SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

- [Portal da Língua Inglesa] -

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Crônicas portuguesas: Belém.


Quando estava em Lisboa, tirei um dia para visitar um dos principais monumentos da cidade. Estou falando da Torre de Belém. Um dos grandes problemas de viajar sozinho é a dificuldade de tirar fotos.

Em Portugal, o povo parece ser mais avesso a fazer amizade. São pessoas muito frias e ao saberem que estão prestes a prestar um favor a brasileiro, logo se distanciam. Claro que isso não acontece 100% do tempo, mas em 99,9%. Uma solução encontrada por mim foi falar inglês o tempo todo. Nesse dia, acabei conhecendo Peter, um australiano que mora em New York há anos. Para minha sorte, ele também estava a passeio e também estava sentindo a mesma dificuldade que eu: Não tinha quem tirar fotos para ele.

Foi um dia bastante corrido e que ainda tive tempo de visitar o Mosteiro dos Jerônimos e Monumento ao Descobrimento e, claro, comer o famoso pastel de Belém.

Convido a todos para visitar essa parte rica em história da cidade e freguesia de Lisboa através dessas imagens.



Torre de Belém.


Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do Rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.

O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).

Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983 foi eleita como uma das Sete maravilhas de Portugal em 7 de julho de 2007.

Para ler mais sobre a Torre de Belém e sua história e características, clique aqui>>



Monumento aos Descobrimentos.


Monumento aos Descobrimentos, popularmente conhecido como Padrão dos Descobrimentos, localiza-se na freguesia de Belém, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal.

Em posição destacada na margem direita do Rio Tejo, o monumento foi erguido para homenagear os elementos envolvidos no processo dos Descobrimentos portugueses. Para saber mais sobre o mesmo, clique aqui>>



Em frente ao Mosteiro do Jerônimos. 


Mosteiro dos Jerônimos (mais) é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitetura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa.

Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo (português de Portugal), nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755, mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.

Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa. Leia mais em>>>



Em frente ao túmulo de Luís de Camões. 


Em 1880, as ossadas de Vasco da Gama e do poeta Luís de Camões foram trasladadas para o Mosteiro dos Jerónimos. Os seus túmulos, da autoria do escultor Costa Mota tio, encontram-se no subcoro da igreja. Vasco da Gama (do lado norte) e Luís de Camões (do lado sul) foram os dois representantes máximos da epopeia lusíada, que mereceram a honra de repousar ao lado de reis.



Pastel de Belém.


Os pastéis de nata são uma das mais populares especialidades da doçaria portuguesa. Embora se possam saborear pastéis de nata em muitos cafés e pastelarias, a receita original é um segredo exclusivo da Fábrica dos Pastéis de Belém, em Lisboa. Aí, tradicionalmente, os pastéis de Belém comem-se ainda quentes, polvilhados de canela e açúcar em pó.

Aproveitei para tirar uma foto da fábrica dos pasteis de Belém. 




Boa tarde para todos. Até a próxima.



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

ENEM, HADDAD, PT E O PRÊMIO DA INCOMPETÊNCIA.



Mesmo que você seja o mais ferrenho militante petista e beije o chão onde Lula pisa, não será possível a você encontrar uma única razão para elogiar ou referendar a gestão do Ministro da Educação Fernando Haddad. Escolhido por Lula e abraçado carinhosamente pela cúpula petista, como se fosse uma das maiores mentes da educação no Brasil. Fernando Haddad só pode ser considerado uma unanimidade em um quesito: sua extrema incompetência.

Afinal, sob sua gestão desastrosa a educação no Brasil chegou às raias do surreal. Perdemos doze posições no ranking educacional da ONU e só estamos à frente de nações africanas e países infinitamente pobres. Além disso, algumas nações sem nenhuma expressão social, política e econômica (como Trinidade e Tobago, por exemplo) estão na nossa frente em matéria de educação pública.

Ver e ouvir autoridades rasgando elogios a Fernando Haddad nos jornais, revistas e na televisão causa tal estranheza que o fato só pode corroborar os boatos de que a destruição de nosso sistema educacional é “coisa feita” e um dos principais alvos do governo petista.

Mesmo reconhecendo que a educação no Brasil pós 1964 vem decrescendo de qualidade a olhos vistos, fica impossível negar que nesses dez anos de administração petista a coisa tomou corpo e chegou às raias do impensável.

