SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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domingo, 10 de junho de 2012

5 habilidades comuns entre pessoas inovadoras.



Pessoal, no final do ano passado foi lançado o novo livro do professor Clayton Christensen, cujo nome é “The Innovator’s DNA”, onde ele apresenta um estudo colaborativo de oito anos no qual buscou-se descobrir as origens de negócios inovadores e muitas vezes disruptivos.

Foram entrevistados mais de uma centena de inventores de produtos e serviços inovadores , assim como fundadores e CEOs de empresas construídas sobre ideias de negócio inovadoras. Como resultado dessa pesquisa, foram identificadas 5 habilidades  que distinguiram empresários e executivos inovadores de gerentes comuns. Abaixo, relaciono  as habilidades e meus comentários:

- Estabelecer conexões: Identificar conexões entre campos de conhecimento diferentes e independentes para geração de novas ideias e resolução de problemas e questões empresariais. É entender que diferentes culturas, domínios e disciplinas podem fluir para um ponto em comum. É permitir que conceitos estabelecidos se esbarrem e se combinem, criando uma multiplicidade de ideias extraordinárias. Descobertas revolucionárias ocorrem quando identificamos interseções entre campos independentes;

- Questionamento constante: Como prega a propaganda do canal Futura: “O que move o mundo para frente são as perguntas e não as respostas”. Inovadores estão sempre do lado de cá das perguntas. Estão sempre questionando o senso comum, afinal de contas, ideias disruptivas não nascem a partir de ideias medianas;

- Poder de observação: Henry Ford uma vez afirmou: “Se eu tivesse perguntado aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam dito que queriam um cavalo mais veloz”. Clientes só conseguem apresentar necessidades a partir daquilo que eles conseguem enxergar, baseado constantemente no referencial que eles já têm. Inovadores enxergam necessidades não articuladas, conseguem enxergar as necessidades e comportamentos de seus clientes de forma conceitual, sem se prender a objetos;

- Networking: Conheça pessoas diferentes e com perspectivas diferentes. Tal atitude ajuda a potencializar a habilidade de conectar campos de conhecimento diferentes e independentes. Lembre-se que para isso você precisará exercitar sua humildade e sua capacidade de escutar sem pré-conceitos;

- Experimentação: Vale aqui a máxima do Google: “Erre o mais rápido possível”. É criar um ambiente de experimentação onde os erros possam ser controlados e, principalmente, possam ser utilizados como instrumento pedagógico na busca por novas respostas. Cada experimento gera uma nova resposta ou um novo comportamento do sistema que deve ser constantemente avaliado. É o método Dr. House aplicado na prática.

É importante ressaltar que essas são características identificadas de forma individual, mas que só funcionam quando sabemos explorar a coletividade de ideias e quando entendemos que empresas, na verdade, são redes sociais que se formam para atingir uma missão e visão de negócios definidos.

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, no qual conceitos que não parecem estar relacionados, na verdade estão. Essa não é a primeira vez que vemos uma convergência desse tipo. Na Renascença, Leonardo da Vinci foi o exemplar mais ilustre de quando artistas, cientistas e comerciantes entraram juntos na interseção e produziram uma das mais criativas explosões de arte, cultura e ciência da Europa.

O motor do progresso humano tem sido o encontro de idéias para criar novas idéias. Essa é a diferença entre a inteligência coletiva e a burrice das multidões.
@blogdomarcelao

sábado, 9 de junho de 2012

Será?

A Ciência como Vocação.





Uma voz me chega de Seir, em Edom:
Sentinela, quanto durará ainda a noite?
Responde a sentinela:
Há-de chegar a manhã, mas ainda é noite.
Se queres perguntar, volta de novo.


O povo a quem isto foi dito perguntou e esperou durante mais de dois mil anos, e todos conhecemos o seu impressionante destino. Queremos daqui tirar uma lição: que não basta ficar à espera e almejar. Importa fazer algo mais. É necessário lançar-se ao trabalho e responder – como homem e de um modo profissional – à “exigência de cada dia”. Mas isto é simples e singelo, se cada qual encontrar o demónio que segura os cordelinhos da sua vida e lhe prestar obediência.

[Nota do Tradutor]


Este texto aparece no volume Max WEBER, Três tipos de poder e outros escritos, Tribuna da História, Lisboa, 2005. O leitor poderá aqui encontrar ainda: “O sentido da neutralidade axiológica das ciências sociológicas e económicas” (1917), “O Socialismo” (1918), “A política como vocação” (1919). – As obras de MaxWeber em alemão estão, em parte, disponíveis no seguinte electro-sítio:


sexta-feira, 8 de junho de 2012

El bienvenido opio.




