SOBRE O BLOGUEIRO

Sou um Beatlemaniaco. Tudo começa assim... Fiquei reprovado duas vezes no Mobral, mas nunca desisti. Hoje, sou doutor em Parapsicologia formado na mesma turma do Padre Quevedo; sou antropólogo e sociólogo formado, com honra, em cursos por correspondência pelo Instituto Universal Brasileiro. Em minha vasta carreira acadêmica também frequentei até o nono ano de Medicina Cibernética, Letras Explosivas, Química da Pesada, Direito Irregularmente torto e assisti a quase todas as aulas do Telecurso 2000 repetidas vezes até desistir de vez. Minha maior descoberta foi uma fábrica secreta de cogumelos venenosos comestíveis no meio da Amazônia Boreal. Já tive duas bandas de Rock que nunca tocaram uma música se quer. Comi duas vezes, quando criança, caspas gigantes da China pensando que era merda amarela. Depois de tudo isso, tornei-me blogueiro. Se eu posso, você pode também. Sou um homem de muita opinião e isso desagrada muita gente. Os temas postados aqui objetivam enfurecer um bom número de cidadãos.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Eu sou ateu.




É inaceitável que as pessoas não respeitem a ideia de que todo homem é livre para ir e vim e acreditar naquilo que quiser, ou até mesmo em não acreditar. Nessa postagem, bem curta, vou enfatizar a questão de ser ateu.

Todos nós somos ateus. Eu sou ateu, minha mãe é ateia, meu pai é ateu, vocês, que estão lendo esse texto, são ateus. Duvida? É só analisar essa questão de um ponto de vista simples: se eu acredito que Jesus é filho de Deus, logo eu descarto a possibilidade de acreditar na religião islâmica ou em qualquer manifestação onde forças da natureza são divindades como é o caso dos deuses Thor, Zeus, Era, Gaia, Allah... E a longa lista segue.

O que gostaria de destacar nessa postagem é que ninguém deveria ser perseguido ou mal visto por discordar de uma ideia de existência ou não de Deus. Se existe um deus, qual seria?

Paremos de julgar as pessoas porque queremos que todos pensem igualmente. A própria bíblia está cheia de perversão, incestos, mortes, assassinatos e outros temas aterrorizantes. Nossa interpretação de deus passa pela condenação: se não acreditas, não serás salvo.

Não duvido da existência de uma força maior sendo um maestro do universo, mas não condeno quem pensa diferente de mim, isso é uma questão de escolha. A péssima interpretação dos documentos religiosos e suas más traduções fizeram com que os homens distorcessem a verdadeira intensão em se acreditar em um Deus: Amar ao seu próximo como amas a si mesmo.

Não estou aqui fazendo apologia ao ateísmo. Talvez nem os próprios ateus sejam completamente descrentes.  Se você decidiu acreditar em um Deus ou não, é uma escolha sua. Não acredito que eu deva dizer como alguém deveria viver o em que ele deveria acreditar ou de qual forma acreditar. Somo todos ateus.


Por James Vinvent




Vejam esse vídeo esclarecedor: 


Um comentário:

Rafael disse...

Técnica ateísta: Qual Deus?

http://projetoquebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/2014/01/08/tecnica-qual-deus/