SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Profissionais com Grande Vivência Prática podem Encontrar Barreiras pela Falta de Títulos.




Mestres de obras que poderiam ser engenheiros, secretárias que poderiam ser administradoras, auxiliares que poderiam ser contadores.

A lista de funções poderia continuar por muitas linhas. Todos nós conhecemos aquele profissional super inteligente e criativo, mas que não subiu na empresa. Ou então aquele, que perto de se aposentar, aprendeu tudo o que sabe na prática, mas sequer conseguiu sair de uma função operacional, embora conheça todos os processos da empresa de trás pra frente.

Isso porque, ao lado de nossa capacidade de aprendermos sozinhos, batizada de autodidatismo, muito impulsionada pela tecnologia atual, o mercado exige formação e títulos que comprovem que você detêm este ou aquele grupo de informações e técnicas.

Mas não se engane: o autodidata tem seu valor – isso se entendermos este tipo de postura como complementar a tradicional e não como única forma de aquisição de conhecimento e formação.

Por que a formação é importante?

A formação tradicional é muito mais do que um papel no final do curso. Pense bem: você estará recebendo conhecimento já testado e não terá que quebrar a cara uma ou duas (ou várias) vezes. Esse conhecimento será passado através de uma metodologia, o que acelerará seu aprendizado.

Se escolher bem a instituição que ministrará seu curso, vai conhecer pessoas e poderá trocar ideias, melhorando ainda mais a qualidade da informação que receber.

O autodidata pode e deve unir essas características e somá-las ao seu impulso natural por pesquisar e adquirir novos conhecimentos. Quando bem equilibrada é um mix poderoso que as empresas valorizam.

Por que o título é importante?

Terminado o período de formação, o “papel” adquirido, o título, o diploma, tem igual valor, pois trata-se de um documento oficial. Através dele você dirá ao mercado o quanto e de que forma investiu em sua preparação. Quase desnecessário dizer, mas, um diploma não fala por si. Uma boa instituição, uma boa nota final, um curso relevante ajudam a sua carreira deslanchar, não há dúvida. Mas, colado na parede, sem que seja colocado em prática, não ajudará em nada. Portanto, vale aqui também a dica inicial: una os dois mundos. Aquele em que você é um autodidata e o outro, onde você colou grau e tirou sua foto com a turma no dia da formatura.
Como Identificar que você está Próximo do Limite.

A grande questão, portanto, é identificar quando você estará próximo de seu limite como autodidata. Dependendo da área em que você atua, terá mais ou menos exigências de base acadêmica para desempenhar sua função. Mas, em todo caso, uma dica importante é notar situações como estas:

Você perdeu uma promoção por não ter o título exigido.

Não conseguiu fazer inscrição em um concurso público pelo mesmo motivo.

Sentiu falta de uma base metodológica ao abordar uma questão em seu dia a dia no trabalho.

Sente falta de referências técnicas e/ou pessoais em algum projeto
Ouve falar numa reunião em autores, linhas de pensamento ou abordagens que sequer imaginava que existiam.

Conclusão

As empresas buscam profissionais que tenham um “quê” de empreendedor. Que queiram somar experiências nos constantes desafios que vão enfrentar juntos. Nesse cenário, o autodidatismo enquanto mola propulsora de um contínuo aprimoramento é mais do que desejado. Contudo, tal postura não pode ser encarada como substituta de uma formação sólida.

Você precisa saber sempre mais. Desde que sabia o básico primeiro.
Texto fornecido pelo Emprego Certo, o site de empregos do UOL.




http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/auto-conhecimento/limite-auto-didata/

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