Cartilhas ensinando a “magia” do sexo anal distribuídas para crianças em tenra idade; livros didáticos contendo palavrões, incitação à violência e erros de português dantescos oferecidos como “nova regra” a fim de evitar o “preconceito linguístico”, além dos constantes fracassos na elaboração de uma simples prova como o ENEM; foram os “pontos altos” da gestão Haddad.

Como imaginar que tal incompetente pode ser levado a sério para a gestão de algo tão complexo quanto uma cidade, um estado ou uma nação? O currículo de Haddad, ao invés de referendá-lo, na verdade fornece todos os motivos possíveis para bani-lo completamente da vida pública brasileira. Seu retrospecto no cargo, verdadeiramente, sequer o capacitaria para um “carguinho” administrativo de “auxiliar de qualquer coisa” em uma empresa privada.

Sempre que foi confrontado pelos resultados de sua própria incompetência, Haddad usou e abusou das mais estapafúrdias, esfarrapadas e descaradas desculpas. A culpa sempre era do próximo ou, com estranha frequência, nada havia acontecido e errado. O mais grave nisso tudo nem é a patente incompetência do ex-ministro (isso é culpa de quem o manteve no cargo) é a sua incapacidade de identificar que cometia erros absurdos e vergonhosos à frente de sua pasta. Da mesma forma, é também grave e perigoso o verdadeiro circo de fantasias criado pela cúpula petista em torno dele. Isso porque, a incompetência elogiada, e premiada – quando dona de um cargo onde encontre o poder – normalmente resulta em desastre e sofrimento para os menos protegidos.

Como fica fácil perceber, o legado de Haddad na educação brasileira terá em seu sucessor, Aloísio Mercadante, um representante a altura. Pois, ambos sofrem do mesmo mal: incompetência crônica. Sendo que Mercadante ainda tem seu status agravado pela total ausência de brios e a subserviência suprema ao que lhe determinam os mestres que puxam seus cordéis.

Com a insistente e perversa mania de premiar a incompetência e a obediência cega aos desígnios da cúpula petista, Lula e o PT jogam ao chão a educação pública e agora ameaçam encher os estados e municípios com marionetes treinadas em obediência total e cegos seguidores das mentes por trás dos cordéis.

Evidentemente, em uma retrospectiva histórica, esse plano de poder é o mesmo adotado em outros países que optaram pelos moldes políticos preconizados pela antiga URSS. Sabemos que, por mais que desejam negar, a cúpula petista de hoje teve suas bases ideológicas e seu aprendizado de técnicas de governança calcado nesses preceitos. Antes que você, caro militante, queira contestar isso; lembre-se que todos os membros desta elite atual do PT – exceto talvez Lula – fizeram cursos e mais cursos sobre gestão política e técnicas de governança (sem falar em táticas de guerrilha e terrorismo) em Cuba e na própria União Soviética.

Em todo regime autoritário, seja ele inspirado pelo mais bitolado esquerdismo ou a mais falsa direita ufanista, é na educação que se fundam os primeiros pilares para a efetivação das diretrizes partidárias e do plano de poder. A destruição da capacidade de discernimento da população; o impedimento do raciocínio questionador; a criação de verdadeiros zumbis intelectuais, facilmente manipuláveis, e a criação de verdades incontestáveis é sempre o objetivo maior de qualquer regime autoritário. E isso se faz pervertendo e destruindo o sistema educacional público de uma nação.

E, nesse sentido, Haddad foi um mestre.
Pense nisso.

Crônicas londrinas: Abbey Road, o templo dos Beatles e outras referências da banda em Londres.


Faixa de pedestres de Abbey Road 

Para todo beatlemaniaco, Londres é a segunda Meca. Por quê? Porque é lá que você encontra a Abbey Road. Pois é, foi no Abbey Road Studio onde os Beatles gravaram a maior parte de suas canções.
O primeiro single de sucesso da banda, I wanna hold your hand, foi escrito em Londres, na residência da então namorada do Paul, Jane Asher. O filme “a hard day’s night” foi filmado na estação Marylebone, em Londres.

ABBEY ROAD. 


3 Abbey Road, St Johns Wood, NW8 9AY. Esse talvez seja o endereço Beatle mais famoso. Os quatro atravessaram a faixa de pedestres da rua onde se localizava o estúdio Abbey Road para a capa do álbum homônimo. Paul McCartney, que resolveu caminhar com os pés descalços, foi alvo de boataria após a sessão de fotos. Foi naquela época que surgiu o rumor de que ele estaria morto, e aquele seria um sósia mandando uma mensagem para os fãs do grupo.


