SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Humor brasileiro: UMAS BEM RAPIDINHAS E POLITICAMENTE INCORRETAS - Parte I.




Se o povo não ajuda também fica mais difícil mudar algo nesse país, não é mesmo? Reclamar de políticos já virou moda. Tem gente que não lembra nem em quem votou e quer se passar de entendido.





Eles ficaram tanto tempo presos que cresceram e não são mais os mesmo frangotes de outrora. Mas onde será que está o Mestre dos Magos? Muitos dizem que ele já se prepara para renovar a frota. Alguma sugestão para deixar preso em uma ilha deserta?





Pois é... Será que não é assim mesmo que nossos representantes agem? Só prometem, prometem e não resolvem. Será que alguns deles têm alguma carta escondida na manga?  




Seja lá qual for o seu trabalho, lembre-se das responsabilidades que tens. Dependendo de qual seja a situação, você pode cometer um erro irreparável. Saber separar as coisas pode ser a ideia mais assertiva.   




Já virou moda fazer uso dos poderes para beneficio próprio. Se esse cara pode abrir o mar, imaginem o que poderia fazer com dinheiro público...    



Galera, vocês têm que se ligar e ficar sempre atualizados; não façam como esse cara ai da imagem, que já nem sabe qual greve deve seguir. Na boa, na dúvida, segue qualquer uma. Não teremos nada resolvido por meio das mesma...  Devo está sendo acusado de ser pessimista nesse exato momento.   



Puzzle: E pluribus unum OU Cuique suum? Apenas lembre-se que Sol lucet omnibus!


Não vou recontar os acontecimentos do livro “O retrato de Dorian Gray” do escritor irlandês Oscar Wilde, mas essa obra pode nos mostrar como um homem comete uma espécie de auto sabotagem, ou seja, ele acaba tentando contra si mesmo. Existem momentos na vida que achamos que acertamos e aí descobrimos que, na verdade, apenas atrasamos nossas vidas mais uma vez.

Não vou me prolongar e espero que um dia alguém consiga montar as peças desse quebra-cabeça, pois já estou cansado de me auto sabotar. No livro em questão, o personagem principal, Dorian Gray, deseja ser jovem para sempre enquanto seu retrato é que sofre as alterações com o passar do tempo.

Não sei se a questão aqui é relativa a preservar uma beleza explicita, mas um bem ainda maior: MINHA PACIÊNCIA. Estou no que chamo de “dilema do EU”. Já percebo que o tempo já vem fazendo um estrago enorme nas minhas escolhas porque só vejo um projeto mal pronto vindo pela frente, caso eu continue a pensar como o Dorian... será o quadro que irá me matar. CANsan...do... 

Lembro aqui de uma frase do grande escritor espanhol, Cervantes: “Y así, del poco dormir y del mucho leer se le secó el cerebro, de manera que vino a perder el juicio”. 

Será que secou mesmo? Ou eu apenas não percebi que fiquei mais forte e não preciso mais aceitar o mundo do jeito que se projeta? Fica aqui o trailer do filme The Picture of Dorian Gray:



Que olhos grandes, você tem!

Imagem roubada da internet. (Se o autor pedir, eu só devolvo se pagar pelo resgate ou se o lobo devolver e Chapeuzinho do jeito que levou, caso contrário, "perdeu, preyboy".)



Em tempos de revolução tecnológica e de inversão de valores, chegaram a hora e a vez do Lodo-mal (inventei a escrita). Longe de querer inventar a roda aqui, mas na nova versão da história (ou seria estória?), que nunca será escrita, destaco uma versão onde em vez de comer a vovozinha, o Lobo parte logo é para cima da Chapeuzinho vermelho (será que criança pode ler isso?). Boa sorte ao lobão motoqueiro.
                                                                       
Será que a moça cansou de andar por ai à pé e resolveu olhar nos olhos grandes do Canino de outra forma? (para que serve essa boca grande?...). Isso me lembra de Voltaire: “Os homens que procuram a felicidade são como bêbados que não conseguem encontrar a própria casa, mas sabem que têm uma.”. Cada ser é livre para escolher o que quer da vida, certo? Só te garanto uma coisa: A Chapeuzinho Vermelho aí não estava com boas intenções quando foi apanhada pelo Lobo no meio do mato (isso mesmo, o lobo pegou ela no mato!). Estão vendo o líquido na cestinha que, supostamente, seria entregue à Vovozinha?