Creo que, por primera vez en mucho tiempo, una competición de selecciones nacionales (la inminente Eurocopa) va a ser libre y claramente aceptada como un oasis, una tregua, un paliativo, una evasión de la realidad, un mundo falso y paralelo, un bienvenido opio. Y que será abrazada como tal, sin vergüenza ni reserva ni remordimiento, no sólo por los Gobiernos europeos que la organizan y a los que conviene, sino por la mayoría de la población del continente. Sí, un antiguo comunista pondría el grito en el cielo, y no sólo condenaría esta actitud sino el campeonato mismo, al que tildaría de engaño, estafa, distracción de los problemas graves e infame placebo. Pero esta clase de denuncia tendría sentido sólo si la gente fuera inconsciente e ingenua y no estuviera al tanto de que el fútbol no le cambia la vida ni resuelve sus problemas ni los empeora; no procura un empleo al que carece de él ni pone fin a la precariedad y la zozobra del que aún lo conserva y teme perderlo todos los días.

No, los ciudadanos, con muy escasas excepciones, están hoy al cabo de la calle. Saben que durante los noventa minutos que dura un partido podrán instalarse en esa ficción (el fútbol pertenece a esa dimensión casi tanto como las novelas y las películas), yfingir, en consecuencia, que lo único que importa es el triunfo de su equipo, y que al lado de esto su desempleo, sus apuros económicos, su preocupación por el futuro de sus hijos, incluso su afectada salud, palidecen y pasan a segundo plano. He dichofingir porque hoy conocen bien la verdad: que, una vez terminado el encuentro, todas las desdichas y los temores seguirán ahí, inalterados, independientemente de lo que su selección haya logrado. Y sin embargo se prestan a ese breve fingimiento, o es más, necesitan de él en mayor medida que en las últimas cuatro o cinco décadas, que ya es tiempo.

Esta droga que permite un pasajero olvido no les sirve tan sólo a los aficionados al fútbol: como es sabido, en la Eurocopa y en el Mundial casi todo el mundo acaba poniéndose delante de la televisión, extrañamente contagiado; hasta quienes no se sentarían ni una vez a ver evolucionar a jugadores, así fueran geniales, en los dos años que median entre competición y competición de alto rango. Los habitantes tienen una ilusión, algo de lo que estar pendientes en compañía del resto, y llega un momento en el que las victorias del equipo de un país no son importantes por la victoria en sí, sino porque cada una le permite avanzar y jugar un nuevo partido, que no sería posible si quedara eliminado: lo fundamental de los triunfos es que éstos posibilitan que dure un poco más el encantamiento colectivo.

La gente no está por tanto “narcotizada”, sino que ha comprendido lo cruciales que son los respiros, las sublimaciones, las ensoñaciones y los hechizos transitorios; no sólo los asume con plena conciencia de que son sólo eso, sino que los exige. En el caso de España, además, se llega a este campeonato con las expectativas ya colmadas por los pasados títulos europeo y mundial de 2008 y 2010, respectivamente. Es decir, sin ansia. Si el equipo fracasa, no habrá ningún drama, sino agradecimiento por lo que ya se conquistó en las anteriores citas. Será fácil achacar las posibles derrotas a las bajas de Puyol y Villa, o a la mala suerte, o al natural menor rendimiento de los jugadores más veteranos. Así que tampoco habrá que ver sospechosa y ridícula patriotería en el deseo de que la selección siga adelante, sino sobre todo lo ya apuntado: cuanto más lejos llegue España, más durará el oasis, la tregua, el paliativo que concluirá en todo caso, la bendita ficción que nos descansa.

Una de las razones por las que me hice novelista hace muchos años fue porque me parecía un oficio que merecía doble agradecimiento: no sólo lo pasaba bien uno, sino que contribuía —con suerte, claro— a que lo pasaran bien otros. Lo mismo se puede decir de quienes hacen cine o crean series como Juego de tronos o The Big Bang Theory. También de quienes saltan al campo y logran que durante noventa minutos suspendamos nuestras cuitas. Ahí continuarán una vez consumidos, y lo sabemos. Un campeonato como el que va a comenzar no nos engaña, nos alivia tan sólo, y eso ya es mucho en los tiempos oscuros.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O PT e a censura...




Um fato que causou certa polêmica na última semana (mas não o tanto quanto deveria) foi a apreensão de exemplares da revista Free em sua edição que vinha a atacar o PT nesse momento conturbado que vive o partido, com acusação nas costas de tentar protelar o julgamento do mensalão através do ex-presidente em exercício, Lula. A revista Free tratou em sua edição sobre um suposto esquema de corrupção do PT que estaria diretamente envolvido com o assassinado do ex-prefeito. Certamente não é interessante uma matéria dessas em ano eleitoral. Enfim:



Digo que o caso não causou a polêmica que deveria não pela apreensão em si, mas pelo caráter autoritário do partido, que diz se orgulhar de “ter lutado pela democracia” nos anos de ditadura militar. O fato é que esse não é um caso isolado do PT. Ao deixar o poder, Lula deixou também uma proposta no mínimo suspeita, envolvendo o controle da mídia. Chamam esse controle de “marco regulatório”, um nome pomposo e retórica apelativa para uma proposta que pretende, efetivamente, censurar.




