aos 30 anos. Segundo alguns relatos escritos, Jesus esteve na Índia junto com os budistas. Depois foi para a Pérsia e viajou para a Mesopotâmia. Na Grécia viajou com os Sumérios e depois para o Egito que é uma cultura bem diferente da dos Judeus.



Daí a explicação de Jesus ser tão diferente do Deus do primeiro testamento.


Ele pregava o amor, dar a outra face caso alguém lhe batesse.



O Deus do primeiro testamento é vingativo, ciumento, bem diferente de Jesus que Pregava sobre o Amor ou o desapego das coisas materiais, que é mais típico dos budistas. E se estudar sobre Buda os pensamentos dele, seus ensinamentos não diferem muito ou nada sobre os de Jesus, Inclusive Buda também dizia parábolas.



Veio então à reforma protestante, e Martinho Lutero se revolta contra o clero tradicional, que vendia milhões de relíquias de Cristo por semana. Sua tese é questionada e passa também a ser perseguido. Mas reescreve a bíblia do latim, para o alemão.




Tempos depois a bíblia é reescrita do alemão, para o italiano e depois para o inglês. Pense em como foi feita estas traduções, das interpretações, e do tempo em que elas sofreram com estas mudanças históricas. Chegamos à conclusão, que você não sofreu censura de informação a partir da segunda guerra mundial, como dizem as teorias de comunicação, mas sim de 100 depois de Cristo.




Estas informações não foram inventadas, algumas constam na biblioteca secreta do vaticano, e foram divulgadas por alguns padres que se converteram ao protestantismo.




Convido vocês a pesquisarem, e acrescentarem algo.



Acho válido, como debate, assim poderemos entender melhor estas questões.



Sei que muita coisa vem da fé, não discordo de quem acredita pela fé, eu respeito muito.


O que eu quero é descobrir se vale à pena levantar uma bandeira para defender um ponto... Porque religião é ponto de vista e Deus é outra coisa.


Ai eu pergunto a vocês, revisando tudo que escrevi:



Deus é o mesmo em todas as religiões?

Você acha que aprendeu tudo que devia saber sobre a sua fé?
Espero ansiosamente os comentários.

De onde veio esse texto? link

sábado, 24 de maio de 2008

Religião: o grande anti-Cristo.




os homens perversos e impostores irão de mal a pior,
enganando e sendo enganados”.
II Timóteo 3:13



Uma breve olhada no dicionário e logo nos deparamos com o conceito de religião: sf. Crença na existência de força ou forças sobrenaturais; manifestação de tal crença pela doutrina e ritual próprios; devoção. Uma breve pesquisada no Google e encontramos diversas religiões: Cristianismo, Islamismo, Budismo, Espiritismo, Judaísmo e outras.

Religião é um daqueles temas clássicos que, no caso de uma guerra dos mundos, seria preciso salvar para preservar a maior prova cabal da nossa ignorância. Foi por causa dela que passamos a experimentar diversas formas de atrasos. São atrasos na busca pela paz, atrasos na ciência e manifestações a arbitrariedade e escravidão ao longo dos séculos.

Perseguições, torturas e cruéis punições marcaram um dos períodos mais sangrentos da história da santa inquisição, se é que podemos chamá-la de santa. Milhares de pessoas morreram na fogueira ou foram enforcadas. Mais que o índice atual de execuções da justiça criminal dos EUA, o país ocidental que mais condena gente à morte. Mais do que combater hereges, estado e igreja tinham interesses econômicos.

Os lucros do confisco iam para o clero e os cofres do rei. Por fim, queimar vítimas tornou-se um espetáculo para as massas. A inquisição antecipou o nazismo ao perseguir os judeus, os principais comerciantes da época. Vivemos sempre no famoso complexo de Édipo. É aquela famosa história (ou seria estória?) em que Édipo descobre que a sua cidade está amaldiçoada, sai em busca do autor do crime, investiga e descobre que o criminoso é ele próprio. No caso da religião, nós somos os criminosos.

Não estou atacando a fé. Mas ela é, intrinsecamente, um elemento que, em vez de unir, divide, interdita o diálogo, torna as crenças das pessoas impermeáveis à novos argumentos, uma vez que a religião é construída, sobre um grau terrível e notável, de mentiras.

Sempre nos deparamos com mães dizendo para os seus filhos que alguém, ao morrer, está em um canto melhor e que em breve voltará. Essa grande mentira coloca na cabeça de uma criança uma ilusão que torna a esperança uma grande frustração. É essa ilusão que as religiões defendem. Na verdade, elas fazem uma verdadeira lavagem cerebral.

Se pegarmos os exemplos mais atuais teremos o Dalai Lama. O povo tibetano sempre acreditou no famoso “caminho do meio” pregado por ele, mas nunca viu na prática o retorno esperado e sempre pregado por tal líder espiritual. Agora ele já fala em aposentadoria. Será que ele já aceitou que o que foi dito durante anos não é mais o que o povo queria ouvir?


Durante os períodos posteriores aos ataques terroristas ao World Trade Center (WTC) em Nova Iorque e ao Pentágono em Washington D.C., ambos nos Estados Unidos em 2001, tanto George Bush quanto Bin Laden falava em uma luta em nome de Deus. Mais uma prova do mau uso do conceito de Deus. Uma verdadeira luta entre religiões: Cristãos contra Mulçumanos.

Na própria religião mulçumana, a que mais cresce no mundo, existe uma divisão. Basicamente existem dois ramos no islamismo: o sunita e o xiita. O primeiro constitui a maioria. Para ele, o líder, rei ou presidente, não possui papel especial do ponto de vista religioso. Em outras palavras, ele não é encarado como um enviado por Deus (Allah). Já para os xiitas, o líder da comunidade mulçumana possui importância religiosa e política. Nesse ponto de vista ele é um enviado por Deus. Mesma religião com brigas internas. Além da famosa guerra santa. Como pode alguém querer fazer guerra para espalhar religião?


Portanto, o que a religião vem se mostrando ao longo da história em acontecimentos que contradizem todos os seus preceitos religiosos de bondade, de busca pela felicidade e vida eterna. Todas as religiões divergem em algum ponto, mas todas concordam na hora de receber bens dos fieis (dízimos). Nem o corão (ou alcorão) nem a bíblia servem de exemplos de escritas religiosas, uma vez que ambas pregam a escravidão e o conformismo e a primeira prega a propagação de sua crença por meio da guerra. O próprio apóstrofo Paulo pregava a escravidão. Por fim, a bíblia mostra uma realidade preconceituosa e machista.



BRUNO CORIOLANO DE ALMEIDA COSTA