SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

- [Portal da Língua Inglesa] -

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

ESCOTEIROS DE APODI-RN.







Encontrei pela internet esse Vídeo de lançamento do Acampamento dos Escoteiros em União (A.E.U) 2011, o acampamento de férias do Grupo de Escoteiros da cidade de Apodi-RN. Trata-se do 39º Grupo de Escoteiros Desembargador Newton Pinto, mais tarde o apelidamos de GEDNEP. Já participei de vários acampamentos dos escoteiros em união. Sempre guardo boas recordações. Muito legal essa reconstrução da história do movimento que sempre foi grande ao redor do globo.

Fundado pelo inglês, Robert S. S. Baden Powell, o movimento escoteiro logo ganhou o mundo e chegou a Apodi. Em 1994, aconteceu a fundação do segundo grupo de escoteiros na cidade de Apodi O 39º. O que muitos não sabem é que antes do GEDNEP já havia existido o movimento antes. Outro grupo de escoteiros. Mais tarde, seria fundado o 25º grupo de escoteiros Manoel Nogueira Ferreira, nome de um dos fundadores da cidade. Para quem não lembra o 25º era o grupo que tinha um lenço vermelho e o 39º; amarelo.




Foi bom ter visto esse vídeo. Para todos os escoteiros, meu SEMPRE ALERTA sempre pronto para servir.

Bruno Coriolano

Fernando Henrique Cardoso - Roda Viva - 05/12/2011.



Sociólogo e ex-presidente é entrevistado no RODA VIVA e fala sobre política, economia e as sociedades no Brasil e no mundo.







Votem no nosso novo layout. Qual dessas opções você, leitor, prefere?


Número 1


Número 2


segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

John Lennons


O dia 8 de dezembro passou e eu não parei para postar nada em relação ao John Lennon. Na verdade, nesse dia eu estava tão ocupado que só percebi que era a data do assassinato do ex-beatle depois que o dia 9 chegou. Aqui posto uma foto minha em frente ao Dakota e um do John em frente à mesma paisagem. #WarIsOver

Depois de conhecer o local onde o Lennon morreu, quero ir até Liverpool e conhecer a cidade que projetou os Beatles para o mundo. #ProjetoPessoal

Foto: arquivo pessoal. 


Yoko e John em frente ao Dakota.

Bruno Coriolano em frente ao Dakota - 2007.


Para ver mais fotos:

EDUCAR É IR ALÉM DOS MUROS DA ESCOLA.

Educaixão. 

Por Bruno Coriolano de Almeida Costa.

A nossa educação pública, de uma forma geral, não vem atingindo os resultados esperados em provas como ENEM. As universidades não formam cidadãos preparados para o mercado de trabalho e muitos alunos de licenciatura perderam o desejo de atuar em sala de aula após receberem o canudo da graduação. Esses acontecimentos são fatos. Mas o que surgiu há anos foi o questionamento em relação aos mesmos: por que o sistema educacional brasileiro não prospera?

Se observarmos a maneira como se constrói educação em outros países, perceberemos que no Brasil a coisa é feita de forma alheia, sem objetivos claros e sem critérios como a realidade social servindo de suporte para o sistema educacional. Nesse país, muitos pregam que “a educação é a solução para os problemas”. Mera fantasia. Essa visão é muito simplista e carrega para a lama muitos anos de pesquisas e estudos de intelectuais que vieram antes mesmo de muitos de nós começarmos a dá os primeiros passos e juntar as primeiras sílabas.

Talvez um dos grandes problemas seja a incompetência que o estado tem em administrar. Isso mesmo, o estado brasileiro não mostra competência nesse setor. Falar em educação pública já implica dizer que a qualidade é bastante questionável. E quem está dizendo isso não é o autor desse texto, pelo menos, não sozinho. Se nos basearmos nas evidências, e temos que fazer isso, perceberemos que educação não passa de um mero instrumento dos discursos políticos. Daqueles famosos discursos divorciados da prática.

Criamos tantos mitos ao longo da história, que muitos até associam a educação pública a uma forma de educação gratuita. Uma tremenda inverdade. “Como o estado pode manter uma educação de qualidade, se o mesmo não tem dinheiro?” Esse é o discurso de sempre. Pois, se “eles” não sabem, a educação é paga com o dinheiro dos impostos recolhidos do povo.

Mas se o estado coleta dinheiro público e não fornece ensino de qualidade, podemos concluir que ele, o estado, é incapaz. Claro que a lógica não é tão simplista assim.  O sistema responsável pela educação pública, assim como diversos outros setores também públicos, é guiado por pressões políticas e não importa o tamanho dos fracassos causados pelo mesmo, quando pelo menos fracassam, sempre haverá mais recursos disponíveis. Mais coletas de impostos. Não se tem dinheiro para educação, mas para criar mais cargos públicos como vereadores, por exemplo, existe recurso.