Estação de St. John’s Wood

Você pode aproveitar para tomar um café no Beatles Coffee Shop na estação de St. John’s Wood, em Finchley Road, NW8 6EB. O dono do lugar, Richard Porter, é o guia da Beatles Walk e, se estiver por lá, pode prover uma conversa bem agradável e nostálgica sobre a década de 60.



Beatles Coffee Shop 

 Aproveitei para comprar uma agenda com a capa dos Beatles por cinco Libras. Antes de efetuar a compra, fiquei em dúvida se levaria a agenda ou um baralho com fotos do quarteto de Liverpool, hoje, pensando bem, deveria ter comprado os dois. DROGA. MALDITA DÚVIDA!

Um pouco de História e curiosidade: Vocês sabiam que o chá Inglês vem de Portugal?




A princesa portuguesa Catarina de Bragança foi a responsável pela introdução do Chá na Inglaterra. As histórias dos portugueses e do chá se cruzaram em 1560, quando os lusitanos chegaram ao Japão e se depararam com a cultura de utilizar os chás como bebidas sociais, o que ocorria por lá desde os primórdios da Dinastia Tang.
Catarina, princesa de Portugal, levou a ideia para o Reino Unido quando se casou com o rei Carlos II da Inglaterra. Lá começou a receber membros da realeza para as Tea Parties – as Festas do Chá. Até hoje o chá das cinco é oferecido nas casas inglesas.

Crônicas Londrinas: Westminster Abbey.




Sabem aquelas sensações que você tem quando olha para o lado e se depara com uma paisagem que parece ser bem familiar? Então, foi exatamente isso que senti quando me deparei com a imagem que serve de plano de fundo dessa fotografia. Estou me referindo a Westminster Abbey (Abadia de Westminster), mas se você não sacou do que estou falando é só lembrar-se do casamento do príncipe William com Kate Middleton (Abril de 2011). Foi realizado aqui.

INFORMAÇÕES:

LIBRAS:

Um dos grandes problemas que encontrei em Londres deve ser o mesmo de vários turistas que usam uma “moeda menos em conta”. Pois é, depois de trocar Euros por Libras (Pounds, em inglês) minha vida nunca mais foi a mesma. É tudo muito caro na Inglaterra. Paguei até para entrar no banheiro. Sem mencionar, mas assim já procedendo, que comprei um hot dog por três Libras. O assustador era que pelo tamanho e sabor, eu não daria mais que 50 Pence. Um roubo.  

Para visitar a Westminster Abbey, um adulto paga 16 Pounds. Tudo bem que é uma vez na vida que você tem a oportunidade de entrar em uma abadia como essa; estilo gótico e tal, mas não sei se vale 16 libras. Eu não corri o risco, fiquei muito satisfeito em apenas tirar uma foto em frente.  

TRANSPORTE:

A melhor forma de visitar Londres é pelo metrô, Tube ou Underground como eles chamam por lá (nos EUA se diz, Subway). Uma boa dica é comprar um Day tripper ou return ticket que custa 6 libras e você pode fazer uso do mesmo durante 24 horas.


Para chegar até a Westminster Abbey, você pega a estação Westminster. Para quem já tem costume de usar metrô, em Londres ele é uma mãe. Acreditem, bem mais fácil do que o de Madrid (essa é outra História). Tudo bem informado para que qualquer um saiba como se virar.


UM POUCO DA HISTÓRIA DA ABADIA DE WESTMINSTER*
*[Retirado da internet.]

Em 616 D.C. um pescador do Rio Tâmisa teve, supostamente, uma visão de São Pedro e celebrou um culto no mesmo local onde a Abadia seria fundada mais tarde. Na década de 970 D.C., uma comunidade de Monges Beneditinos instalou-se no na região. Mas a igreja de pedra propriamente dita só foi construída entre 1045 e 1050, pelo Rei Eduardo. Mais tarde, em 1308, um trono em homenagem ao Rei Eduardo foi colocado no interior da Abadia. Desde então, a cerimônia de coroação do Rei acontece diante do trono.

Por volta de 1500, o templo foi modificado e então se tornou uma construção em estilo gótico, como conhecemos hoje. Outras reformas aconteceram: Henrique VII construiu uma capela dedicada à Virgem Maria, em 1503, enquanto as duas torres foram erguidas entre 1722 e 1745. Além disso, na metade de 1500, o Estado separou a Igreja da Inglaterra da Igreja Católica, confiscando a Abadia dos Beneditinos. A posse do local foi devolvida aos monges pela Rainha Maria I, e mais tarde tomada novamente, por Isabel I, que a transformou na Colegiada de São Pedro, já no Século XVIII. Nesta Igreja foi traduzida parte da Bíblia Rei James.