O povo deve sempre desconfiar de regulações em quaisquer esferas. O governo, lembrem-se, busca sempre através de seus atos legitimar o poder. Principalmente quando o partido é favorável a um Estado grande. Este tende a sempre aumentar seus tentáculos, buscar o poder onde ainda não o tem.

Um Estado grande o suficiente para dar tudo que você quer é um governo grande o suficiente para tirar tudo que você tem. – Gerald R. Ford.

Fonte: blog direitas já [LINK]

Comissão da Verdade.




VIAJANDO PELO MUNDO: AS EXPERIÊNCIAS DOS OUTROS...

O destino do meu intercâmbio, Nova Zelândia – Porque escolher a NZ.





Na nova fase da série “O destino do meu intercâmbio” vamos conhecer outro promissor destino para os brasileiros que querem aprender ou aprimorar o english, a Nova Zelândia. Quem embarca nessa com a turma do E-Dublin é o estudante brasileiro Vandeilson Santi que já viveu essa experiência por um ano na terra dos Kiwis!!!! Let´s enjoy New Zealand folks!!!


By Wandeilson Santi
New Zealand, ou, em maori AOTEAROA!!



 A Nova Zelândia é o país da Oceania com pouco mais de 4,4 milhões de habitantes. A capital é Wellington, mas a maior cidade é Auckland.

O clima é temperado, quem gosta de frio deve ir para a ilha sul; quem curte mais uma praia fique na norte! Temperaturas não passam de 30°C no verão na ilha norte e inverno na ilha sul chega aà 0°C!

Venta bastante! Acukland leva o apelido de City of Sails apesar de não ser tão forte por lá, é perfeito para velejar! Situada a 1500Km marítimos da Austrália! (já sabemos aonde ir nas primeiras férias hein! )

Turismo de aventura é a principal atividade econômica deste país!

Moeda: Dollar Neozelandes, o DNZ$;

A arte e a cultura Maori é um ponto forte. Você ouvirá muito sobre a cultura maori na NZ, é interessante dar uma lida sobre o assunto pois ela é bem forte e respeitada por lá, vale a pena conhecê-la!

Famosa para muitos pelo: pássaro kiwi; seleção de rúgbi All Black; foi cenário para a trilogia do Senhor dos Anéis e alguns outros filmes gravados lá; o bungee jump de Queenstown; a forte e respeitada cultura maori e por ter muitas ovelhas e kiwi (fruta).

Esportes praticados lá: rugby, cricket, surf, futebol, golf, netball, mergulho e caça submarina, tênis, softball, velejar, montanhismo, ciclismo, kite surf, caminhadas, canoagem, wind surf, vôo livre…etc!

Curiosidade: Um nativo neozelandês é chamado de Kiwi também!

Porque escolher a Nova Zelândia, tecnicamente falando! (como diz minha mãe: “filho pra que tão longe?! Não tem um lugarzinho mais perto não?!”).

Direto ao ponto levei em consideração todos esses tópicos abaixo na hora de decidir para onde ir:

Ø  Estudante com curso superior ou igual à 6 meses com comprovação do nível de inglês (IELTS) tem direito de trabalho de 20 horas semana (nova regra desde Abril 2012);
Ø  Alto nível de educação;
Ø  Apesar de estar crescendo, NZ é desenvolvida e avançada;
Ø  É um país com uma cultura de certa forma jovem, bastante estudantes e mochileiros e algumas cidades agitadas (e várias opções mais calmas e aconchegantes, no meu caso não era o que procurava…mas enfim) e muitas coisas pra se fazer;
Ø  A beleza natural incrível e exuberante do país garante um ambiente agradável para os estudos;
Ø  Há várias opções de cursos; os de inglês, profissionalizantes, técnicos, graduações, pós-graduações e etc… E pode ser combinados com passeios e tours de aventura;
Ø  Os neozelandeses são hospitaleiros;
Ø  NZ é um país turístico e cosmopolitano, de grande diversidade étnica (e sim tem bastante brasileiro);
Ø  NZ possui um ambiente seguro e aprazível para se viver e estudar (inclusive a policia não anda armada no país)
Ø  Boas condições de moradia;
Ø  Custos de educação e de vida são razoavelmente bons e competitivos comparados a outros destinos;
Ø  O clima é temperado como falei antes, com mudanças sazonais (de certa forma parecido com o ????  nas estações);
Ø  Outro ponto considerável é que a moeda é  mais compatível com a nossa em vista de outros destinos (hoje dollar NZ= R$1,54 média);
Ø  País totalmente turístico e adaptado para isso;
Ø  Já esteve dentre as 10 melhores cidades do mundo para se morar (Auckland);
Ø  Valorizam a cultura, esportes, meio ambiente, segurança.