Melhorar a educação pública nesse país parece ser um convite para sair dos muros da escola e adentrar em questões relativas à cidadania. Não se pode querer resolver o problema de um setor, sem envolver os outros. Não podemos dizer que apenas o sistema de ensino público está sucumbindo, mas a saúde, segurança e outros setores também. O público não funciona nesse país.

O problema na educação brasileira está relacionado a questões sociais. Qual criança, que não tendo um prato de comida à mesa e que precise trabalhar para ajudar a família, vai encontrar sentido ou motivação em passar horas nas salas de aula estudando coisas que nem os professores sabem quando serão colocadas em prática?

Apenas fornecer educação não resolve nenhum problema. Veja o exemplo de Cuba, país onde o analfabetismo praticamente não existe mais. Naquela ilha, tanto um médico quanto um garçom recebem igualmente. Salários iguais para responsabilidades diferentes. Não desmerecendo a segunda profissão, mas destacando que em medicina se estuda bem mais, acredito ser injusto.

Eu diria que não resolve problema algum ter muitos médicos formados e bem instruídos, se eles não irão usar seus conhecimentos no mercado de trabalho, que muitas vezes, em Cuba, se encontra sem vagas. Pensem comigo, esse não foi um exemplo de “investir em educação”? Claro que sim, mas faltou pensar no pós-estudo. Depois de terminar os estudos, os aprendizes, agora recém-formados, terão lugar no mercado? Será que o Brasil pensa nisso quando aponta seus números mentirosos de avanço nesse setor?

Como vimos ao longo da história desse país, não é tão simples resolver qualquer problema na educação, mas a abertura para a discussão entre governo e sociedade parece ser o caminho mais coerente e viável. Romper com a visão de que educação somente é feita na escola e pensar a sociedade como educadora são pré-requisitos para uma escola pública de boa qualidade. Temos que parar de imitar o modelo errado e seguirmos os exemplos de países como Finlândia (desse país eu falo mais tarde). 


TEXTO DA SEMANA QUE VEM::

O ENEM COMO PÉSSIMO INDICADOR DE AVANÇO EDUCACIONAL

Por Bruno Coriolano de Almeida Costa.

EU QUERO ESTAR ABRIGADO QUANDO A CHUVA CHEGAR. #3


Leiam esse texto ouvindo essa >> música>> <<





Sentir o cheiro da brisa fria de primavera em uma tarde de domingo. Isso, eu sei, preencheria o vazio de qualquer ser por algumas horas e nada mais.

A água serviria para matar a sede, mas momentaneamente. Não se iluda com a beleza aparente das coisas, as mesmas belezas que dão vida, trazem dores; levam à morte verdadeira. Não se afogue nas próprias lágrimas.

Se começar a chover agora, procure abrigo. Se chover todos os dias, esquivasse de cada gota em um refugio seguro. O mesmo elemento que fornece vida, também a tira.

Aprenda a apreciar a beleza da natureza sabendo que em tudo existem dois lados.


Bruno Coriolano

sábado, 10 de dezembro de 2011

CORRER PARA ONDE, SE TODOS OS CAMINHOS NÃO LEVAM A LUGAR NENHUM? #2




Pode até parecer pessimismo, mas muitas vezes nós somos metralhados por situações nas quais a única saída parece ser o recomeço.

Se não tens para aonde ir, então crie um caminho. Não viva cada momento imaginando como sua vida deveria ser ou ter sido, mas como ela é. Criar expectativas pode ser muito frustrante. Não se deve brincar de viver, mas sim viver.

Cada minuto é precioso e as falsas vitórias nos deixam cada vez mais nos sentindo derrotados. Não tenha pressa para viver a vida dos acelerados. Correr para onde, se todos os caminhos não levam a lugar nenhum? embarque na próxima estação. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

[REFLEXÕES ILÓGICAS] CONTRADIÇÕES, PENSAMENTOS, VIDA REAL E METÁFORAS.

"Pronto, agora eu vou fazer um curso de datilografia, porque falar Português, nós já sabe."



Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.

Você já se sentiu assim: Você é mais um(a) sonhador(a) e consegue caminhar rumo à realização de todos os seus sonhos, seus objetivos e no meio do caminho tudo começa a dá errado. Não parece haver uma explicação para isso, mas nada acontece por acaso, a vida não prega peças, ela deixa tudo bem arquitetado e no momento certo, tudo que lhe foi dado é cobrado de volta.