Crônicas londrinas: Big Ben... (?)




Talvez o ápice dessa viagem épica desbravando o Velho Continente por conta própria e levando como bagagem apenas uma mochila com o notebook e a língua inglesa como instrumento de comunicação tenha sido Londres. A cidade sempre me facionou e a cultura inglesa sempre foi algo com presença marcante em minha vida: Beatles, Oasis, Pink Floyd só para citar alguns dos itens presentes.

Essa postagem será curta e no futuro detalharei mais sobre essa cidade. No momento, só quero esclarecer um pequeno equivoco sobre o famoso cartão postal: o  Big Ben. Leiam...  

Sobre o Big Ben:

O Big Ben, ao contrário do que muitos pensam, não é o famoso relógio do Parlamento Britânico, nem a sua torre. É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e foi instalado durante a gestão de Sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. O nome do relógio é Tower Clock, e da torre, Clock Tower (Torre do Relógio).


Molly Malone: uma personagem que é símbolo de Dublin e da República da Irlanda.


Viajar é sempre um ótimo aprendizado. Nesse mês de janeiro, pela primeira vez na minha vida, tirei férias. Mas não foram férias pouco atípicas. Aproveitei para aumentar minha percepção de mundo e conhecimento sobre os povos que usam a língua que ensino como língua materna. Nessa primeira parada, estamos em Dublin, capital da belíssima República da Irlanda.

Uma das coisas que me fascinou em Dublin, e acredito que seja assim em toda a Irlanda, é o fato desse povo ser muito patriota e sentir orgulho de preservar sua própria história. 


Sempre que eu digitava o nome Dublin no Google, me deparava com a imagem dessa tal Molly Malone. Não fazia sentido para mim uma estátua dessa mulher. Mas quem foi Molly Malone? Pesquisando descobri que...


Estátua de Molly Malone em Dublin - Irlanda. 


... Molly Malone é uma personagem que é símbolo de Dublin e talvez da República da Irlanda. E dentro da história dessa mulher entra a história do período mais trágico irlandês. No passado a Inglaterra era a grande dona das terras irlandesas, usando-as como se fosse uma grande lavoura de subsistência própria. Até os dias de hoje as famílias de Dublin são enormes e em 1840 podiam ser maiores ainda. Por isso, quando iam compartilhar suas terras entre cada herdeiro, usavam a batata, que era a melhor escolha para essas pessoas, já que dispensava espaço. E então um fungo matou toda a plantação e fez com milhares de pessoas morressem de fome ou imigrassem principalmente para os EUA.

Molly Malone foi uma das mulheres que ficaram e tentaram a qualquer preço resistir a esse período, mas morreu jovem devido a uma febre (como diz a música abaixo).

Ela é o símbolo da grande fome irlandesa. Dizem que ela era uma peixeira que vendia seu produto em um carrinho que circulava por Dublin (explicação para a imagem da estátua). Dizem as más línguas que além do peixe ela também vendia o seu corpo na região do porto durante a noite. Nada que seja comprovado e dessa forma nem a sua existência é comprovada. Mas as pessoas dedicaram a essa figura o símbolo da dignidade de uma pessoa nos dias de profunda miséria e fome.

Essa lenda foi originada a partir de uma música chamada “In Dublin Fair City” (Em Dublin, Cidade Clara). É realmente muito triste, como muitas das canções que falam sobre as pessoas que imigraram. Tudo lembra muito à lamentação, talvez como um pouco do Blues cantado pelos escravos americanos, mas claro com um método diferente, pois o uso de instrumentos é importantíssimo para a construção da melodia.







Molly Malone (Traditional Songs).

In Dublin's fair city, where the girls are so pretty
I first set my eyes on sweet Molly Malone
As she wheeled her wheelbarrow through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels alive a-live O!

A-live a-live O! A-live a-live O!
Crying cockles and mussels alive a-live O!
She was a fishmonger and sure it was no wonder
For so were her father and mother before
And they both wheeled their barrows through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels alive a-live O!

A-live a-live O! A-live a-live O!
Crying cockles and mussels alive a-live O!

She died of a fever and no one could save her
And that was the end of sweet Molly Malone
Now her ghost wheels her barrow through streets broad and narrow
Crying cockles and mussels alive a-live O!

A-live a-live O! A-live a-live O!
Crying cockles and mussels alive a-live O!
A-live a-live O! A-live a-live O!
Crying cockles and mussels alive a-live O!




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