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rascunho livre: Um pouco de arte não mata ninguém.




Essa imagem é bem famosa para os estudantes de História, aquela disciplina adorável que nos ajuda a refletir sobre nosso passado. Seu nome é “La liberté guidant le peuple”, em português; A Liberdade guiando os povos.

Lembramo-nos da La liberté guidant le peuple quando nos referimos aos períodos de revoluções na França (bye bye Sarkozy) Napoleônica e na América durante o período de independência (bateu uma saudade de estudar História agora).

Com essa postagem só tenho uma pergunta a fazer: onde está a liberdade que não chegou ao Brasil? Será que ela morreu na guerra ou virou brasileira e se contentou em satisfazer o desejo dos estrangeiros dessa imagem? (nem todas são assim).

Termino a postagem com uma frase do Millôr Fernandes “Me arrancam tudo à força, e depois me chamam de contribuinte”.

Fonte: da minha cabeça doentia. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

“We've got to go someplace, find something.”



A frase que abre essa postagem está presente no livro ON THE ROAD – pé na estrada do escritor estadunidense Jack Kerouac. Incrível como ultimamente eu venho me transformando em uma pessoa completamente diferente do que me preparei para ser.

Posso dizer que hoje estou com os pés completamente postos no chão, o que não quer dizer que sou um conformista, mas sim alguém, que se não sabe o que quer propriamente, sabe o que não quer. E o que não quero é ser tido como alguém pessimista demais com o mundo e o meio em que vive, ou está inserido. Já é tarde e eu deveria estar dormindo. Faltam-me muitas coisas, mas, ao contrario do que eu faria a algum tempo, estou muito tranquilo e vivendo o agora. Carpe Diem? Provavelmente, mas não de forma irresponsável.

O que quero expressar, e não sei se consigo, é que deixo morrer um velho eu, ao mesmo tempo que também deixo nascer um novo ser capaz de entender que o que procuro agora é a felicidade e não bens materiais. Não sei onde encontrar a tal felicidade, mas como os escritores beats americanos, penso que tenho que continuar procurando, mesmo que as nuvens negras surjam em nossa trajetória. E termino esse escrito do jeito que comecei: “temos que ir para algum lugar, encontrar algo. “We've got to go someplace, find something.” 



domingo, 13 de maio de 2012

Moderação nas postagens na internet, please!




Futilidades na rede mundial.

A internet virou local sem lei. São fotos de pessoas desocupadas, que expõem suas intimidades e que depois reclamam por as terem divulgadas. As redes sociais são verdadeiras fontes de descarrego. Uso o termo “descarrego” e logo me lembro daquela situação, digamos... Íntima: defecar, descarregar. Isso mesmo; parece que as redes sócias, nas mãos de pessoas pobres de espírito, viraram um local onde se expressa todo tipo de pensamento, até mesmo aquele espontâneo, quando na verdade, deveríamos “selecionar” o conteúdo que vamos jogar na rede mundial.

Não é incomum nos depararmos com situações onde pessoas lamentam a morte de um amigo em uma postagem e minutos depois postam fotos da festa que foram na noite anterior. Não é contraditório???? A pessoa está infeliz ou feliz? vai saber!

Facebook já é local onde a futilidade ganha potência. O que um bobalhão espalha na rede, logo será visto novamente em alguns dias. Não existe nada de novo. É tudo velho de novo (até gostei dessa frase!). 

Como esse texto está muito pobre, me despeço agora antes que alguém me acuse de ser fútil por escrever essa bobagem.   



Brasil sil sil sil... Mais do mesmo.



Viver no Brasil é bem fácil: Você só precisa trabalhar duro e mais de 70% do que você consegue ganhar vai parar nas mãos das pessoas de colarinho branco. Essa imagem não é nada mais do que a tradução visual da realidade do trabalhador brasileiro. Enquanto você, trabalhador, fornece um bem maior – sua força de trabalho – outros, sem tanto esforço, ficam ricos à suas custas.

Bruno Coriolano.