Na vida profissional não adianta ser tão otimista e sonhador, em algum momento da sua jornada, você irá se deparar com pessoas que não querem que seu crescimento profissional aconteça, não adianta ser criativo, ter ótimas ideias, está sempre atualizado, falar três ou quatro idiomas se o mercado de trabalho local é repleto de “achistas”. Nesse momento, você deve está se perguntando o que significa esse termo “achistas”. A explicação vem da Universidade Espacial de Marte – UEM:

Achista é todo e qualquer ser intergaláctico que baseia seus atos no “achar”, ou seja, nunca verifica através da observação, experimentação e conclusão.  É um eterno ser que pensa que sabe de tudo sem mostrar nenhum embasamento ou segurança do que está a dizer. Amem?

Partindo da ideia exposta pela UEM, podemos constatar que a mesma também tem as mesmas preocupações dos terráqueos sobre a vida profissional. Não obstante, ela também defende a necessidade de se fazer ciência para o progresso da nação. Isso é claramente encontrado em outra pesquisa feita pela universidade:

Não dá para viver de imaginar que podemos resolver os problemas apenas baseados no “conhecimento cru”, baseados na ideia de que é assim e pronto. Profissionais sem embasamento teórico não deveriam ter tanto espaço em um mercado de trabalho tão competitivo e sério como os que encontramos no planeta Marte. Existe a necessidade de se estudar muito para poder exercer funções que exigem um alto grau de responsabilidade. Estudar e sempre manter os pés no chão é o melhor caminho.

O que chama mais a atenção é a linguagem simples encontrada nas pesquisas marcianas. Qualquer ser, desde que esteja disposto, pode aprender com um pouco de entrega. E de que “entrega” nós estamos falando? Entregar-se ao aprendizado. Querer sempre aprender não que dizer ter “conhecimento formal” avançado. É preciso ouvir e analisar os conceitos do outrem. Quando isso não acontece é lógico que todos estão fadados a sucumbir.

É exatamente nesse ponto que queremos chegar. O que me intriga é que precisamos recorrer a Marte para podermos ganhar um pouco de credibilidade? Nosso planeta não tem condições de aprender? A pergunta ficará no ar; sem resposta.

Nossa preocupação é a respeito das diversas formas de agir, pois o não saber dizer algo; passar informações é uma coisa, mas não saber agir ou o que fazer é outra. Aqui voltaremos ao ponto inicial do nosso texto: Como acreditar em um mundo tão cheio de incertezas e inseguranças? Na verdade, o problema nunca foi o mundo, mas os responsáveis por ele. Os “achistas” não têm conhecimento suficiente, muitas vezes nem fôlego, para fazer sua própria estrela continuar brilhando e por isso tentam ofuscar o brilhantismo dos outros, seja por meio de criação de intrigas ou por meio de atitudes que possam atravancar ou atrasar o progresso do companheiro de profissão.

Existe contradição no discurso de alguns. Se você necessitar de ajuda, não é incomum não encontrá-la em alguém que se julgue estar do seu lado para dá suporte, mas quando existe necessidade do outro, o famoso “se depender de mim” vira lenda.

Explicações vazias, promessas não cumpridas e tanto faz. Disso o mundo está cheio. É assim na politica, vida profissional e pessoal e em todos os lugares do mundo.

Voltando ao topo da discussão: “Não é difícil saber que existe algo que é maior do que tudo que vivemos, mas não estou falando de um Deus, refiro-me a algo bem mais complexo; de difícil compreensão. Nesse caso, estou falando do sistema que nos rodeia.”. O sistema é, sem sombra de dúvidas, a mola-mestra de tudo isso. O problema maior é quando assumimos o controle do sistema. Nós não temos condições de assumir certas responsabilidades. É nesse momento que entendemos que o sistema é maior. Paro essa postagem por aqui por falta de coragem de escrever mais bobagens. Fui.

Escrito pelo louco Bruno Coriolano




Bruno Coriolano de Almeida Costa was appointed the very best Professor of Linguistics in the Department of Linguistics and Philosophy at the Massachusetts Institute of Technology in 2000. In 2001 he was elected to the South American Academy of Arts and Sciences and in the following year to the National Academy of Sciences. He was elected President of the Linguistic Society of America for the years 2001 and 2002. Throughout his scholarly career he authored more than 100 articles. His only book, there’s no place to go, so I’ll stay right here (PQP Trash City Press, 2006), co-authored with Peter Pan and Pinocchio, was completed just two minutes ago. And, of course, nothing that was said before is true.