SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quarta-feira, 30 de maio de 2012

¿Cuántas mujeres usan anticonceptivos en la primera relación sexual?

Aqui me parece seguir a lógica de que as mulheres informadas, ou seja, com maior grau de estudo, sabem da importância do uso de algum método contraceptivo. Acredito que a pesquisa serve para mostrar a importância da disciplina EDUCAÇÃO SEXUAL nas escolas. Um texto rápido e bem prático que não leva mais do que cinco minutos para ser lido. Boa leitura, mochileiros.








Más del 70 por ciento de las mujeres españolas utilizan métodos anticonceptivos durante su primera relación sexual, aunque este valor es diferente según las comunidades autónomas y el nivel de estudio de las encuestadas, según revela un estudio publicado en la revista Health and Place.


El estudio se ha realizado con más de 5.000 mujeres sexualmente activas de entre 15 y 49 años y residentes en España. "Teniendo en cuenta los factores individuales de las mujeres que intervienen en el uso de anticoncepción, vivir en una u otra comunidad autónoma también influye en su uso", ha explicado a SINC Dolores Ruiz Muñoz, investigadora de la Agencia de Salud Pública de Barcelona y autora del estudio. Las mujeres del País Vasco son las que más anticonceptivos usan - un 76,7 por ciento- y las murcianas, con un 55,8 por ciento, las que menos. En la Comunidad de Madrid eran un 73,3 por ciento las mujeres que afirmaban haber usado anticonceptivos en la primera relación sexual.


Las investigadoras encontraron que el uso de anticonceptivos también se relaciona con el nivel de pobreza de las familias y con el nivel de estudios de las mujeres. "El uso de anticonceptivos durante la primera relación sexual fue más común entre las mujeres no religiosas nacidas en países enriquecidos que tenían un mayor nivel educativo y que tuvieron su primera experiencia sexual entre los 18 y 19 años", ha indicado Ruiz Muñoz.


Además, el estudio también ha analizado el uso de anticonceptivos en el último mes, y ha encontrado que este fue más frecuente en los casos de mujeres jóvenes, que no cohabitaban con nadie, con hijos o con alto nivel educativo. Las autoras señalan la importancia de hacer llegar la educación sexual a todos los estratos de población, e insisten en que actualmente existen desigualdades entre comunidades en la facilidad de acceso a los métodos anticonceptivos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Em poucas palavras


Existe um espirito crescente de cidadania e um desejo de se fazer uma mudança significativa nesse país. Portanto, deve-se dá ênfase na cidadania global e no bem comum. Essa mudança começa dentro de nosso próprio território, ou seja, seu “eu”.
Essa forma velha de se fazer política no nosso país produziu um verdadeiro apartheid. Mudar não significa outra coisa se não fazer diferente. Temos que mudar nossas atitudes.

Temos que investir de verdade na educação. Mas o que é educação? Educação vai além dos muros da escola. Se o sistema político é um sistema corrupto e os cidadãos sabem disso e aceitam, estamos educando para a corrupção. Nesse contexto, pouco podemos fazer para mudar algo. Saia da zona de conforto e mude algo. Tenha atitude. Chegou a hora de nós fazermos história também.

Mudança de atitude é a palavra chave. Chega de jogos de cartas marcadas. Mudemos a nós mesmos. Façamos a diferença. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Por uma nova política: precisamos sair do encasulamento mental.



"O valor dos grandes homens mede-se pela importância dos serviços prestados à humanidade." 

Voltaire.



É cada vez mais notável a necessidade renovação em relação à política praticada nesse país. O que estamos observando nessas últimas décadas é uma mudança considerável em relação ao acesso as informações de uma forma geral. Na política, esse acesso não é diferente. Hoje, todo e qualquer cidadão que esteja disposto a tomar conhecimento de assuntos relativos à ordem pública, só precisa de um pouco de curiosidade, interesse e ação.

Quando falávamos nos três itens anteriores, estamos apontando saídas para possíveis mudanças para uma política anêmica praticada desde tempos remotos: desde quando os portugueses colocaram seus pés aqui; pelo menos é o que podemos afirmar, uma vez que não temos conhecimento mais seguro em relação à organização administrativa dos nossos índios.

Se observarmos nossa história, veremos que os grupos que se opuseram ao sistema vigente ao regime dos militares, por exemplo, assumiram a posição de liderança e poder tempos depois, mas caíram na mesma tentação: poder acima de tudo para ideais privados e interesses particulares.

Hoje, temos um cenário mais moderno e com pessoas mais preparadas e munidas de informação, arma mais poderosa contra governos autoritários. O grande problema disso tudo é fazer com que a população, de forma geral, compreenda seu papel no meio dessa grande peça teatral que é a política. Não dá para esperar que o povo seja apenas espectador, precisamos de mais atrizes e atores para que de fato possamos mudar algo nessa sociedade dita moderna.

O momento é de reflexão, pois mais uma decisão se aproxima e não dá para esperar mais tempo para tomarmos uma atitude. A juventude é a parte da sociedade capaz de promover as primeiras transformações consideráveis. Vivemos em uma sociedade cada vez mais exigente e, portanto, precisamos também exigir mais de nossos representantes. Esse é o momento de inovação perante uma sociedade cada vez mais ciente de seus direitos.

Temos consciência de que a sociedade não é homogênea, mas mesmo assim acreditamos que podemos alcançar um ideal comum. Acredito que nós precisamos sair do encasulamento mental de achar que servimos apenas para eleger. Não somente somos munidos de capacidade para cobrar quando necessário, mas também somos seres políticos (e essa definição encontra chão empírico consensual quando somos chamados a cada pleito).  Assim sendo, também somos capazes de separar o joio do trigo, ainda que depois de uma escolha equivocada.

Como sabemos que um caminho de mil quilômetros começa com o primeiro passo, vamos fazer uma coisa de cada vez, primeiro; a tomada de consciência. 





Veja o vídeo “os caras pintadas” e veja o que você, povo brasileiro, já foi capaz de fazer na tentativa de banir a corrupção desse pais.




"O meu ofício é dizer o que penso."